Como data um cara na escola

Doença mental

2020.09.11 23:59 Pretty-Gap7378 Doença mental

Sinto que algo não está bem. Sinto um sufoco no peito que não me deixa respirar, um nó na garganta que não se desfaz. Tento, de todas as formas e feitios, encontrar o culpado desta dor que me aflige e sufoca a alma. Após desabafos, fármacos e mais fármacos, concluo que a culpa reside em mim. Durante anos carrego-a como se fosse uma sombra. Persegue-me a cada passo, conseguindo-a ignorar apenas na escuridão. Se há reflexão tenho vindo a fazer ao longo dos meus miseráveis 24 anos de existência é a de que as minhas tentativas de encontrar a culpa do meu sofrimento não me levaram a lugar nenhum, se não antes a piorar a minha própria dor.
Vou-vos contar uma história. Nasci numa pequena aldeia. Apesar de sempre ter vivido nessa pequena e pacata aldeia à beira-mar plantada, nunca senti que aquela fosse a minha casa. Isto porque, em parte, cresci e morei até aos 3 anos de idade numa casa muito pobre, mas cheia de amor, a casa da minha querida avó Maria, numa outra pequena aldeia no campo. Maria do Carmo, de seu nome, é a típica avó que surge nos filmes da Disney, uma senhora idosa e frágil, mas de um coração e bondade enormes. Tal como nos contos de fadas, a minha avó também me ensinou a ser bondosa, respeitar o outro, ter compaixão, a partilhar e sobretudo a amar. Fui muito feliz naquele casebre, onde brincava desde o nascer ao por do sol na natureza, convivia com os animais da quinta e ajudava nas pequenas tarefas que me faziam sorrir.
Com os 3 anos feitos, tinha chegado a altura de entrar no jardim de infância. A adaptação foi fácil, as funcionárias eram carinhosas e faziam-me lembrar de alguma forma a educação e valores transmitidos pela minha avó. Tudo mudou quando chegou a altura de entrar na escola primária. Até aquela data, só conhecia amor, carinho e bondade. Tudo se desmoronou depois, o meu conto de fadas havia terminado. A escola primária localizava-se precisamente na pequena aldeia onde nasci. Aqui as pessoas eram frias e mesquinhas e, tal como os abutres, esperavam sempre a próxima vítima para se poderem alimentar da sua dor. Não possuíam qualquer tipo de cultura e a sua vida insignificante resumia-se a um consumismo desenfreado que lhes trazia, presumo eu, algum tipo de alívio à sua triste existência.
Fui obrigada, por motivos profissionais quer da minha mãe, que trabalhava longe, quer do meu pai, que fazia turnos rotativos, a passar muito mais do que as 8 horas de escola a conviver com aquela gente tóxica. Aos 6 anos de idade, após alguns meses naquela escola e a conviver 12 horas por dia com aquela gente, vim a desenvolver uma depressão infantil. Com muita psicoterapia, consegui ultrapassá-la, mas as sequelas ficaram até hoje.
Ainda hoje culpo a minha mãe por ser ausente e egocêntrica, talvez exagere nas acusações, uma vez que esta nunca me abandonou efetivamente, mas culpo-a por me ter deixado naquele ambiente hostil, que mudou até hoje a minha personalidade e me deixou marcas para sempre.
Este é, possivelmente, o evento mais traumático pelo qual já passei até hoje e sei que provavelmente nunca irei conseguir ultrapassa-lo verdadeiramente. Hoje, em retrospetiva, percebo que a minha depressão se deveu ao facto de sofrer abusos psicológicos por parte das pessoas com quem passava a maior parte do meu tempo e por me sentir indefesa, já que os meus pais estavam demasiado longe para me protegerem. Vou contar-vos um exemplo, durante o intervalo escolar, era hábito as mães dos alunos irem à escola dar os lanches aos seus pequenotes (sim, ouviram bem), elas não tinham trabalho, então dedicavam-se inteiramente a tarefas mundanas para ocupar o seu tempo. Por incrível que vos pareça, eu era a única criança naquele intervalo que não tinha um pai ou avó por perto. Lanchava completamente sozinha, a um canto, como uma pessoa sem amigos. Além destes episódios, nunca tive sorte com as pessoas que me rodeavam que, apesar de crianças, também elas já haviam crescido naquele ambiente tóxico e mesquinho e conseguiam ser realmente más. Uma vez, obrigaram-me a pisar cocó de cão sob a ameaça que iriam dizer aos meus pais que eu me tinha despido em frente a um rapaz da escola (algo que constituía obviamente uma mentira) e eu, indefesa, simplesmente cedi. São feridas que nunca saram, algo que não se explica.
O ambiente familiar também não ajudava, o contraste de uma casa alegre e feliz, a dos meus avós, com a dos meus pais era enorme. Contextualizando, irei descrever-vos brevemente a minha mãe: uma senhora aparentemente simpática e comunicativa, de boa aparência que possui um emprego estável. A realidade: uma pessoa completamente desequilibrada a nível mental que possui algo a que eu classifico como o transtorno dos transtornos, isto porque ela apresenta traços de várias condições psiquiátricas e não há forma de lidar com isso. Primeiro, viciada em compras – o meu pai tem um bom ordenado e ainda assim conseguíamos passar dificuldades todos os meses – depois, acumuladora compulsiva – estão a ver aqueles programas em que as pessoas têm a sua casa amontoada de lixo até ao teto? – sim é isto mesmo, a diferença é que há pessoas aqui para arrumar a casa e que deitam efetivamente as coisas para o lixo. Além disso, é uma pessoa extremamente egoísta e egocêntrica, com características subtis de narcisismo – achar que tem sempre razão, os seus problemas são os piores do mundo, enfim. Isto foi um pequeno resumo, ah e esperem, ela também tem características típicas de síndrome boderline, quando uma pessoa explode por coisíssima nenhuma. Estão a ver o filme aqui em casa não estão?
O meu pai, uma pessoa calma, pacifica, muito perfecionista. O seu maior defeito, ter a minha mãe como sua mulher. É triste dizer isto, mas é verdade.
Depois da depressão infantil, a minha vida não ficou mais fácil, pelo contrário, virou uma catástrofe. A mudança da escola primária para o ciclo poderia ter sido uma experiência positiva, já que iria conhecer pessoas novas, talvez melhores que as anteriores. Isso foi, em parte, verdade, porém o problema é que eu era uma criança muito feia. Quando digo feia não estou a exagerar, cheguei a receber o prémio de rapariga mais feia da escola (a sério), houve um concurso amador feito pelos rapazes da minha turma, que fizeram questão de me fazer chegar o prémio. Desde aí, o clima era terrível, rapazes a gozarem comigo, raparigas a excluírem-me porque não iriam ser amigas de uma pessoa terrivelmente horrorosa, cheia de borbulhas pustulentas na cara e dentes tortos e amarelos.
Quando a puberdade acabou, as coisas começaram a melhorar, e muito. Deixei de usar óculos, deixei de ter borbulhas, o patinho feio tinha deixado de ser assim tão feio. A minha vida deu uma volta de 360º, conheci os amigos que tenho até hoje e estou muito grata por este percurso, apesar de todo o sofrimento que passei durante os meus primeiros 14 anos de existência.
No entanto, de vez em quando, surge esta angústia, esta dor que não desaparece, esta ânsia por culpar alguém, que na realidade não existe. Julgo que não serei capaz de ultrapassar todos os traumas a 100%, mas gostaria de os esquecer, nem que um bocadinho. Há dias que olho para um objeto e subitamente lá surge uma memória ou outra associada a um dos muitos episódios de trauma vividos na infância. É algo que me afeta e afetará para sempre, mas também é algo que me define enquanto ser humano. Sinto-me, apesar de tudo, orgulhosa por ter ultrapassado tudo sozinha e ter conseguido tornar-me na pessoa que sou hoje. Já tive os meus altos e baixos, muito baixos mesmo, dos quais não me orgulho. Mas a vida é mesmo assim, uma aprendizagem. Quem nunca errou?
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2020.09.06 06:42 thebluecoala Decidi voltar pra terapia

Eu fiz terapia pela primeira vez a uns 7 anos atras. Na época, minha mãe me colocou lá pra "resolver meus problemas com o meu pai", e ficou revoltada porque "criei problemas com ela". No fim ela me tirou da terapia, mas paciência.
Conforme o tempo passou, e diversos eventos da vida ocorreram, eu comecei a piorar emocionalmente. Eu sempre fui uma pessoa mega ansiosa desde criança, a ponto de ter febre ou ter que ir no banheiro toda hora por estar ansiosa/com medo de algo. Desde que me entendo por gente eu rôo unha, e não teve Cristo que me fez parar com isso (base com gosto amargo? pimenta? meia na mão? esmalte? necas... dependendo o nível de nervoso eu chego a rancar sangue). Comecei a ter problemas de autoestima e autoconfiança, ao ponto de tirar 6 numa prova que valia 8 e ir pro banheiro da escola me mutilar porque não tinha sido bom o suficiente. Suicídio se tornou algo recorrente na minha mente, e cheguei a tentar algumas vezes (fracassei por mim mesma, não cheguei a causar nenhum dano de fato). A última vez foi na quarentena já, aonde eu simplesmente surtei, catei uma tesoura e num lapso de sanidade mandei msg pra um amigo pedindo socorro. Ele ficou até sei la que horas da madrugada conversando cmg até garantir que eu estava dormindo e fora de perigo. No dia seguinte conversou seriamente comigo sobre.
Bom... No meio desse caminho ai eu comecei com uns problemas bem chatos de digestão e tal. Fui no gastro e não teve outra: gastrite. Comecei a tomar remédio, melhorava por um tempo, ai o médico parava o remédio (porque ele não quer q eu fique dependente dele pra ter um estomago ok), voltava tudo... bem, um dia cheguei nele e perguntei: "doutor, será que se eu fizesse terapia ia ajudar?" pq além disso, eu pensava em voltar pra terapia, mas não tinha como bancar no particular, e o plano de saúde só cobre se for por encaminhamento. Pra minha sorte, o médico super concordou, disse q era uma ótima ideia, já que meu quadro tava claramente ligado com o meu emocional, e me encaminhou.
No início, eu fiquei com medo (ainda tenho por sinal) de ficar ouvindo besteira da minha mãe, pq é aquela coisa, depressão/problema psicológico é triste e preocupante no filho dos outros, no seu é frescura. Não dei muita corta, sempre q ela perguntava sobre eu cortava o assunto. Tive que fazer algumas sessões de terapia em grupo por norma do plano de saúde. Foi uma bosta, mas eu botava na minha mente que era pra um bem maior: o meu bem.
No fim da ultima sessão em grupo, preenchi um formulário sobre disponibilidade de horário, que iriam me ligar pra agendar minha primeira sessão individual. Coloquei que estava disponível pra qualquer horário (era fim de dezembro, então as aulas estavam no fim) e boa. Era só esperar...
Janeiro veio.. Fevereiro também... Março tava ai... e nada. Até que no dia 11/03 (lembro até a data) me ligaram falando que tinha horário pro dia seguinte a noite, se eu podia ir. Eu tenho recomendação médica pra não dirigir a noite por conta da vista, mas foda-se cara, to a um tempão esperando por isso. E lá fui eu pra minha primeira sessão individual.
Conversei bastante com a psicologa, falei dos meus principais problemas, a gente pareceu se entender muito bem, foi bem legal. Marcamos minha próxima sessão e boa... se não fosse que no dia seguinte amanheci doente com dengue (pela segunda vez) e fiquei doente por uns 10 dias. No fim desses 10 dias veio a quarentena, fechou tudo, e lá tava eu sem terapia DE NOVO.
No inicio me ofereceram fazer por videochamada, mas minha mae tava sempre em casa e eu sabia que ela ia ficar bisbilhotando, então preferi negar. E ficou por isso mesmo..
Nessa quarentena muita coisa aconteceu, minha vida mudou muito, eu mudei muito, e de uns tempos pra cá me pego direto em umas oscilações de humor ridículas, tendo crise de ansiedade uma atrás da outra, pensamento suicida do nada (to lá rindo de alguma coisa besta e começo a pensar o quanto algo é ruim e enfim... entro em loop). Não é mais como se meu emocional fosse um constante problema, mas sim uma coisa desforme e mutante que cada hora tá de um jeito e eu não sei como vou acordar amanha. Vou acordar bem e conseguir viver? Vou acordar querendo morrer e simplesmente ignorar a existencia de todo mundo? Vou estar com uma raiva tão grande do mundo que vou descontar em quem não deve? Essa inconstância é horrível.
Pensando muito sobre isso esses dias, e percebendo que até quando as coisas dão certo eu acho motivo nelas pra ficar triste, eu decidi voltar pra terapia. Vou esperar passar o feriado e ligar lá e ver se consigo fazer presencial com mascara e o caramba, ou então tentar arrumar um horário por videochamada que minha mãe não esteja em casa. Eu só não aguento mais sentir q meu potencial como ser humano ta limitado em 0.5% porque meu cérebro ta desequilibrado. Eu não aguento mais sofrer dentro de mim mesma, olhar pra mim e perceber que tudo dentro de mim é caos, e que eu não tenho um apoio sequer pra saber por onde seguir. A inconstância e a insegurança dentro de mim são tão absurdas que eu sinto sim que um dia elas vão me matar. Que um dia eu vou decidir enfiar uma faca no meu estomago e ninguém vai estar por perto pra me parar... Então enquanto eu ainda tenho chances e oportunidades, só me resta tentar.
Obrigada se você leu até aqui.
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2020.09.02 02:23 pedrozinhu1902 Ela me iludiu, fodeu meu psicológico, e vc ainda tá defendendo ela? (é longa demais, mas vale a pena)

Oi Lubito, Luna, gatas, tia Carminha, tio Otto, Jean, 6º andar, papelões (RIP), Editheus, Tucho, e turma que está a ver, hoje vou contar uma das minha infinitas histórias, mesmo q eu só tenha 14 aninhus. A história se passa em momentos separados de fevereiro de 2019 até o carnaval desse ano, onde encontrei uma guria da minha sala, e ela perguntou pq eu n tava falando com a (vou expor mesmo) Bianca depois de tudo q eu fiz pra ela. Eu fiquei tipo excuse me wtf. Vamos voltar pra fevereiro de 2019, comecinho do ano letivo, e tb das aulas te teatro, onde eu conheci a Bianca. Em julho, uma amiga minha, (vamos chamá-la de Luna) me falou que ela gostava de mim, só q na época eu não sentia nada por ela. Em setembro, mudei de turma da escola, depois de uma crise de depressão que durou do fim de julho até começo de setembro (sofro da doença desde 2017, devido ao bullying que sofri naquela época e da morte do meu pai em 2013). A nova turma era a da Bianca (não gostava mais de mim na época), da Luna e da Farls (outra amiga minha importante pra história). Em outubro, eu comecei a gostar da Bianca, que era uma das minhas melhores amigas na época, mas comecei a evita-la pq doía estar perto dela. No meio de novembro, anunciaram um passeio pro Beto Carrero (bjos de floripa, lubixco) e seria numa quarta aleatória lá. Na segunda dessa semana, havia um "aulão", mas ninguém tava prestando atenção, e geral tava no celular, inclusive eu. Estava falando com um amigo, que tinha dormido na minha casa sábado, e falei pra ele que gostava da Bianca naquele dia. Como se já não fosse tudo ruim o suficiente, na festa de Halloween da galera eu ganhei uma pequena fama de juntar uns casaizinhos por aí, (quase nunca falhei kk) e como um bom amigo, esse cara, vamos chama-lo de Bombom, pediu minha ajuda pra ficar com a Bianca, SABENDO QUE EU GOSTAVA DELA. Fui falar com a Farls, pq sempre falo tudo pra ela. Ela não respondia por mensagem, então eu liguei pra ela no meio do aulão kk. Antes dela poder falar tp "alo", eu falei "Farls, o Bombom gosta da Bianca, q q eu faço?" Quando eu vejo, a Bianca tava sorrindo e feliz, quando eu percebi que a Farls tinha deixado o celular no fucking viva voz. O Bombom e a Bianca combinaram de ficar no Beto Carrero. Na terça, eu pedi pra Farls falar pra Bianca o seguinte: "tem certeza que quer ficar com o Bombom? Têm duas pessoas que podem se machucar com o isso. Eu não posso falar quem é, mas o Gordo (ela não realmente falou gordo, mas eu preciso de um nome falso pra mim mesmo) sabe e talvez ele te fale. Depois da aula, eu encontrei a Bianca e falei o seguinte: "então, uma das pessoas sou eu", e ela disse: "eu sei, mas eu quero saber quem é a outra pessoa". Basicamente ela tacou o fodase. Eu saí dali triste e tals. Chegou quarta e o passeio foi adiado por causa de chuva. Na data nova (segunda) eles não ficaram. Na quarta, depois do teatro, ela queria falar comigo, mas eu saí correndo. Quando cheguei em casa, vi que tinha uma mensagem dela dizendo que gostava de mim também. Fiquei feliz obviamente, falei no grupo de amigos que tinha criado p me ajudarem a superar isso tudo, foi dormir sorrindo. Aí chegou quinta, e ela me diz q também gosta de 2 outras pessoas (o Bombom e o Nicolas, tb nome falso). Falei no grupo, eles falaram pra ignorar e ficar c ela d qualquer jeito, na festa da turma, que eu tava organizando. No meio da festinha teve um verdade ou consequência, onde deu literalmente tudo errado. Caiu verdade pra mim, e a Farls perguntou se eu gostava da Bianca (que tava na roda), eu disse que sim. Aconteceu a mesma coisa com ela, que também disse que sim. MAS, aí uma guria drogada da minha sala, desafio a Bianca a dar um beijo nela mesma. Elas se beijaram, eu saí dali, e a Farls veio atrás, me acalmou, me explicou q tudo era só pelo jogo e tal, e que tava tudo bem. Tava tudo certo, eu e a Bianca íamos ficar, mas eu tava tendo um ataque cardíaco (bv é foda) e pedi um tempo pra me acalmar. Depois de 30 min, fui lá pra trás, num lugar onde o pessoal geralmente ficava, e esperei por ela. Depois de uns 20 minutos, ela aparece chorando, e eu, claro, fui muito atencioso, abracei ela e tudo. Aí a Farls aparece e fala o seguinte: "a Bianca tá chorando pq o Nicolas vai ficar com alguém". Eu só saí dali. Em conclusão, ela gostava mais dos outros dois do que de mim, enquanto eu amava ela. Ela falou pra um monte de gente uma versão completamente errada da história, onde eu fodi tudo. Hoje ela quer voltar a ser minha amiga, e eu só mando os amigos que a gente têm em comum tomar no cu, pq bloqueei ela e eles que passam recado.
Expliquei essa versão pra guria do carnaval, e ela falou q eu tava mentindo.
Depois dessa história eu provavelmente nunca vou confiar em alguém o suficiente e nunca vou me achar suficiente pra alguém gostar mais de mim do que de qualquer outra pessoa, e por causa disso vou morrer sozinho. Bjos Lubixco, e Bianca, se tiver assistindo, eu te odeio com o fundo do meu coração, aquele órgão que você destruiu de mim.
Edit: O Nicolas não ficou com a outra guria, pq ele gostava da Luna, que gostava do Bombom
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2020.08.30 02:32 querocafune parece fanfic mas eu juro que aconteceu

vou contar o filme que minha vida virou...
Pro contexto: eu acabei de voltar de um intercâmbio de 8meses em Wellington, na Nova Zelândia
Então, conheci esse menino na minha escola, numa aula feita pra que pessoas do mesmo ano escolar se relacionem, era uma aula de meia hora que acontecia duas vezes por semana, então não tínhamos muito contato, mas sempre sentava com ele e os amigos dele nesse tempo. Como eu era estudante internacional, não tinha muitas amizades além dos brasileiros que estavam na mesma situação que eu, então eu achava um máximo ter esse grupinho pra conversar. Enfim, entramos em lockdown em março, e as aulas online começaram, e essa aula parou de acontecer. Eu tentava fazer amizade com pessoas de outras aulas por mensagem, mas ninguém continuava a conversa... até que depois de algumas semanas eu e esse menino, começamos a conversar pelo instagram, conversávamos a cada 2 dias, mais ou menos, sobre coisas bem aleatórias, mas era alguém com quem conversar. E eu sempre fui muito devagar pra relacionamentos românticos né, mas resolvi investir nele e ver no que dava. Eu tentava flertar, mas além da falta de experiência tinha o fator idioma, flertar em inglês é uma coisa assim... complicada kkkk
Passamos 2 meses de quarentena e as coisas começaram a reabrir, obrigado Nova Zelândia!! E acabei chamando ele pra sairmos quando pudéssemos. Fomos tomar um café, e como sou do Brasil tive que honrar o estereótipo e chegar 1hora depois do combinado, me culpei muito por isso, mas no final das contas passamos um tempo bem legal juntos, mas não rolou nada. Mais ou menos uma semana depois sugeri que saíssemos de novo, e acabamos indo pro “cable car”, basicamente um carrinho que sobe um morro, mas que é um dos lugares turísticos da cidade, junto com o jardim botânico que fica no topo desse morro. Eu, na inocência, me arrumei pra encontrar ele, quando chego lá ele tinha levado uma garrafinha de água, preparado pra dar uma caminhada kkkk andamos igual notícia ruim, e eu sempre fingindo costume e não mostrando que eu estava a beira do desmaio... Obviamente, não conseguimos conversar muito, mas cada experiência é uma experiência. No final, quando já não tinha mais subidas ou descidas de morro tentei jogar um charme, um elogio, mas ele não captou minhas mensagens, um tempo depois ele disse que tinha dever de casa e foi embora na vespa dele kkkkk
Continuei persistente, porque apesar de tudo eu gostava das nossas conversas e de passar tempo com ele, e mesmo que não desse certo, seria uma amizade de um outro país, eu não tinha o que perder.
Foi aí que fomos nesse museu, “te papa”, que tem exposições interativas e é super interessante, mas eu já tinha ido lá no mínimo umas 3 vezes, então eu estava com bastante foco no objetivo kkkkk eu nunca encontrava a hora certa pra dar o primeiro passo, e ficou nisso durante o dia inteiro. Até que quando estávamos indo embora, dessa vez ele não estava dirigindo a motinha dele então pegamos o mesmo ônibus pra casa, o ponto dele era antes do meu e quando ele desceu eu não aguentei, e senti que deveria fazer alguma coisa. É aí que a produção entra em cena, eu levantei e pedi pro motorista parar o ônibus, falei que eu tinha que fazer uma coisa rapidinha e eu já voltava, aí eu desci do ônibus e corri atrás dele, ele achou que estava sendo assaltado, mas eu fui e falei pra ele que eu senti que perdi muitas oportunidades de fazer isso durante o dia mas que eu tinha que fazer isso, aí perguntei se eu podia beijar ele, ele disse que sim!!! Voltei pro ônibus e a cara do motorista foi muito boa, ele viu tudo pelo retrovisor kkkkk DETALHE, tava chovendo.
Depois conversamos por mensagem, e eu falei que não sei de onde eu tinha arranjado coragem pra fazer aquilo, mas que eu estava muito fez de ter feito.
Na segunda-feira, combinamos de encontrar depois da aula, acabamos indo pra casa dele e conheci a mãe dele kkkk fiquei meio sem reação, não sabia o que fazer, foi super bizarro, mas de novo, cada experiência é uma experiência né? A mãe dele saiu e ele tentou me beijar, mas eu travei tanto que não consegui, ele coitado ficou super confuso, e eu comecei a tagarelar sobre timidez, insegurança, umas coisas nada a ver, tentando me justificar... Ele só ficou mais confuso, resolvemos então dar uma volta e fomos comprar pão, fomos num parquinho e comemos lá... Conversarmos e tava tudo muito bom, mesmo eu tendo tornado tudo muito constrangedor. Cada um foi pra casa e ficou aquele clima estranho, mesmo ambos querendo a mesma coisa.
Mais tarde mandei mensagem pra ele falando sobre minha mania de auto-sabotagem, e que tudo tava sendo tão bom que alguma coisa em mim me dizia que tava errado, então eu estraguei tudo. Ele não entendeu direito, então só falei pra que a gente ignorasse tudo o que eu falei e continuar do jeito que tava antes kkkkk
Dia vai, dia vem e esse amigo dele deu uma festa, um dia antes de uma viagem que eu iria fazer, mas eu fui mesmo assim. Fui com uma galera da minha outra aula, e já tava me sentindo mais confortável, até que eu chego na festa... Uma coisa bem maluca kkkk tinha uma fogueira com sofás em volta, uma garagem com colchões e bebidas, uma caixa de som, e gente usando vape. Até aí tudo bem, encontrei ele e as coisas tavam indo na paz, tirando a parte em que tive que ensinar ele como eu beijava de língua, que foi um pouco constrangedor mas que no final deu tudo certo, a gente se encaixou e ficamos agarradinhos perto da fogueira, porque tava muito frio! Até que um doido resolve tirar o próprio sapato, colocar vodca pura dentro e beber... pois é, como reagir? Ok, algumas horas se passam e esse menino do sapato, surpreendentemente, começa a passar muito mal, então deitam ele em um dos colchões e eu falando pra darem água pra ele... Não sei o que rolou, voltei pra perto da fogueira, não ia dar uma de baba pra alguém que eu nem conheço. Até que um carro entra onde a gente tava, eram os pais do menino do sapato, tiveram que buscar ele porque ele só tava piorando...
Por causa da confusão dos pais, uma das vizinhas chegou lá pra ver o que tava acontecendo, então o menino que eu tava beijando, já um pouco alterado levanta e fala que a gente tem que sair dali pra que não me deportassem kkkk eu fui com ele, entramos num lugar muito escuro e eu comecei a ficar com medo, porque por mais que eu goste dele eu não queria morrer. Fomos parar numa estação de trem e ficamos rondando por lá por um tempo, sem saber o que tava acontecendo na festa, mais tarde a gente voltou pra lá e tinham guardado tudo, os sofás, a música, apagado a fogueira, e estavam falando que tinha baixado polícia lá... Não vi nada. Tava todo mundo indo embora, e achei melhor eu também ir, mas minha carona tinha vazado, fiquei sem saber o que fazer, então tive que ligar pra minha hostmom pra ela vir me buscar, achei que ia levar esporro, mas ela achou até bom eu ter feito isso kkkk
No dia seguinte eu fui pra minha viagem, e foi muito boa, conheci gente nova e fiz coisas que nem acreditava que faria, inclusive pular de avião e de bungee jump! - mas agora, a história é sobre meu romance clichê
Quando eu voltei marcamos de encontrar várias vezes, e tudo tava sendo lindo e cor de rosa... conheci a família dele, até a vó kkk e ele a minha hostfamily. Eu tava nas nuvens.
Porém, com toda essa complicação do covid, minha data de volta tava sempre mudando. Até que confirmaram meu voo pro dia 29 de agosto, ok, me planejei organizei o que eu iria fazer. Só que uma semana antes me ligam avisando que mudaram a data mais uma vez, só que dessa vez pra 4 dias mais cedo! Eu entrei em pânico, por mais que 4 dias parece pouco, mas é muita coisa... Tive que remanejar tudo, remarcar as despedidas e tudo mais. eu tava muito emocional, chorava por tudo.
Até que um dia nessa última semana, eu tinha acabado de jantar e estava brincando com as crianças da minha casa, ele me liga e pede pra que eu fosse lá fora, fiquei super confusa, mas eu fui. DETALHE, tava chovendo também... Eu perguntei o que ele tava fazendo ali e ele disse que tava fazendo uma corrida noturna e que eu não poderia ir embora sem que ele falasse isso, foi aí que ele disse que me ama... Eu fiquei em choque, não tava caindo a ficha de que isso tava acontecendo, eu perguntei se ele queria entrar, tomar uma xícara de chá, sei lá... Ele me disse pra pensar sobre isso e que tinha que ir embora, então ele saiu correndo. Eu voltei pra dentro e não conseguir pegar no sono. depois, mandei mensagem pra ele falando que eu não esperava por isso e perguntei se ele tinha certeza do que ele tinha falado, conversamos bastante mas eu ainda não conseguia engolir, mesmo com ele sendo incrivelmente perfeito em tudo que ele falou pra mim. Na manhã seguinte tive minha sessão de terapia semanal, ouvi umas poucas e boas de como eu negava o amor dos outros, de como eu achava que por eu não me amar ninguém seria capaz de fazer isso... E cada palavra valeu a pena, quando acabou disse pra ele que queria ver ele, e de noite fomos pra cidade, e com toda certeza foi uma das melhores escolhas da minha vida. Jantamos pizza e caminhamos por todo lugar, e quando tava chegando a hora dele ir embora não deu, e comecei a chorar, me abri pra ele e disse que também amava ele, e ficou assim, os dois boiolas chorando num ponto de ônibus, olhando um pra cara do outro. Mas por mais triste que eu tava, me senti muito bem de estar vivendo aquilo. Levantamos e continuamos a andar pela cidade, dando sempre uns intervalos pruns beijinhos...
Então ele teve que ir embora, e quando ele deu partida na motinha dele eu gritei pra todo mundo ouvir que eu amo ele! Comecei a chorar de novo, muito muito mesmo, não só por ele, mas por tudo que eu vivenciei naquele país, vida, morte, conexão, solidão, despedida, saudade, amizade, amor, tudo que faz a vida valer a pena e como muitas vezes já pensei que nada disso valia a pena. Esses 8 meses me ensinaram o que é estar vivo, e sou muito grata por ter aprendido isso!! nessa minha profunda reflexão, meu ônibus chegou, e era um ônibus de dois andares, eu que não vou boba nem nada fui pra frente da parte de cima, chorar ainda mais e fazer esse filme ainda mais clichê...
Até que enfim, chega meu dia de voltar pro Brasil, ele foi no aeroporto se despedir, e eu não passei um segundo sequer sem chorar, desde Wellington até BH, quase 3 dias de viagem e de muitas lágrimas...
A gente tem conversado todos os dias desde que cheguei, e sinto muita falta dele, mas ainda fico com receio de expressar tudo isso e ficar ainda mais triste com a situação, não sei como começar a conversa sobre o que vai acontecer entre a gente, se estamos em um relacionamento a distância ou continuarmos nos amando só que em forma de amizade, se ele toparia um relacionamento aberto, ou sobre o que ele planeja pra nós... Tenho medo de conversar com ele sobre tudo isso e estragar o que a gente tá tendo agora, porque por mais que exista a distância ainda sei que ele está lá pra mim do mesmo jeito que estou aqui pra ele...
E é isso, só queria abrir minha história a debate mesmo. Valeu aí...
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2020.08.18 03:28 isaaaklotz Meu Nice Pai pt.2

Oii Luba, editores e turma que está a ler. Primeiramente peço mil desculpas por ter demorado tanto para postar o restante da história.
Bom, continuando os acontecimentos do que contei anteriormente. No começo da "separação" (meus pais ainda não estavam separados pela justiça) eles até que se davam bem, jantamos uma vez juntos no porão da avó demoníaca e assistimos um filme. Tudo certo até então. Porém de repente meu pai mudou muito, começou a ser rude com a minha mãe, fazer drama por nada, inventar histórias etc. Ok, estranho mas pode ser por causa da separação ou assim né? Mas o fim da picada foi quando ele me perguntou se eu andava ligando pra Liar e ameaçando ela e suas filhas, coisa que eu neguei prontamente pois nem o número dela eu tinha. E ele não acreditou em mim! Perguntava se eu tinha certeza, duvidando de mim, a própria filha dele! Minha mãe me defendeu, mas eu duvido que ele acreditou em nós.
Depois disso começamos a brigar bastante, pois tínhamos medo dele pirar e nos acusar injustamente de novo, por isso toda vez que ele tentava sair comigo e com a minha irmã dávamos uma desculpa esfarrapada pra não ir. Quando ele ligava para nós jogávamos os fatos na cara dele, como ele acreditava na amante dele, como ele preferia comprar coisas pra ela em vez de pagar pensão para termos o que comer etc.
Após um tempo as coisas sossegaram, paramos de brigar tanto e saíamos de vez em quando para almoçar com ele. Algo que eu achava estranho é que ele vivia falando mal da minha mãe pelas costas. Como isso que ele fazia era alienação parental (para quem não sabe, "a alienação parental é o processo e o resultado da manipulação psicológica de uma criança em mostrar medo, desrespeito ou hostilidade injustificados em relação ao pai ou mãe e/ou a outros membros da família.") e é um crime, eu comecei a gravar nossas conversas como prova se caso ele quisesse botar a culpa de alienação parental na minha mãe. E ele não fazia isso apenas quando saíamos para comer, também quando me levava no treino de vôlei, futsal e judô. Teve um dia em específico que eu acho que ele deve ter percebido que eu estava gravando nossa conversa. Na real eu não me lembro certo se foi a caminho do meu treino ou quando estávamos saindo do restaurante, mas ele me disse que "... não tinha problema, se eu não estiver gravando a nossa conversa". Enfim, era toda hora ele fazendo pressão psicológica para contarmos coisas sobre a nossa mãe, algo que com certeza não faríamos, afinal ela era e é a única entre os dois que realmente se importa se eu e minha irmã temos o que comer, e sinceramente, ela nunca fez algo de errado para poder incriminá-la de alguma coisa.
Chegamos ao dia 23 de outubro. Nesse dia teve os jogos de interclasses na minha antiga escola. Como naquele dia a minha mãe tinha outra audiência eu e minha irmã ficamos na casa de uma amiga minha da época durante a tarde toda (estudávamos de manhã). Até que chegou a noite, minha mãe me ligou avisando que estava saindo da audiência que acontecia na cidade vizinha, e me deu a notícia que o juiz estava nos OBRIGANDO a encontrar com nosso pai. Eu fiquei p da vida, meu dia estava indo tão bem e do nada vem essa bomba de bosta pra cagar com tudo. Fomos esperar o ser humano num café do outro lado da rua da praça, minha mãe na praça pra ficar de olho caso algo acontecesse. Quando vimos ele chegar, comecei a gravar a conversa. Ele sequer se sentou, apenas disse para pegarmos nossas coisas e entrarmos no carro pois iríamos na casa da mãe dele (ps: o ponto de encontro marcado ERA no CAFÉ, e não fora dele). Eu fiquei nervosa e comecei a tremer e gaguejar, e quase chorando liguei pra minha mãe e contei baixinho o que estava acontecendo. Ela desceu a praça mais rápido que o Flash e começou um barraco na rua dizendo que ele não podia tirar a gente do café porque o ponto de encontro era lá e tal. Ele ficou puto, e entramos num acordo de fazer o encontro num tipo de "concha musical" (que é uma contrução ao lado da prefeitura para bandas tocaram em datas festivas na cidade). Ficamos lá e depois do encontro eu, minha mãe e irmã fomos a pé para casa. (Eu ainda fico pensando o que poderia ter acontecido se tivéssemos ido junto com ele, eu não duvido nada dele). Esse foi o último dia que vimos ele pessoalmente.
Hoje em dia moramos na cidade natal da minha mãe, longe dele e perto da família que nos quer bem. Ele entrou raras vezes em contato conosco, coisa que eu não ligo muito por não querer mais vê-lo. Ele deve mais de 17 meses de pensão alimentícia, além do pró-labore/ salário que ele ainda não pagou pra minha mãe pendente do rolo no parque aquático. E um fato que eu acho engraçado é que não paga a pensão porque "NãO tEm DiNhEiRo SuFiCiEnTe" mas pagar o próprio casamento (sim gente, eles se casaram) e dar mimos pra amante e as filhas dela, pra isso ele tem dinheiro.
Acho que isso foi tudo, se acontecerem mais coisas eu vou contando para vocês.
Vou tentar escrever a história da avó demoníaca ainda hoje.
Bjs
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2020.08.11 05:24 vic_d_d Como essa pandemia destruiu tudo que eu mais amava

Iae pessoa desse sub, tudo em riba ?
Esse é meu primeiro post aqui, então... sla, parece tudo mais estranho pela primeira vez. Acho que como a maioria das pessoas, eu esperava muito desse ano. Formatura, novas amizades, novos lugares, e tudo parecia muito bem no começo do ano. Minha vida escolar estava indo bem, estava em contato com minha família e amigos, minha fé estava forte e tudo me parecia um mar de rosas... é, eu estava feliz. Aí... começou tudo a desmoronar pouco a pouco.
No começo da pandemia, uma familiar minha se envolveu com um cara, infelizmente ele tinha sérios problemas, chegou a nos roubar e ameaçar. Eles terminaram e tudo voltou a se acalmar. Então, minha irmã foi demitida do seu serviço no terceiro mês de experiência, e tenho certeza que aquele foi o trabalho que ela mais gostou. Logo veio a crise, passamos a depender do auxílio, não pagamos algumas contas, o aluguel mal conseguimos pagar metade. Como resultado, minha irmã formou um dívida grande, a dona da casa simplesmente nos mandou embora num prazo de duas semanas para encontrar outro lugar. Mudamos duas vezes, e quase mudamos uma terceira vez, que não deu certo. Agora estamos em uma casa pouco melhor, e parece estar tudo bem.
Retrocedendo um pouco... Bom, no começo do ano eu me aproximei muito de um amigo, ele literalmente era a pessoa que eu mais confiava e gostava de conversar em toda minha vida.
Eu comecei a gostar de uma pessoa, e ele acabou conversando com ela sobre mim. Para minha alegria momentânea, ela disse para ele que gostava de mim. Na mesma hora ele me contou, e eu, no outro dia falei com ela. Ela me disse que não, que não sentia nada por mim, e que tudo foi apenas um blefe. Me senti muito magoado, e isso só aumentou minha dor e baixa auto estima.
Meu amigo, mais a frente, se envolveu com uma garota, ela acabou se envolvendo comigo, e tudo desandou. Ele se afastou de todos nós, e mesmo na hora eu não entendendo, eu me sinto muito culpado por tudo que aconteceu. Nem sei se tenho coragem de lhe pedir desculpas.
Passou certo tempo. Eu e ela ficamos mais íntimos que nunca. Eu mudei minha personalidade, tentei mudar meu jeito de ser para ela, sacrifiquei tudo que eu podia, fiz o máximo para agradar e mostrar o quanto eu a amava. Por certo tempo, eu achei que era suficiente. Até um dia, ela me dizer que não sentia nada verdadeiro por mim, que eu não passava de seu "melhor amigo", e que só disse que me amava porque estava confusa, e pra não me magoar. Ali eu me destruí, eu me senti como um mero brinquedo, algo que vale menos que lixo. Agora, eu sinto que eu estou muito pior, me sinto o próprio lixo. Comecei a errar na minha fé, com meus amigos e familiares. Não gosto mais de sair na rua, não tenho mais forças para continuar na minha fé.
Mesmo tendo pessoas que sei que me amam, eu sinto que a qualquer momento eu vou afastar eles de mim. Me sinto fraco, incapaz e um completo idiota. Ja me machucaram tanto, e eu já fui tão forte para suportar isso. Mas agora, agora eu sinto que vou quebrar a qualquer momento. As aulas voltaram, eu apenas faço as com data de pendência. Mal consigo pensar em escola ou estudo, mesmo querendo aprender, já imagino que não vou passar de ano.
Eu não consigo terminar as coisas que começo, e isso me dói muito. Eu só queria dizer isso para alguém, e queria muito ter alguém do meu lado. As vezes só queria abraçar alguém e chorar, chorar até meu olhos doerem, chorar até toda essa dor passar. Desculpe o texto longo, imagino que poucas pessoas vão ler toda essa porcaria de desabafo idiota. Perdão qualquer coisa, boa noite.
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2020.08.03 06:01 Little_IcePrincess O DIA EM QUE EU COM NOVE ANOS MILITEI E ENFRENTEI A PROFESSORA DRAGÃO QUE HUMILHAVA OS ALUNOS

Hello Luba, gatas lindas e divas, turma que está a ler ou ver, espíritos dos falecidos papelões, e convidado presente ( ou seja ninguém), perdão se a história ficar confusa, só de lembrar me sobe o ranço.
Eu venho de uma longa linhagem de mulheres barraqueiras, então eu tenho esse dom no sangue. Quando eu comecei a estudar, ou seja entrei no primeiro ano, minha mãe me colocou numa escola de freiras, ela sempre foi muito religiosa, eu naquela época era muito quetinha então nunca se teve reclamações minhas ou quaisquer coisa do tipo, porém com o passar dos anos, eu já estando no terceiro, entrou uma professora nova no lugar, chamada Carlsmila, não vou expor mesmo querendo, incrível como todas as Carlsmilas da minha vida servem pra me estressar, que dava aula de português, matemática, geografia e história, essa professora desde o início se mostrou meio estranha, fazia piadinhas de mau gosto com os alunos tipo " Você é lerdo ou tem problema?" Essas coisas assim, todos tinham muito medo dela, então nunca falavam nada, eu não gostava daquilo, porém minha mãe sempre me disse que deveríamos respeitar as professoras, então eu ficava na minha, porém essas provocações não tardaram para chegar em mim, já que eu nunca tive uma letra bonita, e nem nunca me importei em ter, então ela vivia me humilhando por conta disso " Isso aí não é letra de menina, onde já se viu um negócio feio desses? Você entende isso aqui?" E arrancava a folha do meu caderno e me forçava a escrever tudo novamente, então eu comecei a pegar ódio por escrever, ódio que eu tenho até hoje inclusive, e cada vez mais tento mais preguiça de fazer, sempre fui preguiçosa, mas eu nunca havia falado nada, tenho muita paciência eu acho. Porém um dia foi a gota d'água, estávamos uma semana antes das férias e depois delas teríamos as provas, e então a professora passou um quadro inteiro e mais um pouco só com os conteúdos que iriam cair de cada matéria, e eu preguiçosa já copiei aquilo quase morrendo, mas copiei ( grave isso). Fomos para as férias tudo bonitinho etc, quando voltamos tivemos aquela semana de coisas mais divertidas, brincadeiras etc, e depois já era a semana que antecedia as provas, e era aula dessa tal professora logo antes do recreio em plena segunda feira a professora entra na sala, não fala absolutamente nada, e enche o quadro de coisa e fala copiem Eu, que sentava na cadeira da frente, sempre fui muito baixinha em relação aos outros, olhei para frente e comecei a ler o que estava escrito no quadro, foi quando eu comecei a achar aquilo estranho, aí que eu descobri que tinha memória fotográfica kk, ei percebi que já tinha visto aquilo, voltei as páginas do caderno e vi exatamente as mesmas coisas escritas, eram os conteúdos que ela havia passado mais de um mês antes, e então se seguiu o seguinte diálogo: – professora! – hm? – você já passou isso, antes das férias, tá aqui no meu caderno – e o que que tem? – eh.. então não precisa copiar né, já que eu já tenho isso – claro que você vai copiar – porque? Eu já tenho isso no caderno! – mas esse tem as datas – então eu só coloco as datas do lado, eu não vou copiar isso tudo só por causa de data!
Foi aí que ela me olhou com aquele olhar que fazia trancar o cu de qualquer um naquela sala, bom qualquer um menos eu naquele momento – você vai calar a boca e copiar isso AGORA! Ela gritou comigo, todos estavam um silêncio olhando pra ela e pra mim, e eu com toda a coragem e sem um pingo de senso de sobrevivência, levantei da carteira muito irritada (eu desde criança tenho tendência a acumular emoções, seja tristeza, raiva ou ódio, então isso fica somando dentro de mim até chegar num momento em que eu explodo, foi o que aconteceu aí), joguei o caderno no chão e gritei: – NÃO!! NÃO VOU COPIAR NADA!, VOCÊ JÁ PASSOU ISSO, E EU JÁ COPIEI, NÃO VOU COPIAR A MESMA COISA DUAS VEZES POR QUE VOCÊ TA COM PREGUIÇA DE PASSAR OUTRA COISA!
Nisso era arregalou os olhos, e ficou quieta preenchendo uma fichinha pra entregar na direção sobre mim, pensa na cena eu com 1,20 gritando furiosa, deve ter sido Ilário kkk, depois disso me sentei e peguei meu caderno do chão. Depois de alguns minutos ela terminou de preencher a ficha e me deu falando pra eu ir pra diretoria, e peguei a ficha da mão dela e sai da sala chorando já pensando que minha mãe ia me bater, eu nunca fui de fazer confusão, então está com medo, mas aquilo havia sido a gota d'água pra mim, eu fiquei andando pelo colégio até dar a hora do recreio, não fui pra diretoria, e depois fui pra lá a pedido das minhas amigas, já que depois era aula da professora novamente, e eu provavelmente iria me ferrar, cheguei na diretoria já sem chorar e como uma anã de jardim revoltada contei tudo para a coordenadora e mostrei a fichinha que tinha ganhado, em que a professora tinha escrito que eu havia sido desrespeitosa e não queria copiar conteúdo importante, a coordenadora leu aquilo e perguntou se eu poderia levá-la até a sala e me mostrar o caderno onde estava anotado, dito e feito, fui com ela até a sala onde a professora estava sentada olhando algo, não me recordo o que, peguei meu caderno e não apenas dei para a coordenadora, eu fui na frente da sala e comecei a ler em voz alta os trechos que estavam no caderno e depois os mesmo trechos no quadro e finalizei falando a data, isso na frente de todos da turma e da professora, após isso dei o caderno pra coordenadora que chamou a professora para a sala dela e deixou uma estagiária cuidando a gente. No dia seguinte minha mãe foi chamada na escola, mas não foi para briga, a coordenadora a chamou para me elogiar, ela havia perguntado para alguns outros alunos sobre a prof Carlsmila, e tinha descoberto tudo o que ela fazia, as humilhações e o medo que dava em todos os alunos, e queria me parabenizar por ser a primeira que teve coragem de enfrenta-la, e pediu desculpas para a minha mãe pelo ocorrido. Pelo resto do ano a professora nunca mais fez piada com ninguém e nem me olhou na cara, e as pessoas que fazia bullying comigo por conta da altura pararam depois do meu escândalo, medo eu acho kk, e depois daquele ano nunca mais vi a professora na vida, fim.
Obrigada por ler <3 Perdão se ficou confusa, é meu terceiro dia no Reddit, tô me acostumando bjos kk
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2020.07.10 01:53 MaxKrueger Triste constatação ao ler A Bola de Neve sobre Warren Buffet

Ao ler o livro da vida do Warren Buffet (A Bola de Neve) achei impressionante a diferença na criação dele quando comparada com a realidade nossa.
Tipo, se interessar pelo livro 'One Thousand Ways to Make $1,000' aos 7 anos e por outros livros de investimentos (bem pesados inclusive) desde muito cedo.
Tirando o fato dele ser muito precoce nesse quesito eu me pergunto como seria caso ele tivesse nascido no Brasil de uma família de classe média, há, digamos, 30 anos?
Ele teria tido chances de se desenvolver de forma similar? Nós somos fruto do meio em que vivemos, não?
Imagina você, com seus 10 anos, falando com seus tios sobre o mercado acionário. Pra mim seria algo impensável mesmo que eu soubesse sobre o assunto aos 10 anos, já que meus parentes eram quase todos de origem humilde e bolsa de ações era apenas outro número que variava diariamente que o apresentador do Jornal Nacional fala.
Sem falar que em 2002 Brasil tinha seus 80 mil investidores enquanto hoje tá em quase 2 milhões, mas mesmo assim é menos que 1% da população, quando nos EUA está na casa dos 52%.
Ou então se imagine com 17 anos indo até a sede de uma empresa listada na bolsa, para falar com alguém para tirar dúvidas sobre como tal empresa funciona e o que faz e ser atendido por algum diretor da empresa. Cara, eu trabalho na Petrobras e era prática comum esvaziar os corredores do prédio (da própria Petrobras) quando o presidente da empresa precisasse passar por ali, isso e elevadores privativos para que a alta diretoria nunca esbarrasse em reles mortais. Isso mudou mas era prática comum de longa data. Bater um papo com um diretopresidente é algo impensável, é outro mundo. Ou, então quando foi que você viu um político falar com seus constituintes sem ser por motivos eleitoreiros? Ou quando que você ligou para um político para falar de um problema de sua rua? (problema de mão dupla: nós não cobramos e eles não se misturam).
O livro também fala das peripécias dele, como colocar máquinas de pinball nos barbeiros para ganhar uma grana das pessoas esperando serem atendidas ou de revender bolas de golf recuperadas. Vocês se imaginariam com 12 anos comprando máquinas de pinball e negociando com donos de barbearias a instalação de tais máquinas para dividir os lucros das fichas? E isso sendo filho de senador? Pois é, Buffett acordava de madrugada todos os dias para entregar jornais mesmo sendo filho de senador, no Brasil tal filho ou teria seguranças ou seria empossado em um cargo faz de contas com salário na casa dos 20 mil reais.
A minha impressão é que no Brasil tal trabalho seria indigno, os pais não deixariam, a lei não deixaria e a polícia iria querer a parte dela. Enquanto nós somos o país do jeitinho nós não somos o país de empreendedores. Tudo é difícil e burocrático, lucro é uma palavra suja (mas corrupção por algum motivo não é, faz parte pras coisas funcionarem, desde molhar a mão do fiscal até molhar a mão dos políticos, que já ganham bem, para poder aprovar coisas... e nós aceitamos).
Nós vemos a bolsa como um cassino, algo para comprar e vender hoje, foco no curto prazo, talvez culpa da hiperinflação que assolou o Brasil, talvez culpa da fraca educação financeira que temos aqui nas escolas, que por si ensina coisas de pouco uso prático. Por exemplo, o foco do 2o grau é passar no vestibular para entrar na universidade, deixando habilidade práticas de lado, a menos que seja uma escola técnica.
É claro que nem todo mundo nos EUA teve as mesmas oportunidades que Buffett, que ele é precoce, etc, etc, mas as diferenças entre o modo de vida nosso e deles são gritantes.
Bom, só um desabafo, vejo isso como algo que nos difere muito dos EUA e que não tem solução mágica que em parte explica a frase dele 'Never bet against America; nothing can stop this nation'.

edit: caramba, não achei que ia ter uma reação tão positiva assim das pessoas, várias pessoas dando seus relatos de vida, legal isso. E assim, falaram que eu usei do complexo do viralata... poxa, eu amo o Brasil, adoro a cultura brasileira e vejo que nós estamos aceitando as coisas como são e nos acomodamos, não cobramos das autoridades, nos satisfazemos em ser menos, em produzir menos. Acho que meu texto é tipo um chute no saco para que a gente saia desse estado de estupor. É pessimista? Sim, é. Temos que mudar isso, não? Olhar pra frente ao invés de baixar a cabeça.
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2020.07.05 00:35 brbr3542 Fui abusado quanto tinha 5 anos

Primeiramente gostaria de dizer que esse texto possa conter gatilhos para certas pessoas pois é sobre abuso sexual. Sei como é doloroso e recomendo você pular esse post.
Nos meus 23 anos de idade NUNCA contei isso para ninguém. Sempre foi um segredo que guardei para mim, mas como dizem os psiquiatras e estudiosos do tema, quanto mais velho ficamos, mais a vontade de colocar para fora aumenta.
Tomei essa decisão porque hoje vi um post de um usuário aqui relatando como ele tinha sido abusado. Eu comentei meu caso, mas agora tenho mais detalhes.
Primeiramente, tudo o que dizem sobre os abusadores serem pessoas próximas é a mais pura verdade. Se você tiver filho, tome cuidado, pois 99% das vezes são pessoas próximas que abusam.
Segundamente, até uns 5 anos atrás eu não tinha consciência de que eu tinha sofrido abuso. Para mim tinha sido algo normal, mas definitivamente não foi.
Meu comentário havia sido com poucos detalhes, mas me lembrei de datas importantes. O primeiro abuso foi ao som de "Namorar pelado" (uma música de axé) e "Já sei namorar" dos Tribalistas. Ambas músicas foram lançadas em 2002 e o pior é que eu amo essa música dos Tribalistas e toda vez que ouço me remete a esse episódio.
Meus pais haviam me deixado um sábado na casa do meu tio para brincar com meus primos que moravam em outro estado. Em um dado momento, não me recordo como cheguei nisso, só me lembro que estava pelado e sendo penetrado pelo meu primo de 14 anos. Eu tinha somente 5 anos! Foi aí que eu me lembro que tive minha primeira ereção, porque ele ficava passando a mão no meu pênis até ele ficar duro para que eu tentasse penetrar ele.
Eu lembro até hoje da dor de sentir meu ânus sendo aberto pelo pênis dele. Fiquei nessa situação por uns 40 minutos. Retornei para casa e ele havia me dito que isso seria um segredo entre eu e ele "brincadeira de primos", como ele dizia. A diferença era que uma criança de 5 anos não tem consciência nenhuma da vida, enquanto um marmanjo de 14 já ejacula e produz espermatozóides.
Alguns anos depois, em 2005 (eu tinha 8 anos e ele 17) fui com meus pais até a cidade dele. Fui ao segundo andar no quarto dele e perguntei o porquê dele ter feito aquilo comigo e se ele lembra do que ele fez.
Ele disse que não sabia do que eu estava falando, pediu para eu trancar a porta e deitou na cama. Então ele falou que me explicaria se eu pegasse no pênis dele. Eu então segui o que ele disse, até o momento que ele pediu só para colocar a "cabecinha". Como estava trancado o quarto e, novamente, eu tinha somente 8 anos, não tinha noção da realidade, sentei nele, só que dessa vez o pênis dele era bem maior e mais grosso. Doeu tanto que fiquei quase 2 semanas sem conseguir sentar direito. Eu então abri a porta e saí correndo.
Depois desse dia nunca mais tive coragem de olhar na cara dele ou chegar perto dele. Atualmente ele possui uma filha e vive postando fotos da família dele dando a entender que é o pai perfeito.
Moral da história: pensamos que essas coisas só acontecem com os outros. Mas não. Eu sou de uma família classe média, sempre estudei em escola particular. Todos que me veem nem sonham que eu passei por isso. Ninguém que eu conheço sabe sobre isso. Você já se perguntou se alguém próximo a você foi abusado?
Eu nunca demonstrei nenhum sinal de que fui abusado. Por todos esses anos carreguei esses pensamentos. Já fiz psicóloga por 2 anos e NUNCA tive coragem de falar isso para ela. Vai ser algo que provavelmente vai morrer comigo, tirando aqui que posso postar anonimamente.
Tomem cuidado. Não deixem seus filhos ou irmãos com quem quer que seja! Esse meu primo é alguém acima de qualquer suspeitas e ele fez isso comigo. Os abusadores são os que estão mais próximos.
Desde esse episódio aos 5 anos tenho ansiedade e problemas com minha sexualidade. Não é apenas uma brincadeira entre primos quando um tem 5 anos e o outro 14, ou quando tem 8 e ele 17.
Eu só não contei para ninguém na época porque aconteceria uma tragédia. Tenho certeza que meu pai ou minha mãe matariam ele. Certeza absoluta.
Eu só rezo para que ele não faça nada de mal para a filha dele. Antes que digam, não vou contar isso para ninguém. Isso é algo que morrerá comigo no caixão.
Não deixem quem vocês amam sozinhos com NINGUÉM.
P.s.: eu tenho a impressão que a minha prima já falecida ajudou ele a me dopar para me levarem para o quarto quando eu tinha 5 anos porque eu me lembro dela fechando a porta com a gente lá dentro, mas enfim, não é algo que eu possa afirmar, então prefiro acreditar que ela não teve participação nenhuma nisso.
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2020.06.23 23:58 fekahmaguire5 SOU BABACA POR ME VINGAR DE UMA TRAIÇÃO?

Oi luba e todos que estão a ver,eu tenho uma história pra te contar,eu sei que vc ja tem várias histórias do cornagem no seu canal,mas eu acredito que essa pode ser diferente. Enfim,A história começa ano passado. Eu estava no terceiro ano do E.M e tinha uma namorada (pensa numa garota ciumenta,agora soma 15 e multiplica por 10,ai vc chega a 1/3 do que ela era.A gente estudava na mesma escola,mas de turmas diferentes e éramos aquele casalzinho que todo mundo admira. Aki na minha cidade tem um show no qual o público são adolescentes,e a minha namorada me chamou pra ir junto com ela,pq ela sabia que eu amava o cantor que ia colar lá,que no caso seria o Orochi.Eu falei que não ia pra Tai (a minha namorada) e eu achei que ela ia ficar triste por isso,mas ela implorou pra eu deixar ela ir sozinha no evento.No início eu falei que não,pq eu tava com medo dela me cornar,mas no fim eu acabei deixando ela ir,só que eu não sou burro,eu sabia que tinha um amigo meu que ia nessa mesma festa pra “vigiar” ela.Resumindo tudo,ela acabou me cornando e e meu amigo filmou a cena. Na hora que eu mostrei o vídeo ela começou a implorar pelo meu perdão,e eu acertei e vc ja vai ver o porquê.Eu estava voltando pra casa e estava abalado com tudo isso,ja que ela contou pra todo mundo e geral ficou me zuando de corno,e no meio do caminho eu parei em frente a casa de uma amiga minha que eu vou chamar de Lau,eu chamei ela pra conversar sobre o que tinha acontecido.E no meio da conversa ela pediu pra eu parar de falar sobre esse assunto porque magoava um pouco ela,(Meus amigos sempre falavam que ela tinha uma quedinha por mim,mas eu nunca levei fé,Até pq eu já tinha perguntado pra ela e ela disse que n sentia nada por mim). Voltando:Ela falou que doía ouvir o menino que ela gostava (no caso eu) falando da menina que ele gostava.Nesse tempo eu vi uma oportunidade perfeita de me vingar da Tai,e quando ela falou isso eu roubei um beijo dela,e enquanto a gente se beijava eu estava FILMANDO TUDO.Sim,eu usei a minha amiga brabamente,e disso eu me arrependo um pouco.Depois disso eu fui para casa e so lembrei do vídeo de novo a noite,e lembra do meu amigo que filmou a minha namorada me traindo,eu pedi ajuda dele de novo.Eu mandei o vídeo pra ele,e pedi pra gente ter uma conversa fake sobre isso. A conversa era basicamente ele me dando uma lição de moral, falando que como foi a décima vez que eu já tinha cornado a Tai ele ia contar pra ela,e eu falando pra ele não fazer isso e talz.E nisso eu pedi pra ele print da conversa, tomando cuidado pra não mostrar a data das mensagens e mandar o print + o vídeo pra minha namorada, falando que não aguenta mais esconder esse segredo e que eu e ela deveriam se resolver.E deu certo,no outro dia ela e as amigas dela me cercaram no pátio com a Tai chorando falando que eu era um idiota por ter feito tudo isso e ter cornado ela 10 vezes.Eu como estava me divertindo,resolvi botar pilha na conversa falando que não foram só dez vezes com uma cara de orochinho,digo,deboche.Naquele momento ela estava sentindo o que eu senti na hora,ou não, talvez eu tenha exagerado um pouco na vingança. Continuando,ela me perguntou quantas vezes foram,e eu respondi que parei de contar na décima segunda vez.Nesse momento tava todo mundo olhando e me achando um tremendo fdp,e foi ai que deu merda:Eu falei que pelo visto nosso namoro havia terminado e sai.E foi todo mundo consolar ela e eu fiquei pensando: “pq quando o garoto é corno ele é zuado mas quando a garota é corna ela é consolada?" Depois de uns dez minutos,a diretora do colégio me chamou.Pelo visto todo mundo era x9 e me dedaram pra ela.Eu fui de boassa pra diretoria quando eu vejo os pais da Tai la. No momento em que eu entrei o Pai dela quase voou em mim pra me dar um soco, só que os seguranças do colégio o seguraram. Resumindo a história,eu ganhei uma suspensão por ter “humilhado ela na frente de todo mundo" e ela não ganhou nada sendo que tudo isso não teria acontecido se ela não me traisse com outro alguém ou pelo menos não contasse pra geral.E também todos me acham um babaca, inclusive quem sabia que a história é fake.enfim,eu fui babaca?
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2020.06.18 01:35 _gie_022_ Nice mendigo no natal :D

ola lubixco, seres vivos, nao vivos e semi vivos, tudo bom? vim aqui pra contar a historia do meu tio sendo um nice mendigo no natal, sei q ja passou da data mas bem..... pq n, ne?
ponto importante: isso aconteceu em um jogo de natal q minha familia costuma fazer, o jogo se chama "amigo roubado", caso vc ja conheça pode pular esse parágrafo, caso não, ai vai a explicação: todos os que vão participar do jogo compram um presente (se for homem compra um presente de foco masculino, se for mulher um presente de foco feminino, ou so compra uma caneca q é oq eu faço todo natal, serve pros dois). No dia do jogo todos colocam os presentes EMBRULHADOS sobre a mesa e alguem tira o primeiro nome. A pessoa que saiu primeiro vai ate a mesa, escolhe um presente sem saber oq é, mostra pra todos (dps de desembrulhar) oq ela pegou e tira o proximo nome. É ai q a mer** começa! :D a pessoa q saiu em segundo pode escolher roubar o presente da pessoa1 ou pegar um presente na mesa, se ela for roubar o presente da pessoa1, a 1 pega um novo presente na mesa (se tiver mais alguem q tenha ido antes, a pessoa q perdeu pode pegar o presente dessa outra pessoa, e a pessoa vai catar um da mesa). Enfim, tem mais umas regrinhas mas o importante é isso, vc pega o presente das outras pessoas soq com regras.
a gente ia fazer esse jogo no natal e minha mae, quem tava planejando isso, mandou pra familia um limite de R$50, meu tio (o nice mendigo q vamos chamar de Cleytson) mandou mensagem pra mae falando q esse valor era mto alto pra ele. Ate ai a gente ficou de boa, ele é prof em escola publica, entao.... diminuimos o valor pra 30, assim ele poderia participar da brincadeira e quem quisesse comprar coisas mais caras, tudo bem, nós msm seguimos a ideia dos 50reais. Passou uns dias, chegou o natal, reunimos todos ao redor da mesa e começamos a brincadeira. Meu outro tio tinha se empolgado e levou 2 headset (um por ele e outro pela esposa), minha mae levou um caderno com garrafinha, eu uma caneca e o Cleytson um pacotinho pequeno, mas até ai tranquilo, as vezes povo coloca o próprio dinheiro embrulhado.
Nomes saindo, presentes roubados, povo gritando, a gente tava se divertindo bastante, até chegar a vez de um dos meus primos escolher um presente. Ele pegou o pacotinho q o Cleytson levou e quando abriu........ era um chaveirinho daqueles de R$3,50 q vc compra no caixa da papelaria. Mas se a historia acabasse ai ainda taria OK, não taria bom, mas OK até o Cleytson abrir um pacote q ele msm levou (sim, isso pode) (provavelmente a esposa dele so pegou o dinheiro e foi comprar as coisas q dava :v) e quando ele mostrou o presente era um daqueles colares com elástico preto q vc compra no camelô na calçada da rua. E AINDA TEM MAIS!!! Meu tio obviamente não gostou (afinal num lugar com caixa de bombom, fone de ouvido bluetooth, canecas bonitinhas e etc) e começou a fazer uma pirraça (ele ja deve ter 40 anos ou mais) falando q era injusto, q povo tava tirando coisa foda, palhaçada. Minha avó(mae dele) cansou das pirraça e roubou o presente dele na vez dela pra ele poder pegar outra coisa.... ele pegou um headset bluetooth e ainda ficou se gabando com ele.
duas historias bônus com esse msm Cleytson :D
1: nesse msm natal a gente fez outra brincadeira, todos q vao participar dao 10 reais, vc coloca a grana toda dentro de varias caixas bem fechadas com fita adesiva e quem conseguir tirar o dinheiro de la (usando luvas de forno pra dificultar) fica com a grana. Meu tio Cleytson começou abrigar e gritar q a esposa dele tinha roubado pq ela conseguiu o dinheiro e ele n
2: no natal anterior (sem ser o do ano passado, o outro) eu e minha mae passamos a tarde fazendo um pavê pra levar pra casa da minha avó, e como era o primeiro doce q eu fazia e tenho sonho de ser confeitera eu tava super empolgada pra cortar o primeiro pedaço do pavê e servir pros meus pais, ja q foram sempre eles q me encorajaram a fazer mer** na cozinha. Passou as horas, jantamos e estavamos esperando um pouco antes da sobremesa, pq tava todo mundo empanturrado, até eu virar a cara e ver o Cleytson comendo um pedaço do meu pavê. Ele foi na cozinha no silêncio enquanto todo mundo conversava e arrancou um pedaço enorme do meu pavê e ainda repetiu, mal deu pavê pra todo mundo. (no natal dos jogos ele fez algo parecido, eu tinha preparado uma torta de café e ele foi até a geladeira e ja ia pegar um pedaço da torta, eu gritei falando q n tava pronta ainda e se ele comesse ela daquele jeito ia ta pessima pq faltava coisa, pura mentira, so faltava arrumar a massa de biscoito pq n tava bonitinha k)
bem, é isso Lubixco, espero q minha historia te de dinheiro :3 =30
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2020.06.08 23:01 bea_rosa10 e vamos de como eu fui extremamente trouxa

ola turma, luba e editores lindos, vou contar a história de como meu ex me fez de trouxa. Começou tudo no ano de 2018 eu e o carls havíamos terminado a um tempo, e ele tinha começado a namorar a gente estudava na mesma escola, então nós víamos sempre, mas a tal namorada dele não gostava de mim, então proibiu ele de falar comigo, sim maluca, enfim, depois de um determinado tempo o carls terminou com a tal menina, e então ele voltou a falar comigo, depois de um tempo nos dois começamos a "ficar" de novo, sim fui extremamente trouxa, eu burra como uma porta achava que estava tudo umas mil maravilhas, até que o ano novo chegou, e ele ficou estranho comigo, eu burra achei que algo tinha acontecido na casa dele e tals, e como uma pessoa boa, eu fui perguntar p ele se ele estava bem, e ele respondeu que sim mas de uma maneira seca, eu sendo agente treinada do fbi fui stalkear ele, foi a PIOR COISA QUE EU PUDE FAZER, naquela rede social que começa com t e termina com witter, estava lá na discrição dele, a data de namoro com a tal menina, ELES TINHAM VOLTADO, e eu não sabia de nada, mas como a pessoa fina que sou, fiquei na minha e não falei nada com ele, alguns dias se passaram e ele começou a postar fotos COM A MENINA NA CARA DE PAU, todos os meus amigos começaram a pergunta sobre né, pq ele tinha postado várias declaração p a tal namorada, um tempo se passou e as aulas voltaram, até então eu não tinha visto e nem falado com ele, as semanas passaram e o carls tentava falar comigo e pedir desculpa, até que um tempo depois eu voltei a falar com ele, ele me disse que tinha terminado novamente com a menina, e eu com o meu nível super alto de trouxa, acreditei, e aí que as coisas pioram, voltamos a conversar, E EU BURRA VOLTEI A FICAR COM ELE, sim, eu sei, e acreditem, eu achava que daria tudo certo dessa vez, eu novamente agente condecorada do fbi fui dar de stalker novamente, entrei naquela rede social de t e witter e vi q não tinha nada suspeito, BUT ele continuava a seguir a tal garota, o que era estranho já q ela tinha traído ele, eu esperta, entrei no perfil dela, foi quando eu vi, e lastimei toda a minha existência, estava lá, fixado no perfil dela a foto DOS DOIS COM UMA LEGENDA TOSCA, sim amigos, tinha acontecido novamente e quem foi a palhaça novamente? sim, eu, isso tudo aconteceu no ano novo, SIM NOVAMENTE NA MESMA DATA, fui tirar satisfação com ele, eu estava virada no girai, completamente decepcionada, mas não surpresa, brigamos, como minha escola só tinha até o 9 ano, acabei saindo de lá, fiquei 6 meses sem falar com ele, até reencontrar ele numa festa, EU BURRA fui falar com ele, adivinha quem é meu amigo hoje? o carls, ele sempre tentou ficar comigo novamente mas depois daquilo tudo nunca mais, é isso, espero que tenham gostando <3
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2020.06.07 17:13 weerdy Fui babaca de não ir no casamento do meu ex-melhor amigo?

(O texto é longo mas ta separadinho em parágrafos)
Desde os 13 anos, - tenho 24 agora - eu tinha um amigo que estava comigo todo dia, o tempo todo. Ele e Eu chegava da escola e ia direto pra casa dele. Era tão comum que a família dele me considerava como alguém da casa já.
Eu dormia lá frequentemente e se eu chegasse em um momento que ele ainda tava dormindo eu entrava direto e ficava jogando video game. Todo dia a gente fazia coisas juntos como andar de bicicleta, passear na mata, nadar, jogar, pescar e às vezes acampamos.
Isso aconteceu por anos. A própria irmã dele chegou a me falar uma vez que eu era muito mais próximo dele que os irmãos dele. Nós tínhamos muita intimidade e conversamos sobre tudo. Ele passou a trabalhar no negócio da minha família junto comigo então passamos mais tempo ainda juntos. Depois quando eu tinha 18 anos eu morei com ele um tempo.
Era uma pessoa completamente presente na minha vida o tempo todo, por muito tempo. Até que nesse tempo em que eu morava com ele eu tive uma crise de depressão muito profunda.
Não vou entrar em detalhes pra não deixar um clima ruim. Mas era bem sério. Mesmo ele não sendo um cara de demonstrar sentimentos e essa coisas, eu esperava que fosse ter ajuda dele. Ser procurado, receber um pouco de atenção.Só que nesse tempo ele conheceu uma garota e começou a sair com ela. E daí pra frente, ele simplesmente sumiu. Eu morava na mesma casa que ele e não via ele. Alguém que era presente na minha vida o tempo todo de repente se tornou alguém que raramente eu tinha algum contato além de “Eae”, “Valeu”.
Eles namoraram e eu continuei ferrado e sem ver meu amigo. Isso durante meses. Depois disso eu me mudei. Se já não via ele mais estando lá, quando mais não estando. Se passou mais um tempo - menos de um ano - e eles iam se casar. Ele tava precisando de dinheiro por que tava gastando construindo uma casa pra eles. Ele veio me perguntar se eu queria comprar o carro dele e me ofereceu por um valor muito baixo. Eu disse que se comprasse ia revender mais caro e que preferia ajudar ele a vender por um preço melhor. Arrumei um comprador pro carro dele pelo dobro do preço que ele tinha me oferecido. Chamei ele pra fazer alguns bicos numa reforma que eu estava fazendo na casa que era dos meus avós. Isso pra ajudar ele a arrumar grana pro casamento dele.
Quando eles marcaram a data e estavam acertando as coisas eu estava esperando ser chamado para ser padrinho. Afinal era uma coisa muito óbvia entre a gente. Durante esses anos em qualquer conversa que a gente tinha sobre isso, ou que nossa família falava sobre isso era sempre um sendo padrinho do outro. E simplesmente nada. Ele não me chamou pra ser padrinho. E nem sequer mencionou comigo. Eu fiquei sabendo pela minha mãe que a sogra dele velha do cacete que tava escolhendo os padrinhos. E os que foram escolhidos nem pessoas próximas dele eram. Eu fiquei muito chateado com isso. Eu recebi um convite normal do casamento pela minha família e nem um “foi mal, não deu pra chamar” nem nada. No dia do casamento ele me mandou um “Ei, o casamento é hoje. Não esquece hein.” no whatsapp. Eu respondi com “Eu sei que é hoje. Pode deixar que eu não vou esquecer.”
(Não tenho mais como printar pois não uso o mesmo numero de whatsapp da época. Pode tirar esse nariz do microfone) Eu não esqueci. E nem fui no casamento. Cortei contato com ele e raramente o vejo hoje em dia. Mas agora tempos depois, eu tenho dúvidas se eu estava certo ou se eu me deixei levar por inveja.
Atualmente eu sou Bi (mas não oficialmente se é que vc me entende) e eu percebo que eu tinha um crush nele. Ele era super bonitinho, fazia totalmente meu tipo, tava comigo o tempo todo e eu tinha muita admiração por ele.E vamos considerar né que relembrando eu penso também em todas as vezes que a gente tava só de cueca de boas, dormia juntos às vezes na mesma cama ou em barraca de camping - afinal éramos dois rapazes então não tinha maldade nenhuma ( ͡° ͜ʖ ͡°) - e o corpo dele que eu sempre ficava olhando quando a gente nadava né (hihihi)
Então será que eu tava certo em não ir no casamento, ou eu fui babaca por sentir inveja da relação dele com a noiva (atual esposa) dele?
(Lubinha, se quiser ver fotos da gente na época me manda PV. Se quiser um namorado também)
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2020.06.06 18:57 PedroMR18 Eu sou o babaca por brigar/discutir com um homossexual (leia tudo para entender mais)

Olá Luba, gatas, editores, convidado que quase nunca está aí (não é bullying se é verdade) e turma. Meu nome é Pedro e eu sou de Belo Horizonte, ent se quiser fazer o sotaque mineiro, pode fazer.
Obs: desculpa se ficou muito grande a história
Título: Eu sou babaca por discutir com uma pessoa homossexual?
(Eu sei que o título já diz que eu devo ser o babaca, mas continue lendo pra poder entender de todos os detalhes)
Bem tudo começou no início desse ano, quando eu entrei em um grupo de Whatsapp, aí assim que eu fui perguntar o que que tava acontecendo, a minha amiga, vamos chamar ela de Bianca (ela era a Admin do grupo) falou que depois daquela última vez, ela queria tentar sair de novo (meus amigos e eu tentamos sair em grupo no final do ano passado, mas acabou não dando certo). Aí quando eu fui ver, já tava todos os meus outros amigos, ela(Bianca), eu, vamos chamar os outros amigos de Alice, Karen(diferente das outras, essa é legal) e o Herman. E eu, como a maioria das pessoas de 14, 15 anos, que é bastante comum sair com os amigos nessa idade, eu nem pensei duas vezes e já aceitei o pedido(também eu só consigo ver eles pessoalmente 2 ou 3 vezes por ano, porque eu tinha me mudado de escola já faz uns 3 anos, mas eles não, só o Herman e um outro amigo meu que foi comigo para outra escola). Pois bem, além de mim, todo mundo também concordou sobre a idéia, o problema era pensar em um lugar legal para a gente poder ir e no dia e hora. Ao longo daquele dia, foi surgindo várias ideias, até q as duas que chamaram mais a atenção foram da gente ir no paintball e no Scape Room. Quem tinha pensado no paintball foi a Karen e quem pensou no Scape Room foi a Bianca, e sem pensar duas vezes, eu concordei na ideia da Karen, a do paintball, pois eu já tentei ir acho que 4 vezes em algum paintball, mas eu nunca consegui, então eu vi em mim uma oportunidade de eu finalmente conhecer, sentir, pisar, e o mais importante, jogar paintball pela primeira vez na minha vida. Depois de algum tempo, a Bianca teve a "brilhante" ideia de querer chamar mais gente para pode ir no passeio, todo mundo aceitou a ideia e nós começamos a chamar mais gente. A Bianca acabou chamando duas pessoas, vamos chamar eles de Marcelo e Léia, e eu chamei aquele meu outro amigo que foi pra mesma escola que eu, vamos chamar de Carls. Ok, agora ao invés de 5 pessoas, nós agora tínhamos 8 e até agora nós já tínhamos planejado apenas um terço do passeio, que é quem que vai, os outros dois terços eram aonde e quando que seria, então depois do Marcelo, Léia e Carlos terem entrado no grupo, nós fizemos uma votação para saber em qual lugar nós iríamos, e de oito pessoas, ficou 5 a favor do paintball e 2 a favor do Scape Room. Assim que vimos os votos, todo mundo aceitou a ideia do paintball, menos a Bianca, por que pra mim, deu pra perceber que ela tinha perdido o ânimo de ir no passeio por que perdeu uma votação boba e que queria muito ir no Scape Room, mas eu não tinha tanta certeza disso e não falei nada e só continuei seguindo a minha vida. Bem, depois de algum tempo, talvez até um dia depois, ouve o ponto principal dessa história, enquanto todos nós estávamos planejando tudo, as vezes nós zoavamos, brincava, se divertia e conversava uns com os outros, e uma das pessoas que estava fazendo isso era o Marcelo, e ele conversava tanto, mais tanto, que na primeira hora que ele entrou no grupo, eu já descobri que ele era homossexual, estudava na mesma escola que as meninas e mais um monte de coisa. Até aí tudo bem, mas é agora que deu ruim, por que um dia, eu estava com uma dúvida sobre tal assunto, aí o Marcelo veio me responder desse jeito: "Amado, não é assim não...".Na hora, eu achei aquilo muito estranho e fui dizer a ele que eu não queria ser gay e que eu estava afim de uma menina, o problema é que ele gostava muito de falar a palavra Amado(a), só que já que as meninas eram as que mais falavam naquele grupo, ele acabava falando mais a palavra amad(A) do que amad(O), e eu só percebi isso dias depois, e depois de eu ter falado aquilo com ele, ele do nada começa a me xingar, discutir comigo, ele até começou a do nada falar ou cuidar da minha vida pessoal, como que eu nunca vou ter uma namorada e etc, e ele ainda falou que EU é que estava cuidando da vida dele, e pra piorar, a Bianca simplesmente do nada começou a apoiar o Marcelo, eu não sabia se ela queria zoar da minha cara ou se ela estava querendo jogar toda a raiva dela em mim. Na hora eu não estava entendendo mais nada, e toda vez que eu tentava pelo menos explicar alguma coisa, mais comentários ruins estavam chegando, não dando nem como eu explicar pra ele a situação. A parte boa dessa discussão foi que pelo fato de eu ser uma pessoa "muito zoeira", eu as vezes mandava umas figurinhas durante a discussão, e eu lembro que o Herman até me ajudou uma hora mostrando a figurinha da carta reversa do Uno. Bem, a treta continuou por um tempo, e acho que estava todos lendo a conversa, até que uma hora eu decidi sair do celular por um tempo e fui fazer outras coisas da minha vida, a sorte é que eu estava com raiva, mas é aquela raiva que você quase nem sente ela por dentro (não sei explicar melhor). Bem, chegou o grande dia, o dia em que eu finalmente jogaria paintball na minha vida, o problema é que eu não parava de pensar no que o Marcelo disse ontem, mas eu não deixei isso me atrapalhar. Chegando lá estava todo mundo, menos a Bianca (vocês já sabem o por que), quem não estava lá também era Léia, pois ela disse que ela infelizmente não tinha como ir e tinha que cuidar do irmão (eu não sabia se era verdade ou não, mas ela era legal, então eu acreditei naquilo) e quem também não estava lá era a Alice, e você deve estar se perguntando, o que aconteceu pra ela não poder ir?, e eu respondo: nada, ela não falou nada. Eu só não me abalei com as 3 não poderem ter conseguido ir, por que eu já estava cansado de ter que mudar a data do passeio por causa que não dá para alguém ir em tal dia, e também o Carlos tinha chamado um outro amigo dele e o irmão dele. Bem, depois de eu ter chegado lá, estava todos sentados no vestiário, provando as roupas, e quando eu sentei no banco que tinha lá, a primeira coisa que a Karen fala para mim é: "eu falei com a mãe da Bianca e ela disse que não sabia de nada sobre o passeio", na hora eu não falei nada, mas dentro de mim estava uma festa por que eu sabia que ela tinha deixado de ir por alguma coisa. Bem, depois de vestirmos as roupas, nós fomos para a área de tiro, e lá a gente jogou por um 1 hora (obs:eu e o Marcelo ficamos no mesmo time, e nada deu errado, nós até ganhamos o jogo e eu JURO que antes do jogo, eu iria apertar a mão dele e dizer: bom jogo, mas acabou não dando certo, pois já estavam todos esperando e eu ainda tinha que guardar minhas coisas pessoais), e depois do jogo, nós aproveitamos e fomos no shopping que tinha do lado do paintball, e lá nós fomos comer, lá estava legal, as unicas partes ruim de lá é que eu fui enganado pelo burguer King, pois eles me deram um hambúrguer vegano que tinha carne (aquela carne que é modificada pra ter apenas coisas sem carne), e a outra coisa ruim foi que eu não conversei muito com a Karen, pois ela veio junto com o Marcelo e ele estava do lado dela o tempo todo, e eu não iria conversar com uma amiga que eu gosto com uma pessoa que não gosta de mim do meu lado. Bem, esse foi o meu dia, foi muito legal pra mim, e quase nada me tirou do sério. PARTE BÔNUS: alguns dias depois, quase ninguém falava mais nada naquele grupo(detalhe, a Léia é grande fã sua e ela acabou colocando uma foto sua de perfil e mudou o nome para Bahh néh vish kk), só falamos de como foi o dia e depois só, até que veio um dia em que o Marcelo continuou falando mal de mim e até me retirou como um dos admins do grupo, mas eu consegui ser uns dos Adm de volta e depois ele falou que se eu encostar, conversar ou me meter com os amigos dele (que também eram os meus amigos), ele disse que eu estaria ferrado, e eu acabei falando que eu estaria MUITO ferrado, pois 2 dias depois seria a festa de aniversário do Herman, e todos estariam lá, menos ele e a Léia(o problema é que ao invés de falar que seria daqui a 2 dias, eu acabei falando q seria no dia seguinte, o que fez a Bianca e o Marcelo rirem de mim). Uma semana depois o Marcelo resolve sair do grupo e fala por que "ele já estava em outros grupos" e a última coisa que ele falou antes de sair foi: "ahh, e Pedro, deixe de ser um babaca, ok?". Na hora em que eu li a mensagem, eu falei pra mim mesmo: "esse cara é um sem vergonha" e já que eu sou uma pessoa meio que "teimoso", eu fui falar com ele no privado sobre ele ser um sem vergonha, e logo depois ele começa a cuidar da minha vida de novo e fala que ele dá mais valor pras meninas do que eu e que ele ajuda elas nos momentos mais difíceis, uma mentira, pois eu falo com elas todos os dias (por causa da quarentena eu deixei de falar um pouco) e já resolvi muitos problemas delas. Depois daquilo tudo, eu resolvi bloquear ele e eu nunca mais vi uma mensagem dele.
E então, quem foi o Babaca da história?
Bem Lubisco, espero que tenha gostado da história, desculpa se ficou muito longo, mas eu precisava escrever isso, espero que tenha gostado, assisto todos os seus vídeos já faz um ano (por incrível que pareça, eu comecei a ver eles no dia do seu aniversário do ano passado kkkkkk). Beijos, tenha fé que você não vai morrer sozinho, use sempre fones de ouvido daqueles de obra quando o Jean estiver no vídeo, não postem memes no turma-feira, volte a reagir o canal Janela da Rua, termine o Led, concerte os papelões e te adoro ≥30.
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2020.06.06 16:08 GazellaLachifre O beijo perfeito

Olá, sou uma menina pan, que ainda tem muito para viver. Podem me chamar de Gazella, e alerto, essa história é graaande e fofa, depois tem continuação com tragédias. Porém, gostaria de compartilhar esse momento da minha vida.
Bem, em 2019, eu tinha acabado de superar do meu primeiro relacionamento de verdade, esse também, uma bosta daquelas. Mas felizmente, estava saindo de uma escola que eu eternamente vou odiar, ou talvez não. O motivo de eu odia-la, é outra história para contar. Quando eu saí dessa escola, eu estava louca para namorar uma menina, desesperada por um romance, eu tinha 14 anos e talvez, ainda nem tenha idade para viver um romance de verdade. Eu tinha um grande crush numa menina da minha antiga escola, que continuava a ser minha amiga e ir me visitar no colégio em que estava no momento. Eu deixava muito claro que era afim dela, mas, ela não estava preparada para sair do armário e também eu não posso e nem devo puxar ela para fora dele. No final, ela acabou me decepcionando com as indecisões dela sobre mim e eu acabei seguindo a vida sem a guria. E onde eu quero chegar com isso? Então, isso foi o que me deixou louca para conseguir algum crush em alguém, pois eu não tinha feito amizades na escola, portanto, sem motivos para querer ir e me empenhar nos estudos. Mas sabe o que poderia me deixar animada para ir na escola todos os dias? Um crush, daqueles que você sabe que provavelmente nunca vai ter, mas era suficiente para mim. Daí apareceu minha amiga, Lex, que na época, do nada me deu um Doki Doki e por algum motivo, veio do olhar que ela me direcionou (quase nem direcionou), tinha sido muito UOu. E eu entrei numa missão em saber se eu tinha chances com aquelas menina, no final, não perguntei nada pq tinha muita vergonha na cara para chegar do nada e falar "coé, gostaria de dar uns pegas?" E aí, que uma colega de sala, antigamente ficante de festa, me disse que ela tinha uma prima sapatão, ou seja, pelo menos assumida para si mesma. Me bateu um fogo no cu, que rapidamente eu pedi para informações sobre ela e se eu tinha chances. E vocês já sabem como termina, né? Contatinho trocados. Conversa vem e conversa vai, eu e essa prima da coleguinha, combinamos de sair o que era para ser um encontro nosso. Curiosidade, seria a primeira vez que sairia sozinha com alguém sem meus pais conhecessem esse alguém. Por mais que tivessem duas velas no encontro, o irmão dela, que a levou e o amigo dela que teve que ir ou a mãe dela não deixava ir "sozinha", ele não pode ser mais perfeito para o primeiro de todos. Sim, foi meu primeiro pq o antes dela nem fez um esforçinho. No final, não teve beijos, ou coisa assim, foi fofo e eu me diverti muito com ela. Sonsa do jeito que era, eu pensei que a Lulu era a destinada. Sinceramente, é um pensamento fofo que eu tenho da minha parte mas bem problemático. Passou-se um tempo e do nada estávamos namorando, aliás, nem data teve para o começo do namoro porquê não teve pedido??? A gente somente começou a chamar-se de namoradas. Mas, a gente ainda não tinha dado um selinho, e bem, adolescente, fogo no cu, destinadas, já sabe né. Um fato relevante, meus pais ainda não sabiam sobre minha sexualidade. Com o pensamento de pegação em mente, eu chamei ela para vir aqui em casa, quando não tivesse ninguém, o que ano passado era bem comum já que meus pais trabalhavam e meus avós cuidavam de meus irmãos mais novos. E deu certo, mesmo nervosa, ela veio. No começo foi conversar para lá e cá, até eu ter uma atitude e dar o primeiro passo. Eu nunca na minha vida, até aquele dia, eu sabia que conseguia dar o primeiro passo, que no caso, se eu não o fizesse, ficaria sem a porra de um beijo, e eu queria muito saber se o beijo era tão bom quanto nossa comunicação. E rolou gente, E COMO ROLOU, foi a primeira vez em que me senti em uma fanfic, eu juro pela minha vida que eu senti minha barriga cheia de borboletas e eu estava muito nervosa. Foi tão fanfiqueiro o beijo que tinha até suspiros no meio, sabe, quando você admite que está gostando ao se derreter num suspiro? Eu nunca fiquei tão feliz por causa de um beijo. No entanto, quando a gente se separou, o nervosismo bateu, eu levantei e saí andando para cozinha. E eu voltei, ela tava sentada no sofá como estava antes, daí eu saí e voltei, até parar no lugar e olhar para ela. Lulu tava com um olhar tranquilo e super na boa, enquanto eu estava tremendo, e mais tarde ela ainda teve a cara de pau em falar que estava super nervosa igual a mim. Ok, né, eu acho que ela percebeu e me chamou para voltar pro sofá, pedindo por mais um beijo, e mano, se eu não estivesse vermelha, naquele momento estava ardendo que nem pimenta. Rolou mais um beijo, um pouco mais quente que o anterior, mas foi aí que eu fiquei mais nervosa ainda pq eu nunca tinha me sentido assim a alguém, então, quando nos separamos de novo, eu fiquei vários e vários minutos abraçada a Lulu, acalmando os ânimos, tentando apagar o fogo que só aumentava. No final, ela teve que ir embora, pois estava ficando tarde e ela tinha que voltar para casa logo, eu fiquei por muito tempo pensando no beijo e acabou sendo o único de nosso relacionamento. O próximo post, conto sobre o porquê que foi o único.
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2020.06.04 01:07 LightnightH Fui contar para minhas primas sobre o meu relacionamento segreto com o nosso titio e o que aconteceu foi intenso.

Olá luba, editores e turma que está a ver. Vou contar uma história que ocorreu no pior ano da minha vida, 2019.
Lá estava eu em um novo estado, começando uma nova vida, e conhecendo meus parentes distantes. Fiz amizades com minhas primas, e logo me tornei muito amigas delas. (Isso é importante, guardem). Conheci meus tios e tias, todos amistosos e calorosos, menos um, meu tio jooj é o filho mais novo da família, tendo apenas 24 anos, não somos tio e sobrinha 100%. O pai dele não é meu avô.
No início não nos falávamos, apenas trocávamos olhares, e eram intensos, comecei a gostar dele e decidi tomar iniciativa e chamei ele no messenger. Conversamos por um mês inteiro, no início eram memes de lá e de cá, marcações no Facebook, até que do nada a conversa evolui, e quando percebi ele já estava me mandando foto da benga. Começamos a ficar, e era em casa mesmo, morávamos eu, meu tio, minha avó e tia (irmã dele). Ninguém descobriu até ai, porém todo meu mundo rosa caiu, quando ele finalmente conseguiu me comer, pois ele parou de falar comigo do nada. Tentava falar com ele, mas ele não falava comigo, jooj até excluiu o Facebook dele e mudou para a casa da sua outra irmã. Me senti usada e jogada de lado, então decidi me abrir para as minhas primas. Ambas ficaram chocadas e tentaram me confortar.
Se passaram dois meses, e ele voltou para casa, eu logo de cara percebi que ele estava diferente e muito radiante, o que era estranho, já que ele pagava muito de sadboy na net. Por todavia decidi não tentar conversar com ele e fiquei na minha.
Era setembro quando a bomba explodiu. Minha tia estava lavando louça quando ela diz. "Nin, você pode me responder algo com sinceridade? " "Sim, tia?"
"Você já ficou com jooj?"
Eu tentei mentir, mas sou péssima mentirosa, e acabei admitindo tudo. Logo eu descobri que uma das minhas primas estavam espalhando isso, não só para minha família, mas para a escola e o bairro todo também sabiam.
Ele claramente ficou puto e me culpou por tudo, dizendo que eu era uma linguaruda e deveria ter falado com ele, e como minha pessoa estava em choque e tentando processar tudo aquilo, eu só sabia pedir desculpas e para ele me escutar. Ele não me ouviu e ainda disse para mim "desmentir" tudo aquilo. E meu tio estava tentando a todo custo me culpar por tudo mesmo, usou até o argumento de eu gostar dele e por isso estava mentindo.
No final, todos, não só a família, ficaram sabendo. Minha tia que morava conosco ficou do "meu lado" , mesmo que ela tenha passado um pano fodido para seu irmão mais novo, eu compreendi o lado dela, minhas tias (ex noivas dos meus tios) ficaram totalmente do meu lado, e colocaram a culpa nele também, minha avó só disse para eu fazer o teste de gravidez e mandou um foda-se para o resto. Meu tio ficou com muita raiva de mim na época, e me ignorava mais do que já me ignorava, e eu fiquei como a vilã e a ovelha negra da família.
Edit: O motivo da felicidade dele, era porque ele tinha começado a namorar. E pelas datas, eles se falavam quando eu e ele ficavamos ainda. Ele "terminou" comigo para namorar sério com ela. Porém seu relacionamento foi por água a baixo. Nem preciso dizer o por que.
Espero que tenham gostado da minha história. Beijos. <3
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2020.05.31 10:34 o_arrombado_da_3b Meus "colegas" de sala não foram com a minha cara e decidiram me f#der

Criei essa conta só pra postar isso pois caso esse post receba atenção eu não quero meu nick estampado nele
[AVISO DE POST LONGO]
Acho melhor eu contextualizar vocês um pouco antes de ir direto pra história
Tenho 17 anos, estou no terceiro ano do ensino médio. Sou uma pessoa extremamente tímida e antisocial tenho problemas para me comunicar e fazer amigos -tanto que tenho apenas dois que estão comigo a uns 5 anos- porém no fim de 2019 me mudei de uma cidade relativamente pequena (200mil habitantes) pra ir morar com meu pai na capital pois meu relacionamento com a minha mãe era algo que tava me fodendo psicológicamente e eu não prefiro nem lembrar.
Agora vamos para a parte que importa
(Começo do ano) Como disse já estou no meu ultimo ano escolar, depois de 11 anos na mesma escola simplesmente mudar do nada não foi uma experiencia muito agradavel, boa parte devido ao fato de que jovens são meio arrombados e também por que eu não me encaixo em nenhum grupo (nunca consegui me encaixar em nenhum na escola antiga também mas isso nunca me incomodou) e a maioria ja estava "fechado" com pessoas que já se conheciam previamente. Então eu pretendia passar mais um ano da minha sem me relacionar com ninguém e depois só seguir a vida.
(Fevereiro - Março 2020) Algumas semanas de aula se passam e tudo está ótimo; eu não enchi o saco de ninguém e ninguém encheu o meu, até que chega um rapaz pedindo meu número pra me colocar no grupo da sala, obviamente aceitei porque grupos de sala são extremamente úteis pois sempre tem os herois que mandam exercícios trabalhos e etc. . (Vale citar que que algum tempo atrás ele tava passando de mesa em mesa coletando número de todos da sala mas passou direto por mim, não liguei muito por que pelo menos no grupo da sala eu ia estar já que no ultimo ano eu passei meu número pro cara que era adm do grupo e ele cagou e nunca me adicionou)
Dois dias depois estou eu no meu canto mechendo no meu celular lendo um livro e cuidando da minha vida quando chega uma menina falando comigo, ela tava agindo um pouco estranho e percebendo isso eu olho pra trás dela e tem o grupo de amigos dela (que por acaso tem o mesmo rapaz) e vejo que todos estão dando risada. "Qual é o seu nome?" ela perguntou. "⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀" eu respondi. Então ela diz que me achou bonito com um sorrizo irônico no rosto (nem que tivesse com a cara mais séria do mundo eu acreditaria) e também diz que queria me dar um abraço. Eu olho pros amigos dela e eles tão rachando o bico como se fosse a coisa mais engraçada do mundo. Nessa hora eu estava extremamente desconfortável (não me leve a mal mas eu já não gosto muito de contato físico, muito menos com uma pessoa que eu nunca vi na vida) eu tento negar educadamente e me afastar da garota quando ela me abraça e tenta me beijar, Nessa hora eu levanto da minha cadeira bem rápido pra me afastar e digo de forma bem clara pra garota me deixar em paz. Ela volta pros amigos dela e eu tento retornar ao meu estado de tranquilidade e ler meu livrinho. Daí pra frente começou a desandar, toda vez que era conveniente os amigos dela traziam o assunto pra todos de como eu era cusão que deu um fora na amiga deles e empurrou ela; Atividade em grupo? "Não faz com o⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ não em que ele deu um fora empurrou minha amiga" Ed. Física? "Cuidado com o ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ele gosta de empurrar" Muito engraçado porém pra mim não foi um grande problema por que eu decidi que não ia me incomodar com isso. E então chega aquela semana onde paralisaram as aulas pela primeira vez e todos os professores decidiram passar trabalhos para os alunos fazerem em casa,eu tinha fotos e anotações de todos eles no meu celular porém como sou alguma espécie de clean freak moderno e constantemente formato meu mini-aparelhinho computadorizado acabei me esquecendo de salvar esses arquivos tão vitais para minha vida escolar, mas ainda havia esperança, o grupo da sala que estava mofando a algum tempo no canto de grupos silenciados.Bom jovem moderno procrastinador que sou e também por que esqueci da existência dos trabalhos, faltando uma semana e alguns dias pra data de entrega dos trabalhos abro o grupo e envio: "Alguém poderia me passar os trabalhos por favor? Acabei perdendo aqui". Ai o maluco me manda: "Olha só ele fala" e a outra menina: "Eu até te passaria se vc não fosse um arrombado" e então eles começam a falar sobre mim eu só fecho e grupo e deixo ele lá no canto já não tinha esperança de que ia conseguir esse trabalho mesmo como infelizmente estava em casa e não tinha contato com nenhum professor. Chegou outra onda de trabalhos um tempo depois e os arrombados fizeram questão de me kickar do grupo, mandar os trabalhos e me adicionar de novo e também tentam criar essa imagem para os outros que eu sou um arrombado. Fast Foward pra hoje já perdi 3 trabalhos de cada matéria algumas apostilas e tudo que há de bom. Isso tem rondado a minha cabeça pois estou preocupado com as minhas notas, pelo menos minha escola vai aderir ao google classroom em breve e acho que não terei mais problemas com isso. Eu não ligo muito pro que pensam de mim mas porra, minhas notas né velho.
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2020.05.07 00:21 caiomguidio Minhas impressões — possíveis spoilers*

O caso todo é muito controverso, existem uma série de incongruências tanto da defesa quando da acusação. Eu particularmente acredito que houve sim um complô por parte das autoridades estatais e judiciárias no caso. Isso porque pra quem sabe como se dão as coisas (sou advogado e sei como a briga de egos funciona e como a sujeira é constante, ainda mais nos processos criminais que tem o Estado como autor da ação). Também acho que as coisas se deram da maneira que se deram diante da facilidade em colocar os acusados como culpados do caso diante de todo cenário politico, social e das incongruências presentes, procurar uma justificativa e uma história longe da que foi passada a qual seria mais oneroso solucionar, podendo ocorrer até mesmo certa incompetência por partes das autoridades ao ponto que o caso estaria sem solução até hoje são algumas das minhas teses. Porém vamos lá:
1) estou no episódio 19, onde existem os questionamentos a respeito da data do dia 6 ou dia 7, minha dúvida é: se toda a história tem como foco principal a ida a casa da vítima porque os pais do menino não foram ouvidos sobre tais questões? Ou melhor, porque eles não foram ouvidos em momento algum (até agora pelo menos não vi nada)? Eles poderiam sim terem sido ouvidos e até agora não vi nada.
2)As declarações das testemunhas que confirmaram os alibis dos acusados são em suma conseguidos e apresentados pela acusação portanto nem preciso comentar.
3)É óbvio que Diógenes é levado a sério e até demais em todo processo e isso é facilmente motivo para ser declarado nulo todo o processo isto porque foi tratado como normal o fato do Diógenes promover uma investigação particular, em alguns momentos ele é colocado até como uma pessoa que atrapalha as investigações mas ninguém deu a relevância necessária pra isso, repito foi tratado até como forma normal, diferente das diversas indagações que existiram sobre aquele delegado (se não me engano Luiz Carlos de Oliveira) que precedeu a investigação do caso Leandro e assumiu que também fazia investigações do caso Evandro. É tudo muito parcial ao meu ver.
4)As incongruências sobre o corpo, seu estado, cheiro e etc também são bastante ignoradas ao meu ver, pois em 5 dias um corpo não estaria daquela forma.
5)O fato das investigações particulares de envolvidos seguirem e da ausência da juíza Anesia a sua comarca são situações sérias pois dizem respeito ao exercício de funções públicas que foram deixadas de lado e deturpadas competências.
6)Porque o júri se deu em São José dos Pinhais?
7)Diógenes em certo momento em sua teoria da conspiração fala que telefone aquela época era artigo de luxo sendo o dele um dos poucos que não estava grampeado (?), em episódios seguintes ele fala que na data do dia 6 vai até a casa dos pais de Evandro com sua mulher mas voltam pra casa e ficam no aguardo de notícias sempre em contato via telefone com os pais do menino e com conhecidos (?). Como um artigo de Luxo, segundo ele, e realmente faz sentido pois em 92 telefone eram sim um artigo de luxo, poderia estar presente a casa dos pais de Evandro que ao meu ver pareciam ser mais humildes que ele, dado ele era engenheiro e a mãe de Evandro era faxineira na escola? Diogenes ainda fala que viu um corpo ser jogado no mar e tal fato não foi muito tratado em todo o caso. Em uma reportagem nos materiais extras do episódio 6 ou 7, quando falava sobre o caso Leandro, o pai de Leandro revela a briga entre ele e o Diógenes e consta que ele viu Diógenes na noite do crime com um corpo, que Diógenes é o autor de todas as mentiras, que Diógenes sabia onde estaria seu filho, que Diógenes mentia sobre a história do corpo Jogado no mar e eu fico me perguntado porque nada disso foi dado importância? Talvez porque o Ivan disse não ser possível levar a serio o que João Bossi dizia por já estar extremamente transtornado, mas eu não consigo cair nessa. Diógenes foi o único que viu o suposto sequestro do Leandro (?).
Enfim, pode ser porque eu realmente não fui com a cara do Diógenes e a forma com que ele se porte e sua intonação nos depoimentos e conversas com o Ivan, pra mim, soam ensaiadas e há muita omissão e manipulação por parte dele.
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2020.04.14 08:59 Lost-Morning Fogos de artifício de Liuyang Qingtai Huang Weide: Para os lindos fogos de artifício, minha mãe sorriu alegremente e trabalhou duro por toda a vida

Fogos de artifício de Liuyang Qingtai Huang Weide: Para os lindos fogos de artifício, minha mãe sorriu alegremente e trabalhou duro por toda a vida
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浏阳庆泰烟花黄蔚德:为了绚烂的烟花下,母亲开心的笑容,奋斗一生
Fogos de artifício de Liuyang Qingtai Huang Weide: Para os lindos fogos de artifício, minha mãe sorriu alegremente e trabalhou duro por toda a vida
她是个历经磨难的女人,出生在战乱的时代,成长在贫穷饥饿的年代。她叫陈玉兰。青春时期,陈玉兰经人介绍嫁给了一个质朴诚实的男人,生育了一双儿女,当她感到幸福终于降临她的身边时,家中的顶梁柱丈夫却意外去世,那一年她的儿子才刚满四岁,女儿才咿呀学语。颠簸的命运,坎坷的经历,重重将这个淳朴的女人击垮,她抱着一双儿女撕心裂肺的哭到晕厥,待她醒来时,儿子站在床边端了一杯水她喝,指着窗外对她说:“妈妈,你看,过年了,外面放爆竹,好美……”陈玉兰擦干眼泪,紧紧的抱紧儿子和女儿……
Ela é uma mulher que sofreu dificuldades, nasceu em tempos de guerra e cresceu em tempos de pobreza e fome. O nome dela é Chen Yulan. Na juventude, Chen Yulan apresentou que se casou com um homem simples e honesto e deu à luz um par de filhos.Quando sua felicidade finalmente chegou, seu marido morreu inesperadamente e seu filho tinha apenas quatro anos naquele ano. Minha filha balbuciou e aprendeu. O destino esburacado, a experiência esburacada, esmagou esta mulher simples, ela chorou com um par de filhos, de coração partido e desmaiou.Quando acordou, o filho ficou ao lado da cama e trouxe um copo de água. Olhando pela janela, ela disse: "Mãe, olha, é o Ano Novo Chinês. É lindo colocar foguetes do lado de fora ..."
从这以后,这个淳朴的女人就挑起家庭的重担,不辞劳苦的工作,她质朴的心愿就是能够让儿女能够有口饭吃,过年过节也能够跟儿女放几个爆竹。父亲离去时的那一年的烟花,母亲的泪,那一幕像一枚印记一般铭记在黄蔚德内心的深处。看着母亲的流淌的汗水,日渐佝偻的身体,少年的黄蔚德小学读到三年级就辍学,到一家爆竹厂做小工,主动选择最危险的给爆竹加火药的工作,只为一天能够多赚几毛钱工资。
Desde então, essa mulher simples sobrecarregou a família e trabalhou arduamente, e seu desejo simples é permitir que seus filhos comam e comam e colocar alguns foguetes com seus filhos durante o Ano Novo e o Ano Novo. Os fogos de artifício naquele ano em que meu pai foi embora, as lágrimas de minha mãe, a cena foi impressa nas profundezas do coração de Huang Weide como uma marca. Observando o suor e o corpo em crescimento da mãe, a jovem Huang Weide Elementary School abandonou a escola quando ele estava na terceira série, trabalhou como um pequeno trabalhador em uma fábrica de fogos de artifício e tomou a iniciativa de escolher o trabalho mais perigoso de adicionar pólvora ao fogos de artifício. Salário de alguns centavos.
就这样一做就是十二年,从计件小工,做到烟花技术师父,勤奋好学的黄蔚德那时最大的愿望就是,希望母亲不要那么辛苦,家里人能够每餐都能吃顿饱饭,过节过年,能陪母亲妹妹一起放爆竹。改革开放的春风终于吹到了浏阳,黄蔚德在家里开了个小小的烟花作坊,得益于母亲和黄蔚德多年来经常将家中的粮米赠送给村里没有饭吃的村民,很多人都主动来给黄蔚德做手工,村里大事小事喜事节日也都会来黄蔚德家里买烟花爆竹。黄蔚德的烟花作坊很快就做的红火起来。
Fueron doce años para hacerlo. Desde el trabajo a destajo, el maestro de la tecnología de fuegos artificiales, el mayor deseo de Huang Weide, trabajador y trabajador en ese momento, era esperar que su madre no fuera tan dura. Año Nuevo, puede acompañar a madre y hermana con petardos. La brisa primaveral de la reforma y la apertura finalmente golpeó a Liuyang. Huang Weide abrió un pequeño taller de fuegos artificiales en casa. Gracias a su madre y a Huang Weide, a menudo donaba el grano y el arroz en su casa a los aldeanos que no tenían comida en la aldea. Huang Weide hace manualidades, y los principales eventos y felices eventos de la aldea también vendrán a la casa de Huang Weide para comprar fuegos artificiales y petardos. El taller de fuegos artificiales de Huang Weide pronto se hizo popular.
黄蔚德的勤奋好学,乐善好施,深得人心,浏阳的第一家民营工厂浏阳水泥厂,众人把他推荐为厂长。在大家还拿着30块一个月工资的年代,黄蔚德将一家名不见经传的民营小厂,做到年利润超600万,出口全球,他花了整整十二年。
A diligência, o trabalho árduo e o bem-estar de Huang Weide conquistaram o coração das pessoas: a primeira fábrica privada de Liuyang, a Fábrica de Cimento de Liuyang, foi recomendada por ele como diretor. Na época em que todos ainda mantinham 30 yuans por mês, Huang Weide vendia uma fábrica privada pouco conhecida, com um lucro anual de mais de 6 milhões, e a exportava para o mundo, o que levou 12 anos.
那一年,也是过年,家家户户都走亲串户,烟花爆竹,热闹非凡。黄蔚德扶着母亲站在门口看小孩子们放烟花爆竹,只见一个衣衫褴褛的约莫10岁孩童,手里拿着一只碗也站在一旁看眼花,眼里写满着——希望,幸福。黄蔚德眼睛湿润了,他似乎看到了儿时的自己,他想起了父亲走的那年过年他妈妈的眼泪,他端上一大碗饭菜递给了那个乞讨的孩子,然后将口袋的钱全都掏出来交给孩子对他说:“孩子,回去跟家人吃团圆饭,放爆竹。”回头望着母亲,母亲望着黄蔚德眼里满是泪水,却绽放着欣慰的笑容。
Esse ano também foi o Ano Novo Chinês. Todos foram para a família, fogos de artifício e fogos de artifício. Huang Weide ajudou sua mãe a ficar na porta e assistir as crianças exibirem fogos de artifício.Eu vi uma criança de 10 anos esfarrapada segurando uma tigela na mão e olhando para o lado, deslumbrada, os olhos cheios de esperança e felicidade. . Os olhos de Huang Weide estavam úmidos. Ele parecia se ver na infância. Lembrou-se das lágrimas de sua mãe quando seu pai deixou o Ano Novo. Ele trouxe uma grande tigela de comida para a criança que estava implorando e depois sacou todo o dinheiro do bolso. Vá até a criança e diga: “Filhos, voltem para jantar em família com fogos de artifício.” Olhando para a mãe, a mãe olhou para os olhos de Huang Weide cheios de lágrimas, mas um sorriso de alívio.
望着天上绚烂夺目的烟花爆竹,黄蔚德擦干眼泪,他决定重新回到烟花行业。这绚烂的烟火,述说着老百姓对国泰民安的淳朴心愿,对幸福的美好期盼。这美丽的烟火,见证着老百姓合家团圆的幸福欢乐,对喜庆的美好追求。
Olhando para os deslumbrantes fogos de artifício e fogos de artifício no céu, Huang Weide enxugou as lágrimas e decidiu voltar à indústria de fogos de artifício. Este esplêndido fogo de artifício descreve as simples aspirações das pessoas por Guotai Min'an e a bela esperança de felicidade. Este belo fogo de artifício testemunha a felicidade e a alegria da reunião de família das pessoas comuns e a bela busca pela celebração.
他给他的烟花事业取名——庆泰。黄蔚德希望把所有生命和全部精力都付出到这个能够给人带来希望和幸福的烟花事业里,能够帮助更多的人拥有快乐和幸福也是他母亲一生的追求和心愿。现在的黄蔚德再做烟花心愿已经不是只为家人吃饱饭,今天黄蔚德做庆泰烟花的心愿是:世界每个地方,绚烂美丽的烟花下,有着孩童天真快乐的笑脸;有着爱侣们相伴甜蜜的笑脸;有着亲人们团圆的幸福笑脸,有着喜庆时人们的欢愉;有着落寞时对希望的期盼;有着老人们对过去幸福时刻的追忆;美好的烟火,能够给人们带来喜庆吉祥,能够带给人们美好希望。美丽的烟火,是中国人的智慧,是中国人对幸福的信仰,也是中国人送给世界最好的礼物。
Ele nomeou sua carreira de fogos de artifício - Qingtai. Huang Weide espera dedicar toda a sua vida e energia a essa carreira de fogos de artifício que possa trazer esperança e felicidade às pessoas, além de ajudar mais pessoas a terem alegria e felicidade. É também a busca e o desejo de sua mãe. Agora, o desejo de Huang Weide de fazer fogos de artifício não é mais apenas para alimentar sua família. Hoje, o desejo de Huang Weide de fazer fogos de artifício Qingtai é: Em todo o mundo, sob os lindos e lindos fogos de artifício, existem sorrisos felizes e inocentes das crianças; há doçura com os amantes Caras felizes com reuniões de entes queridos, alegria das pessoas quando estão felizes; esperança de esperança quando estão sozinhas; lembranças dos idosos de momentos felizes passados; belos fogos de artifício, que podem trazer alegria e felicidade às pessoas, Pode dar às pessoas uma boa esperança. Os belos fogos de artifício são a sabedoria dos chineses, a crença chinesa na felicidade e o melhor presente que os chineses dão ao mundo.
黄蔚德他传承了母亲勤奋好学,乐善好施,百善孝为先的品性,为了完成母亲一生夙愿,他把庆泰烟花,二十年的时间,从一家民营小厂,每年以30%以上的增长率,发展成固定资产1.6亿元,总占地面积超过5500亩,员工超过3000人,产能数十亿的大型烟花集团公司。从花中炮这一单品收千家万户追捧到橘子洲头烟花,奥运烟花供应商,取得国际专利无数,获得国际大奖无数,为中国的烟花行业的推动,有着历史性的意义。
Huang Weide herdou a dedicação trabalhadora, trabalhadora e caritativa de sua mãe.Para cumprir o desejo de longa data de sua mãe, ele tirou o Qingtai Fireworks por 20 anos de uma pequena fábrica privada com uma taxa de crescimento anual de mais de 30% Tornou-se uma grande empresa do grupo de fogos de artifício com ativos fixos de 160 milhões de yuans, uma área total de mais de 5.500 acres, mais de 3.000 funcionários e bilhões de capacidade de produção. Desde o item único Huahua Cannon, que é procurado por milhões de famílias, até Orange Island Fireworks e Olympic Fireworks Suppliers, ganhou inúmeras patentes internacionais e inúmeros prêmios internacionais.Tem um significado histórico para a promoção da indústria chinesa de fogos de artifício.
今天已经66岁的黄蔚德谈起母亲曾经的苦难仍会眼睛湿润,他经常对人说:“我在烟花行业做了快五十年,只为了烟花能够让母亲开心的笑,我用五十年执着希望能够做到业内第一,只为让我母亲能够为儿子感到骄傲,烟花飞上天绚烂绽放的那一刻,天下母亲那一刻开心的笑,我为此,付出了我一生,无悔。”
Huang Weide, agora com 66 anos, ainda tem olhos molhados ao falar sobre o sofrimento de sua mãe. Ele costumava dizer às pessoas: "Estou no setor de fogos de artifício há quase 50 anos. Somente porque os fogos de artifício podem fazer minha mãe sorrir feliz, eu uso-o há 50 anos. Persistentemente, espero ser a primeira na indústria, apenas para deixar minha mãe orgulhosa de seu filho, no momento em que os fogos de artifício voam para o céu, a mãe do mundo sorriu alegremente e eu paguei minha vida inteira sem arrependimento por isso ".
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2020.04.12 20:24 luis_gfm Freelancing e recebimento de dinheiro do exterior

Bom dia, doutores. Preciso sanar algumas dúvidas relacionadas ao recebimento de dinheiro do exterior principalmente com relação aos impostos e custos em geral. Sem mais delongas, vamos lá.
tl;dr preciso sempre declarar todos os meus ganhos fora do Brasil mesmo na minha situação (vide abaixo)? Como amenizar isso?
Ou então prossiga para a seção "O problema" para ver a pergunta em detalhes.

A situação

Sendo bem direto, tenho 18 anos e recém sai do Ensino Médio, não trabalho, nunca trabalhei, não tenho cartão de crédito, só uma conta NuBank e não tenho qualquer renda. Minha família está passando por uns apertos e para amenizar pensei em ganhar uma grana sendo freelancer para aproveitar a alta do dólar e minha semi-fluência em inglês. O plano inicial era tirar uns 500 USD por mês, tem projeto que paga isso numa semana, mas estou atirando baixo em trabalhos de data entry e tradução que pagam bem menos. Com esse dinheiro já cambiado e depois de uns 3 meses juntando, eu manteria ele na minha conta NuBank e começaria a investir com renda fixa e variável, day trade, buy & hold, o que for necessário e seguindo as informações daqui e de outros fóruns. Sei que não faria muita grana agora mas a ideia era de começar cedo e ganhar experiência.

Freelancing

Estou usando o site freelancer.com (sim, eu sei da Workana e do 99freelas). Entrei num concurso e tenho grandes chances de ganhar 15 dólares canadenses que, no câmbio de hoje, dá uns 54 reais. Teria trabalhado bem mais e criado conta na Workana e em outros site se não fosse o meu problema a seguir.

Explicando

Pelo que entendi, toda transação do tipo envolve duas etapas:
  1. Receber e converter o dinheiro para o Real (seja por banco ou terceiros);
  2. Declarar os ganhos no imposto de renda.
1 - Nesse primeiro ponto é necessário saber de antemão que segundo decreto de lei recente, brasileiros NÃO podem manter dólar ou qualquer moeda estrangeira na sua conta bancária sem antes converter para real. Aliás, é por isso que o Paypal converte direto agora, sem nem perguntar, usando taxas absurdas.Essa conversão se dá pelo desconto de impostos. Você sempre sai perdendo. Portanto, a questão aqui é minimizar as perdas.
Pelas minhas pesquisas, bancos comuns cobram 20 USD fixos + taxas de IOF + Spread + qualquer outro imposto que der no cu deles, seja pra 10 dólares ou 1 milhão. Por isso, bancos não valem a pena nesse processo. A alternativa é usar outras empresas que fazem o serviço usando taxas menores. Pesquisando, encontrei uns dez sites que fazem isso, como o Remessa Online, PayPal, TransferWise, Banco Inter, Western Union, Husky, Payoneer, Skrill... A lista é longa e não é da intenção desse post desenvolver nos detalhes intrínsecos de cada um. A verdade é que o Remessa Online é o melhor de todos até agora pois para receber dinheiro de fora não há tarifas fixas como na maioria e o IOF é de apenas 0,38%, além de um custo de 1,3% do valor recebido, uma das menores que achei. Pra simplificar: no final de tudo seria descontado 1,68% do teu câmbio final (que tu receberia sem as tarifas), o que é bem conveniente para pequenas transações. Ainda é gratuito, fácil de criar conta, recebe de PJ para PF, tem suporte para várias moedas, é bem seguro e possui ótimo suporte. Remessa Online é o que eu decidi por ora.
OBS: a partir daqui eu já não tenho muita certeza de nada, esta é a síntese do amalgamado de informações que encontrei e está da maneira que eu interpretei. Corrijam-me se houver erros, por favor.
2 - Nesse segundo ponto é que está a merda. Pelo que entendi, nem tudo é maravilha porque o governo além de meter tarifas de conversão da moeda até no teu furico, exige que todo mês seja declarado nos teus impostos os ganhos no exterior pelo famigerado carnê-leão. E é aqui que começou de fato o meu problema.

O problema

Na real mesmo? Eu nunca tive contato na vida com impostos, não tenho emprego (tá difícil aqui onde moro) e nem renda. Não quero dar um de coitadinho da escola pública mas a verdade é que esse tipo de coisa nunca foi nem citado durante meus mais de 10 anos de escola. A questão: Como eu devo proceder?
Pelo que eu entendi, há regras para quem deve declarar o imposto: ser maior de 18, ter renda, ter ganhado x ou investido y ano passado, etc. O Google explica. Entretanto, nos fóruns da vida, é dito que toda renda no exterior deve ser declarada, e fico num impasse. Eu farei, no máximo, e estou sendo generoso, uns 500 USD por mês. Máximo mesmo. Não quero tratar de ilegalidades aqui, tanto que estou perguntando para não sujar meu nome, mas sendo bem franco: as pessoas pagam isso mesmo? Caras, se tu for pessoa física são 27% de impostos que tu tem que pagar pro Governo. Como eu ainda vou estar ganhando acima do câmbio 1:1, ainda estarei lucrando, mesmo que perdendo esse tanto de dinheiro, mas mesmo assim, pra mim é um absurdo ter que dar mais de 1/4 dos meus ganhos pro Governo pra minha rua não ter nem saneamento e usar internet via rádio, lmao. É uma piada, sei que não é bem assim que funciona. Me perdoem a ingenuidade mas foi um choque de realidade.
Para finalizar, já me passaram alternativas, sendo elas:
No final tudo se resume a: preciso realmente pagar esse impostos? Se sim, temos opções legais para burlar (como a dos bancos internacionais) ou só pagar menos?
Bom, era isso. Não postei na megathread de impostos pois percebi que é uma pergunta bem específica e que pode ser aproveitada por outras pessoas também. Desculpem-me o textão, não costumo postar muito nessa minha conta "séria" mas muito obrigado a quem leu, o Reddit é meu salva vidas pra muitas coisas e a internet é o único meio de contato que tenho para esse tipo de informação. Valeu!
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2020.01.09 15:09 exsoldierakechi Algumas dicas que podem ajudar a conseguir ou manter um emprego.

Aviso post longo! Edit: Obrigado pelos silver ninja!
Colegas do reddit, tinha feito esse post na bolha mas como alguns comentaram pedindo pra trazer pra cá no tópico que fiz sobre a recepção deles lá ( https://www.reddit.com/brasilivre/comments/em3aas/a_bolha_%C3%A9_foda_mesmo_achei_que_era_exagero_mas/ ) Resolvi refazer o post aqui.
Talvez eu troque algumas palavras pois apaguei o post lá de desgosto, mas a idéia é postar aqui e talvez ajudar um ou outro que esteja precisando, as vezes dá uma força extra, vou adicionar alguns pontos que não adicionei antes que podem ajudar.
Lembrando que não sou do RH, trabalho direto na produção e faço a seleção de novos funcionários ou passo direto pra direção quando precisa ter alguma demissão, meu cargo é o intermediário entre um gerente e um diretor, a empresa tem cerca de 100 funcionários e não é nenhuma multinacional. Também acompanho contratações de pessoal pro administrativo ou dou sugestões e afins, então acompanho alguns casos. Boa parte das empresas que não são gigantes não tem um "RH" pra fazer contratações, afinal quem sabe a necessidade real da produção e o perfil necessário é quem tá todo dia no chão de fábrica.
Também vou comentar alguns empregos que você pode conseguir com pouco/nenhum investimento que podem dar retorno e tem uma demanda alta no mercado.
Alguns desses pontos pra você pode parecer discriminação, ou reclamação gratuita, mas eu não vim dizer que tá certo ou errado, só como é pela experiência nesse e em outros trabalhos.Bora lá!
Procurando emprego:
-Se você se formou depois dos 17 anos no ensino médio, é jovem e está procurando emprego, saiba que algumas portas já se fecharam pois isso pode ser mal visto por alguns patrões como preguiça ou falta de interesse, lembra quando os pais mandavam estudar? pois é. Então se você é jovem ou adolescente, corre atrás e vá estudar! Meu patrão mesmo já diz "se não quis nem estudar, quanto mais trabalhar pra valer".
-Acorde cedo. Se esforce e mantenha apresentável, vá em empresas e lugares que ninguém foi, mesmo que um pouco mais afastado. descubra onde é o polo industrial mais próximo da sua casa/cidade, vá até lá e veja quais são as opções. As vezes você pode dar sorte. Já tivemos muitos jovens que nem olhamos o curriculo com remela na cara as 11 da manhã e todo desleixado de chinelo entregando curriculo. Sei que tá dificil e desmotiva alguns, mas não desmotivar é o que te torna diferente e faz ser visivel a diferença só de olhar pra você.
-Tenha boas referências. Considerando a era que estamos é quase certeza que seu facebook vai ser visto. Nenhum empresa quer um funcionário que posta conteúdo racista e agressivo, um detalhe particular que minha empresa se encaixa é que ela corta automaticamente quem posta que bebe demais domingo a noite. Pois já tivemos vários problemas com funcionários faltando segunda feira por estar "com dor de cabeça".
-Empregos com insalubridade. Algumas pessoas podem ter receios mas boa parte deles tem uma demanda alta por novos funcionários e seguindo todas normas de segurança, você não vai ter risco algum ou quase nulo. Além do adicional que pode variar de 10 a 40%. Vale lembrar que isso não se aplica a todas as vagas.
-Saiba com quem falar. Observe a empresa, quando for entregar um currículo abra o site dela no celular, da pra ter noção do tamanho só de ver as fotos ou se a mesma nem tiver um site. Se for uma empresa pequena, tente falar diretamente com alguém responsável, seja simpático mas não force a barra, pois as pessoas costumam estar ocupadas, mas com sorte elas tem ali 1~2 minutos pra falar com você. Não esqueça de agradecer pela pessoa pegar o currículo ao menos olhando ela nos olhos e não aquele "bigado" já saindo andando.Isso é muito mais fácil em coisas do tipo mecânica, eletricista, borracharias e outros comércios com trabalho mais puxado, pois costumam ter poucos funcionários e geralmente é só o dono e mais um ou dois.
-Olhe o crachá das pessoas. Caso entregue um currículo ou qualquer coisa do tipo pra uma recepcionista, porteiro ou afins, olhe o crachá da pessoa se possível e diga "bom dia, fulano", "obrigado fulano" e "conto com você fulano" quando se despedir. Isso cria um vínculo mesmo que leve e a pessoa vai se lembrar melhor. Além do psicológico do "conto com você" dar uma motivação extra involuntária. Tratar as pessoas como pessoas e não como uniformes ajuda bastante.
-Pegue empregos indesejáveis. As vezes você se formou em algo como ciência da computação mas só tem emprego vago no McDonalds? Paciência, emprego é emprego, e as contas não perguntam de onde vem o dinheiro mas tem que ser pagas de qualquer forma. Não é humilhação servir os outros, e é algo que até mesmo diretores de empresa tem que fazer as vezes.
-Está dificil, mas não impossível. Você procurou em todos lugares? tem disponibilidade pra ir pra longe? foi em LITERALMENTE todos os lugares possíveis? Ficou de olho naquele Subway ou Burguer King que acabou de inaugurar? viu algum canteiro de obras mais informal ou alguém construindo uma casa num bairro afastado? Vale a pena dar uma conferida, o que você tem a perder?
-Seja oportunista da forma certa. Pode parecer pesado mas infelizmente se alguém sai, outro precisa entrar. Se alguém perder o emprego existe uma boa chance de a vaga dessa pessoa estar disponível. As vezes não era o perfil dela, ou ela arranjou algo melhor. Vale a pena falar com a pessoa se tiver a abertura pra isso.,meu cunhado arranjou um trabalho de garçom após ir na despedida de um amigo que foi morar no exterior dessa forma.
Dicas pro currículo:
-Adicione o campo de estado civil e idade. As vezes uma empresa pode querer um perfil de funcionário específico. Minha empresa contratou um jovem essa semana pois precisavamos de pessoas dispostas a aprender um trabalho do zero que não da pra aprender em cursos por aí. Então não podiamos pegar ninguém mais velho pra não trazer vícios de outros empregos. Por outro lado, pra uma função de maior confiança, a contratação foi de um pai de família pois por ele ter dependentes, ele arriscaria menos tomar decisões que pudessem causar uma demissão. Se está certo ou errado eu não sei, mas eu sei que na hora de desempatar são coisas que contam.
-Se você não tem vícios, escreva "Sem Vícios". Mas não faça isso se você bebe/fuma/usa drogas, pois quando descoberto pode causar vários problemas. Algumas empresas que trabalhei tem isso como um diferencial na hora de desempatar. Minha empresa por exemplo trabalha com produtos inflamáveis então se você fuma, seu "intervalo" pra isso acaba sendo maior por precisar sair das dependências dela pra isso por exemplo.
-Não encha linguiça. Aqueles campos que o povo adiciona objetivos, seja direto e claro. Não fique com textinho "Garanto desempenhar minhas funções com dedicação e bla bla bla" Porquê não adiciona em nada e 90% dos casos sabemos que você nem lê aquilo, quanto mais nós.
-Saiba destacar seus pontos fortes. Se você tem horários flexível, consegue trabalhar sob pressão, pontualidade e afins, adicione em um campo com seus talentos. Não force a barra pra não parecer exagerado, apenas 2 ou 3 pontos que você enxerga em você. Um dos maiores diferenciais em alguns empregos em empresas um pouco maiores que pode colocar é "facilidade em observar soluções pra problemas comuns" caso você de fato consiga fazer isso (e não seja pau no cu com isso caso contratado, saiba falar).
-Muitos empregos curtos em sequência sem crescimento mancham seu currículo. Como vão contratar alguém que ficou 6 meses em cada lugar, 4 lugares diferentes seguidos, em empregos "de entrada/mínimos"? Se você não conseguiu manter um emprego além do período necessário pra coleta de benefícios do governo, em alguns lugares isso pode afetar. Me lembro de ver um currículo uma vez e dizer "caraca, esse cara tem muito experiência" e o dono só comentar "ele tem é pouca estabilidade... olha a data de entrada e saída de cada lugar que trabalhou e o tempo de intervalo entre eles." Cada caso é um caso mas isso pode influenciar.
-Se você está disposto a trabalhar fora da sua área, marque isso no currículo. E omita algumas qualificações que não adicionam muito, dito isso;
-Tenha 2 currículos diferentes. Um pra sua área de formação/pretenção e um pra uso geral. No de uso geral você não vai adicionar "domínio de javascript" por exemplo pois um chefe de padaria não vai nem saber que porra é essa e vai achar que você é um universitário super caro e não alguém desesperado. Saiba quando e onde entregar cada currículo.
-Sempre tenha um currículo quando possível. Nunca se sabe quando você vai dar um rolê no shopping com alguém e vai ver um "procura-se". Não é vergonha aproveitar uma chance, e se estiver com um namorado(a)/marido/esposa/etc , ela deveria dar total apoio pra você aproveitar uma parada rápida. Está com mochila/bolsa? Curriculo dentro.
-Se você tem filhos, adicione "Casado, com filhos". Isso aumenta em alguns casos a questão da confiança de você querer manter o emprego, e em um eventual corte (como já ocorreu em um emprego anterior) o patrão falou "já que vamos cortar, corta quem não tem filhos antes..." Já me disseram que isso é ilegal mas independente disso, PODE acontecer.
-Mantenha o currículo em bom estado, sem amassados, com escrita decente, fonte clara (Arial ou Verdana) e sem firulas demais.
-Se inscreva em agências regionais e sites,mas não se prenda a eles.
-Quanto mais tempo você fica parado, mais dificil é arrumar trabalho, tenha isso em mente e não desista, não é impossível.
Dicas pra entrevista
-Não se atrase. E não adianta reclamar que o entrevistador atrasou ou como isso é injusto. Ele também tá errado mas ele já ta com o dele garantido. E você nunca sabe o motivo pelo atraso. Eu mesmo já atrasei uma entrevista em 40 minutos pra resolver um problema urgente de um cliente que trouxe uma economia de 300 mil pra ele. Você vale 300 mil pra empresa? O candidato perdeu a vaga por surtar com o atraso.
-Se vista adequadamente, fale adequadamente, seja simpático e sincero. Não force ou seja falso só seja você mesmo. Uma dica é falar como se estivesse falando com um professor que está corrigindo sua prova. Ele não tem motivos pra ter raiva de você mas ele espera seu melhor pois ele quer você ali, se tudo começar a sair uma merda, ele não vai ter interesse.
-Não dê respostas prontas pra perguntas prontas, não tente aumentar histórias, ser inconveniente ou enrolar o cara. pra cada entrevista que você vai o entrevistador faz 10x mais e vai te bater por simples experiência. Não diga que sabe algo que não sabe.
-As vezes ele não vai com sua cara, e não vai te contratar, as vezes por bons ou maus motivos. Mantenha a porta aberta e seja educado ainda assim, e "te ligamos" não é um não disfarçado sempre. As vezes a pessoa tem mais de uma boa opção e precisa analisar as opções.
-Se prepare. pesquise a empresa, o site, leia relatos em sites como Glassdoor e LinkedIn, saiba sobre o lugar que vai trabalhar. Você vai passar ao menos 1/3 do seu dia lá dentro.
Dicas após contratado:
-Não se atrase, não falte, não enrole, faça seu trabalho. Não tente ser esperto, não vacila!
-Não é porque existe "atestado médico" que a direção é troxa e não sabe que você está abusando. Use com bom senso pra não ficar queimado.
-As vezes você vai fazer coisas que não são da sua área. Isso faz parte e muitas vezes não é ideal, mas 5 minutos a mais no fim do dia quando você vê seu chefe carregando algum material urgente ou precisando imprimir alguma coisa e levar em outro setor urgente não vão te custar nada e dão destaque. Só não pode ser algo diário, mas em exceções é o que faz a diferença.
-Aprenda sobre o trabalho dos outros. Se você tem flexibilidade pra andar por outros setores, falar com funcionários (falar, não enrolar), observe o trabalho, pergunte como faz, se mostre interessado. Ajude o setor que empacota a fechar caixas, passa durex, da uma força. São esses funcionários que fazem a diferença. Vale lembrar que isso não se aplica a todas vagas ou lugares. Na empresa onde trabalho a moça que entrou com salário de 700 reais como recepcionista 15 anos atrás hoje é a administradora geral que cuida de todo escritório, RH e financeiro, e tem salário de mais de 6000 só com uma graduação de adm, e um dos pontos que ela sempre comentou foi "no final do dia eu anotava tudo que fiz no dia em um caderno e tudo que ia ter pendente no dia seguinte, assim eu sempre sabia o que precisava e um dia tinha uma informação crítica aqui que passou despercebido por uma das vendedoras. Fui promovida na hora".
-Nunca dê 100% de si, dê 90%. Assim quando a empresa passar por uma correria, ou aperto, você pode dar 100% sem se desgastar e pode fazer a diferença.
-Aproveite as oportunidades de horas extras quando puder. Além do dinheiro extra, você se mostra alguém comprometido.
-Não fique pendurado no celular, enrolando no banheiro, ou fazendo coisas que claramente você perde tempo. Ninguém é burro de não perceber a longo prazo. Caso tenha necessidade disso por emergência ou dor de barriga, discretamente comente com um superior ou alguém responsável como "nossa, comi alguma coisa que pesou, seloco" ou algo do tipo. Ou se está esperando o contato de alguém importante.
-Siga as regras. Não roube materiais da empresa pois você vai se queimar nela e em várias oportunidades futuras. Não assedie os/as colegas de trabalho, não importa o quão bonito/a ele/a seja. Mantenha o profissionalismo (E se a empresa autoriza relacionamento entre funcionários E for reciproco, mantenha fora do local de trabalho).Não grite por mais que seu chefe grite ou aja igual babaca, mantenha o nível, saiba respeitar e exija respeito.
Dicas de bons empregos pra se procurar:
-Professor de Inglês : boa parte do reddit ao menos tem um inglês razoável. Se você consegue falar bem e explicar a um nível aceitável, Escolas de inglês SEMPRE estão procurando professores. E eles vão te treinar totalmente sobre como fazer isso. Escolas mais fuleiras (como a DataByte ou Microlins) costumam pagar entre 10 e 15 reais a hora, e em minha entrevista ele estava tão desesperado que não tinha ninguém pra fazer a entrevista em inglês e só pediu pra ler 2 paginas de um livro e já era. Em escolas intermediárias (PBF, CNA, etc) o salário pode ser de 12~18 reais por hora (alguns sendo registrado por dias, como empregos convencionais) e a entrevista geralmente é um teste escrito e uma curta conversa. Em escolas de mais nome (Cultura Inglesa, Wizard-onde trabalhei-) O salário inicial é na faixa de 18~19 reais a hora, após 6 meses se dedicando é normal te darem turmas pra cargas de até 100~120 horas mensais caso você tenha interesse. Isso sem experiência anterior, sem certificado ou requisitos absurdos, só saber falar e explicar, e eles ainda te dão curso/treinamento completo caso precise sobre postura em sala, liderança e afins. Quando saí de lá após 4 anos já tinha salário de 26 reais a hora, MUITOS contatos com ex alunos, colegas e pessoas legais e ajudou muito no crescimento profissional. Nada mal pra um emprego que não exigiu experiência, todo semestre tinha 2~3 contratações e um ambiente extremamente aconchegante e animado de trabalho(porém puxado). Muitos colegas tiveram seu primeiro emprego lá e acabaram pegando amor pelo trabalho e hoje são excelentes professores. Faça um simulado de TOEIC online e se você acertou 60~70%, muito provavelmente você já tem o nível necessário pra dar aula, ao menos da língua. Além de desenvolver MUITO meu vocabulário com detalhes novos, eu e outros professores não tinhamos problema algum em tirar duvidas bobas ou formas de explicar pra colegas menos experientes.
-Lanchonetes de fast food: Não preciso nem dizer pois é o emprego de entrada, quase sempre tem vagas, mas é um trabalho miserável, porém da pra pagar as contas.
-Aux de Enfermagem: Involve um custo inicial pra estudar, mas tem muita oferta de trabalho em UPAS (eles terceirizam alguns funcionários pela rotatividade alta), é um trabalho DOENTE de puxado mas rende um salário bom geralmente em escala 12/36. Além de te dar experiência invejavel pra area da saúde. Vale a pena se você não sabe o que quer da vida e tem vontade de entrar nessa área.
Técnico em Química: Isso depende muito da região mas minha empressa é dessa área, e sofremos MUITO, MUITO MESMO com a falta tanto de profissionais qualificados quanto de gente começando na área. Já tivemos funcionarios com seus 19 anos, que oferecemos pra PAGAR os estudos pra ele subir de cargo da expedição pro laboratório e ele não quis por "ser complicado", não é um curso fácil mas não é um bixo de sete cabeças. A técnica mais antiga aqui tem salário de 5000 reais e não tem faculdade. Inclusive vale analisar que alguns cargos da area simplesmente não tem um curso preparatório e precisam ser aprendidos em campo e com o tempo, então tudo nessa area tem uma boa perspectiva de carreira.
Empregos "Trades": Encanador, Eletricista, Mecânico e afins de qualidade sempre estão em falta. E muitos deles estão abertos a ter um "aprendiz", se você as vezes tem seus 15~16 anos, e conhece algum daqueles pequenos de bairro, ofereça pra ficar 2~3 horas depois da aula alguns dias só pra aprender como é, são empregos que pagam bem e tem falta de bons profissionais. Além de abrir uma porta pro futuro.
Bom é isso ai, espero que seja útil pra alguns de vocês, qualquer duvida posso tentar responder aqui e desejo boa sorte na caçada de 2020!
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2019.11.27 01:06 blancyago Achei que tinha acabado com minha vida. 9 meses depois, nunca estive tão feliz.

Há 16 dias meu filho nasceu. Eu estava junto com minha namorada a pouco mais de 1 ano quando descobrimos que ela estava grávida. Não somos tão jovens mais, eu tinha 26 e e ela 29 quando decidimos que íamos dar seguimento a gravidez. Eu estava no fim da minha segunda graduação e fazendo estágio na área de produção cultural, em um museu da minha cidade e como qualquer trabalho na área da cultura, ganhando bem pouco.
Eu nunca quis ser pai. Nunca me imaginei casado e com família. Minha mãe faleceu a 2 anos e ali, eu sentia que minha última experiência de acolhimento familiar havia sido enterrada também. Sempre tive a clareza de que se caso eu engravidasse alguma companheira minha eu seria o companheiro e o pai que eu não tive. Não tenho contato com meu pai por que durante anos ele não quis. Eu era dessas crianças que ficava esperando o pai na porta de casa do momento em que acordava até a hora de dormir e ele não aparecia. Simples assim. Aparecia 2, 3 dias depois e lá estava eu, pronto pra dar um abração no meu herói. Mas a gente cresce e vai ressignificando esses sentimentos. Ele não aparecia por que era agarrado no pó. Dizem por aí que é até hoje, não quero saber. Só sabia que eu ia ser pai sem saber o que era ser filho de um homem.
Eu trabalhava desde os meus 15 anos como designer gráfico e sempre dei meu jeito de sobreviver e ter minha independência. Minha namorada gozava da mesma liberdade, trabalhando em outra área, mas desde cedo assim, independente. A gente gostava demais da nossa vida de solteiro, morávamos sozinhos, cada um no seu apartamento e não tínhamos tido nenhum tipo de conversa que sinalizava qualquer vontade de morarmos juntos. Muito pelo contrário, exaltávamos nossa liberdade e independência sempre lembrando como cada um de nós ter seu espaço era saudável pra nossa relação. Fumávamos maconha de forma abusiva toda vez que nos encontrávamos e amávamos nossa vida assim, no conforto em que estávamos.
Eu sabia que não poderia me dar ao luxo de continuar trabalhando em um lugar que me demandava quase 10 horas de trabalho diário em épocas de abertura de exposição e ganhando o tanto que eu ganhava na época. Esse não era meu único emprego, sempre pegava um freela aqui e outro ali para pagar o aluguel e sempre tive a sorte de conseguir uns trabalhos que pagavam bem quando eu mais precisava. Mas com um filho não dava mais pra contar com a sorte. Precisei entrar em contato com meu antigo chefe e consegui um acordo para voltar a trabalhar pra ele remotamente, trabalhando de casa. Ele tem uma demanda surreal de trabalho e para poder fazer tudo de casa, aceitei um salário incompatível com a quantidade de trabalho que me dispus a fazer.
Era uma grana até ok, mas os clientes... É uma galera bem rica, que não sabe o que quer mas é cheio de desejos e demandas, sei lá, nunca devem ter ouvido NÃO na vida. Eu sabia que era assim, trabalhei 3 anos pra esse cara anteriormente, mas era o que consegui na época e eu sempre me lembrava que essa dor de cabeça vinha com o bônus de poder estar perto da minha namorada e futuramente acompanhar as primeiras etapas de vida do meu bebê.
Não mencionei isso, mas nunca estudei design gráfico formalmente. Sempre aprendi tudo “na tora”, de acordo com a demanda, fazendo. Sempre estudei em faculdade pública e minha segunda graduação era em Belas Artes. Sempre desenhei e desde 2015 descobri um amor incondicional pelo ato de pintar. Era uma forma de tentar transformar minhas piores experiências em algo palatável, não sei explicar direito. Sei que eu idealizava muito a profissão de artista. Eu era muito cabeça dura e achava que conseguiria entrar no mundo da “alta arte”, estabelecer contatos e viver disso um dia. Mal sabia eu o buraco que estava entrando... Conhecendo as “pessoas certas” vi que os artistas que mais ralavam para projetar seu trabalho, normalmente tinham uma ou mais fontes de renda alternativa. Fossem essas um trabalho formal, CLT, era funcionário público ou simplesmente tinha nascido em berço de ouro. Em família de artistas famosos, galeristas ou colecionadores de arte. Quanto mais eu respirava dessa atmosfera mais eu via que esse ar não era pra mim e esse contato influenciou, durante muito tempo, meu trabalho de forma negativa.
Aceitar esse trabalho significava também ter menos tempo pra minha produção em pintura. Eu via como um passo para trás na minha carreira de pintor e ficava muito puto ao pensar que tudo isso era por conta do vacilo de termos ficados grávidos.
Mas como eu disse lá em cima, eu tinha essa clareza de que eu seria o pai que eu não tive e o companheiro para minha namorada que minha mãe não teve. Então agarrei essa oportunidade com unhas e dentes. Rescindi meu contrato de locação e fui morar com minha namorada, que tinha o apartamento maior. Passamos a dividir tudo e conviver intensamente. Nos primeiros 2 meses de gravidez os exames de ultrassom apontavam para uma gravidez gemelar, ou seja, eram 2 sacos gestacionais. Ficamos super tensos. Não queríamos ser pais de um, imagina de dois.
No terceiro mês fizemos um exame que mostrou que só um dos sacos se desenvolveu e vimos também que seríamos pais de um menino. Descobrir isso foi um passeio nas nuvens... a partir daí fomos nos adaptando um a rotina do outro. Ela foi aos poucos cedendo seu espaço para eu entrar de fato na vida dela, e eu, sem querer chegar tomando um espaço que sempre foi dela, fui aos poucos me aconchegando nessa casa nova.
Demorou muito pra eu começar a ver minha namorada como família. A gente sabia que nosso filho crescia dentro dela mas tudo parecia virtual demais. Ele não tinha voz, peso, cheiro, nada. Nem nome.
A gravidez inteira foi tranquila. Nenhuma grande complicação durante a gestação. Isso nos deu tempo para conseguir juntar uma grana boa para o período do puerpério em que minha namorada não conseguiria mais trabalhar e nossa renda mensal cairia consideravelmente.
Eu conversava com a barriga. Tocava violão, cantava, falava do meu dia pra barriga dela. Fui desenvolvendo uma relação com esse ser imaginário e no fim da gestação eu já sabia que eu queria muito ser pai dessa criança.
Durante a gravidez fiz meu tcc em pintura e o dia de definir minha banca avaliadora se aproximava junto dos prováveis dias que nosso bebê ia nascer. Fiz todas as pinturas que iria mostrar ainda no primeiro semestre, mas comecei a me enrolar com a parte escrita. Trabalho, casa, bebê a caminho, pode escolher qual dos motivos convinha mais para eu não entregar o meu tcc.
Numa quarta feira a noite, minha namorada comecou a sentir contrações e a partir daí começamos a cronometra-las. Estavam espaçados e evoluindo devagar. Ela sentia muita dor e resolvemos ir para o hospital. Lá, descobrimos que é possível um trabalho de parto não evoluir. Ela chegou a 3cm de dilatação e assim ficou. Durante 5 fucking dias. Voltamos pra casa e ela ficava sentindo contrações de uma em uma hora. Íamos no consultório do obstetra todos os dias e nada da dilatação aumentar... estávamos tensos e cansados. No domingo seguinte, nosso médico pediu para que ela fosse internada e o parto induzido.
E as 10:30 da manhã do dia 10 de novembro, eu vi minha jornada épica começar e meu filho, Dante, nascer. Foi o momento mais lindo da minha vida. Nunca vivi nada tão intenso assim antes e ouso dizer que a sensação desnorteante que se sente quando se perde alguém é muito parecida com a sensação de presenciar uma nova vida começar.
Desde esse dia, não consigo tirar o sorriso do rosto. Eu e minha namorada(agora noiva) nunca estivemos tão felizes e conectados, agora com a clareza de que somos mais que companheiros, somos família. Nosso bebê é 100% saudável, muito bonzinho e até deixa a gente dormir! E sei lá, parece que os astros se alinharam, tudo tem dado muito certo pra gente. O parto da minha noiva foi normal e correu melhor do que a regra: não precisou de cortes, logo não precisou de pontos e não houve nenhuma laceração, o que está fazendo ela se recuperar muito melhor do que previmos.
Parei com a maconha desde a segunda metade da gravidez e nunca me vi tão produtivo. A qualidade do meu trabalho como designer aumentou muito e comecei a ter coragem de postar minhas pinturas no meu instagram sem o peso do “tudo ou nada” do artista, sabe? Como eu tenho um emprego que paga minhas contas e minha comida eu não me preocupo mais com essa coisa de ser um artista bem sucedido, eu pinto pelo prazer do fazer e isso tem feito um bem danado pra mim e pras minhas pinturas. Perdi a data de definir minha banca do tcc, ou seja, perdi meu ultimo ano na faculdade, certo? Errado. Minha orientadora me enviou uma mensagem hoje de manha dizendo para eu participar da exposição final das habilitações por que ela vai fazer uma carta oficial pedindo para a reitoria para que eu defenda meu tcc em março do ano que vem! É surreal, mas a vida agora tem outro sentido e tudo tem dado certo, sinto que virei um novo núcleo para minha família e para a família da minha noiva e essa sensação é boa demais!!
Vou me casar com a mãe do meu filho. Olhamos alianças ontem. Almejo agora a migração de área profissional, do design gráfico para UX design para procurar um emprego fichado assim que meu filho começar a frequentar escola/berçário e quero continuar pintando. Quero ensinar o Dante a pintar, tocar instrumentos, quero que estar do lado dele pra ver ele crescer e quero que ele seja muito feliz.
Escrevi demais e sinto que deixei de contar tanta coisa... Pra quem teve paciência de chegar até aqui, eu só agradeço por ler esse desabafo.
TLDR: a vida é muito doida.
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Como ENLOUQUECER um HOMEM na CAMA!! - YouTube FICAMOS 24 HORAS AMARRADOS POR UMA CORDA !!! ELA ME DEU UM TAPA NA CARA NA FRENTE DE TODOS ... Kara na escola com Alex / Kara marca um encontro com Kenny ... Soco no queixo na sala da escola - Sweet Home Alabama COMO PROVOCAR O CRUSH NA ESCOLA ft. MillyUmaCoisas A ANA ME DEU UM TAPA NA CARA NA FRENTE DA MINHA NAMORADA ... Entre para a Escola de Cadetes do ar!! ELA ME DEU UM TAPA NA CARA NA FRENTE DE TODOS - YouTube

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No vídeo de hoje eu dou algumas dicas de como enlouquecer um homem na cama. Curso de pompoarismo: http://mbr.blog.br/9e9uew Vídeo do Programa do Jô: https://... cuidando de uma crianÇa (bebÊ) por 24 horas! (virei babÁ por um dia) - duration: 13:32. ujoãozinho 2,362,937 views. 13:32. ... primeiro dia de aula da minha irmÃzinha na escola nova! Soco no queixo na sala da escola - Sweet Home Alabama ... homem leva soco na cara de artista de ... COMO SOCAR FORTE E RÁPIDO 👊 O SEGREDO DE COMO DAR UM SOCO FORTE - DICAS DE COMO SOCAR ... COMPRE AQUI SEU INGRESSO: https://www.nonstopproducoes.com.br/rezende-show/ Firework é a nova geração de vídeos curtos que chegou no Brasil. Baixe já, segue ... Vídeo Romilly : https://m.youtube.com/watch?google_view_type=&v=3dxElKCPErU&google_comment_id=z12vtncqbxzrz5jaw04cd1yzqta4g3cxroc0k#gpluscomments VOCÊ POR AQ... INSCREVA-SE: https://www.youtube.com/user/rezendeevil?sub_confirmation=1 MEU CANAL NOVO: https://www.youtube.com/channel/UCiO3RPRhg5blmMsw6YytKCg LIVRO NOVO ... Ela me deu um tapa !! Se inscreva no Ingrid Ohara TV: https://www.youtube.com/ingridoharatv Siga o pessoal do Ap dos youtubers: Canal da Carol: https://www.y... Muitas pessoas esperam passar logo de cara na Escola preparatória de cadetes do ar, porém esquecem-se que a Escola para Preparação de Cadetes do Ar é um dos mais concorridos concursos do ... Supergirl 3x06 - Midvale #Midvale #Supergirladolescente #3Temporada