Piores tipos de relações

Os piores tipos de homens para relações. Quando se trata de um relacionamento sério que as meninas se tornam muito exigente na escolha do homem certo.Afinal de contas, a relação - é muito importante para nós e quero ver quem vai estar lá (Eu quero acreditar que é sempre) deve ser verdadeiramente digna do homem.Sem dúvida, esta é uma ... Descubra os piores tipos de chefes e como lidar com eles! Falando a verdade, não é raro encontrar pessoas que odeiam seus chefes. Um dos maiores receios dos que estão entrando no mercado de trabalho é o de encarar um chefe ruim e para aqueles que já trabalham com um desse, é o de passar ainda mais tempo sob a supervisão dele. Alguns tipos de comportamentos são cruciais para atrapalhar ou atrasar o andamento de uma reunião de trabalho. Uma pesquisa realizada pela Plantronics, empresa de soluções de comunicação unificada, reconheceu sete tipos de comportamentos e personalidades que tiram a produtividade de qualquer reunião. 2: tipos de marcação; tipos e mudanças de deslocamento e trajetórias, passe recepção. 3 Drible arremesso com ápio, tipos de marcações,tipos e mudanças de deslocamento e trajetórias, ofertar os piores espaços da quadra relação corporal. Venda mais conhecendo a melhor forma de se relacionar com empresas. Entenda os tipos de vendedores e suas características. Sempre tratamos aqui de relações comerciais entre empresas ou organizações, processos de vendas e pós-vendas geralmente mais complexos, envolvendo mais de uma pessoa nas decisões , e que, em geral, possuem um ticket médio alto. Este é um dos piores tipos de relacionamentos. A julgar pelo nome, essas relações são aquelas que deveriam ter terminado há muito tempo, mas ainda estão sendo arrastadas até não poderem mais. Isso acontece geralmente após um rompimento ruim e uma “volta” alguns meses depois. Drible, arremesso, tipos de marcações, tipos e mudanças de deslocamento e trajetórias ofertar os piores espaços da quadra relação corporal. Tipos de marcações,tipos e mudanças de deslocamento e trajetórias, ofertar os piores espaços da quadra, relações corporal, marcação individual e por setor. Relações intermináveis; Calma! ’Interminável’, neste caso, infelizmente não quer dizer «felizes para sempre». Então trata-se de um dos piores tipos de relação. Você sabe que quer terminar, mas continua tentando. Em geral, isso acontece quando o casal se separa após uma briga e volta a sair depois de um tempo. Lista dos piores defeitos de uma pessoa. Agora que já vimos o que é um defeito, vamos a um lista com os 12 piores defeitos de uma pessoa: 1. Ansiedade. Começamos essa lista com um dos grandes males que assolam nossas sociedades atualmente. Esse é um estado psíquico de apreensão ou medo provocado pela antecipação de uma situação. A legislação prevê certos tipos de objetos de relações de terra. As interações ocorrem entre os participantes por meio de matrizes legalmente homogêneas, limitadas espacialmente. Objetos de atos de relações de terra território dividido pela ordem estabelecida. Tem um propósito e uma categoria especial.

Minha resenha do Capítulo 1 de Tesouro da Rainha Dragão.

2020.09.04 18:54 Whisdeer Minha resenha do Capítulo 1 de Tesouro da Rainha Dragão.

Houve um tempo que eu estive cogitando escrever um blog ou algo assim. Meus amigos me convenceram que postar esporadicamente no Reddit era a melhor opção mesmo.
Basicamente eu mestro RPG por um ano, mas umas quatro pessoas que jogaram comigo já me disseram que eu sou uma ótima mestre, e eu sempre tive vontade de escrever alguma coisa assim. Talvez a minha opinião valha a pena compartilhar? Eu não sou uma expert, só me disseram que eu tenho jeito pra coisa haha.
Enfim, aqui vai a review do primeiro capítulo de Hoard of the Dragon Queen, a primeira aventura de D&D5e. E o que você tem de arrumar pra deixar ele jogável. Infelizmente só o primeiro capítulo mesmo, porque todo mundo desistiu do jogo no meio dele e eu não acho justo escrever sobre uma aventura que nunca mestrei.
Eu comecei com o meu grupo no nível 3 ao invés do nível 1. Tanto porque nenhum deles era novato ao sistema, tanto pelo combate contra Cyanwrath.
Basicamente, o capítulo começa a seguinte situação: Seus personagens veêm a cidade de Ninho Verde (uma tradução medonha para Greenest, pessoalmente eu escolheria Verdejante) sob o ataque de um dragão e podem escolher interferir ou não.
Soa heróico?
Bem... Começando com o fato de que entrar em uma cidade sitiada por um dragão no nível um é um ato obviamente suicida, o seguinte é o que acontece se você escolher não entrar e esperar pela manhã:
Assume-se que quando os personagens virem pela primeira vez a luta em Ninho Verde, eles correrão para defendê-la. Se não, e eles tiverem viajando com outros, então os PdMs com quem estão viajando sugerem que um ataque imediato possa virar o jogo ou, ao menos, salvar muitas vidas. Se ainda assim os personagens se mantiverem fora da luta, eles veem metade dos atacantes deixando a cidade por volta da meia-noite, com o restante se retirando em pequenos grupos ao longo das próximas horas. Quando o sol começa a nascer, até mesmo uma rápida inspeção mostra que mais da metade dos prédios estão muito danificados e muitas das riquezas da cidade foram levadas embora. Centenas de pessoas machucadas estão reunidas ao redor do forte ou são encontradas escondidas em porões, mas a maioria irá sobreviver.
Sabe o que é o Capítulo 1? O processo de ajudar o governador da cidade se você escolher entrar nela.
Eu lembro de ter honestamente falado pros meus jogadores fazer personagens que estariam dispostos a entrar em uma cidade sitiada por um dragão por heroísmo (ou ódio a dragões) porque eu sinceramente achei a coisa inteira de te obrigar a fazer um ato suicida onde você provavelmente não pode mudar as consequências do que acontece meio estúpida.
Em "provavelmente não pode mudar as consequências do que acontece", o que o livro descreve como consequência do que acontece se você não entrar na cidade.
...O que é exatamente o que acontece se você entrar na cidade. Entrando, você ajuda a resgatar umas pessoas e impedir a invasão do forte principal, que não é invadido com sucesso se os jogadores não escolherem entrar na cidade.
...Kek?
O que eu fiz aqui foi apresentar esse dilema. Eu só não pulei esse capítulo inteiramente porque eu achei ele muito, muito dramático. Só que a consequência de escolher não entrar na cidade era ser pego por uma armadilha dos cultistas, capturado pelos cultistas.
Os personagens capturados então seriam deixados em uma casa pilhada aleatória dentro da cidade e ter de ou batalhar sozinho pelo seu escape, ou esperar ajuda (seja dos jogadores que escolheram entrar, onde resgatar prisioneiros seria a primeira missão que Nighthill daria a eles, ou de um NPC caso nenhum deles tenha uma boa Furtividade).
Para o fim de ajuda do NPC, eu transformei Linan Swift de uma camponesa em uma batedora. Bem mais útil como uma aliada, mas fraca o suficiente para sofrer contra alguns kobolds e depender dos jogadores.
Uma alternativa que eu vi ser adotada por outros mestres para resolver o problema de "a decisão sensata te faz perder tudo o que acontece no jogo" é simplesmente fazer os personagens já estarem dentro de Ninho Verde quando ela for atacada, e deixar explícito que não podem fugir já que todo o exterior da cidade já foi armadilhado ou ela foi sitiada.
Essa aventura também sofre de uma falta de continuidade horrível. Como eu pessoalmente gosto de conectar consequências, eu fiz o seguinte:
  • Tarbaw Nighthill é um membro da família Nighthill de Baldur's. Boas relações com ele permitem aos jogadores um contato político importante mais para frente na aventura (eu planejava expandir o capítulo da aventura que se passa em Baldur's porque Baldur's é uma cidade muito boa). Mesma coisa com Castellan, que está há séculos ajudando os Nighthill.
  • Eles viajariam junto de Fernando Nighthill, sobrinho de Tarbaw, para Baldur's quando voltassem à Ninho Verde para partir em viagem. Fernando estava no forte sendo treinado por Tarbaw para sucedi-lo na administração de Ninho Verde. O papel de Fernando em Baldur's seria, principalmente, permitir a passagem entre os portões nobres (que só podem ser atravessados na companhia de um dos Patriarcas em Baldur's).
  • Linan Swift é uma ex-membro dos Zhentarim em fuga. Ela dá para a pessoa que mais a ajudou e a sua família um tipo de símbolo de confiança que permite não só seu recrutamento futuro na facção (ou um símbolo de confiança para um pequeno grupo anti-Zhentarim) como faria o personagem ser reconhecido pela gnoma Jamna Gleamsilver no futuro.
Acho que a pior coisa de verdade desse capítulo é quantos combates têm nele. Sério. Se você for rodar todas as missões do capítulo, você vai encontrar facilmente mais de 10 combates em uma noite. Calcule quanto tempo demora um combate e você vai perceber como essa aventura consegue matar completamente o seu pacing. Em minha experiência pessoal, eu fico frustrada em três sessões sem avanço na história e desisto mentalmente do jogo em cinco sessões sem avanço na história.
Eu cortei completamente encontros aleatórios e metade dos combates nas missões, mas isso ainda não foi o suficiente para impedir o capítulo de demorar o suficiente para todo mundo perder o interesse na campanha. Minha recomendação para impedir o meu erro é, além de cortar os encontros aleatórios, só adotar aproximadamente metade das missões de Nighthill. Eu recomendo as seguintes:
  • "Procurando o Forte" é obrigatório, mas não precisa ter um combate além do inicial para salvar Linan e a sua família.
  • "O Velho Túnel" deve existir como um ponto de transporte, mas o combate no túnel e no leito do riacho é bem supérfluo. Eu o adotei mas substituí (como balanceamento para o nível de poder dos personagens) os ratos por um guerreiro desaparecido que estava sendo controlado mentalmente por uma corrupção (seria um plot point maior no futuro) para se tornar hostil. Ainda recomendo dropar o combate aqui porque era só um plot point muito específico do meu jogo e ele não adiciona nada ao capítulo.
  • "O Portão de Acesso" é bom para o mood da situação, mas tem partes mais importantes. Pode ser dropado com segurança.
  • "O Ataque do Dragão" é essencial. Eu obedeci a recomendação de uma outra crítica da aventura que vi online e deixei arcos e uma balista à disposição dos jogadores no topo da torre (ainda bem, porque todos os meus personagens eram especializados em meele e assim eles puderam fazer alguma coisa).
  • "Prisioneiro" pode ser feito no meio das outras missões, não tem necessidade de ser uma missão por si só. Mas uma coisa engraçada que aconteceu na minha mesa é que o prisioneiro mentiu bem o suficiente para conseguir convencê-los de que era um espião de Bahamut infiltrado no culto para destruí-lo por dentro (benditos nat 20). Meu plano era fazer ele acompanhar o grupo e ou trair os personagens alguma hora, ou se converter e vender informações para eles dependendo de como a história se desenvolvesse. Eu achei um conflito bem interessante que recomendo fazer para um prisioneiro humano que seja capturado.
  • Você pode escolher só um entre "Salvem o Moinho" e "Santuário" para o sentimento de ir lá fora para resgatar as pessoas, os dois juntos são um pouco supérfluos. Eu recomendo Santuário, pois Eadyan Moonfalcon pode ajudar os personagens e envolve mais planejamento tático por parte dos personagens (que têm de ter o bom senso de não serem capazes de tomar de frente dois dos três grupos rodeando o templo).
  • "O Campeão Meio-Dragão" é o ápice desse capítulo, mas ao mesmo tempo significa que um personagem batalhará até a morte muito cedo na aventura. Eu recomendo mantê-lo se você trabalhar com personagens que não seriam imediatamente mortos por dano excessivo (como personagens level 3). Também faça Cyanwrath apenas usar a sua baforada de dragão se considerar que seu oponente trapaçeou no combate (como usar magia ou itens mágicos) para torná-lo menos mortal. Quando o personagem chegar a 0 HP, faça-o ser curado imediatamente com uma poção de cura administrada por um NPC (ou jogador, se eles tiverem algum slot de magia de cura e estiver presente). É uma morte épica e tudo mais, mas é muito cedo na aventura para realmente ser uma morte.
Os combates, mesmos cortados a tão poucos, ainda são bem repetitivos. Eu usei homebrews de inimigos diferentes, como kobolds feiticeiros e kobolds soldados, para diminuir o sentimento de "estamos batalhando contra 2d8 kobolds iguais" e também por balanceamento (começando a aventura no nível 3 e tudo o mais).
Pessoalmente, eu balanceei todos os combates para serem Difíceis segundo as regras do livro do mestre.
E algumas coisas que também adicionei ao capítulo, mas não necessariamente são fixes necessários:
  • Eu traduzi Nighthill para "Montenegro".
  • Eu traduzi Cyanwrath para "Cianofúria".
  • Eu traduzi Linan Swift para "Linan, a Veloz". Mais porque em Forgotten Realms como eu a mestro, humanos só têm sobrenomes se são nobres, e só ganham títulos por feitos ou fama. Logo Linan tem o título de a Veloz, mas o resto de sua família não.
  • Dei um laço romântico entre Cyanwrath e Frulam Mondath. A aparição dele no capítulo 3 seria um pouco mais dramática assim. E Cyanwrath é completamente o melhor vilão de HotDQ (o único que tem um desenvolvimento significante, também). A popularidade dele é altíssima (é o terceiro NPC mais pesquisado sobre no DnDBeyond) e o fato de ser o "vilão honrado" no duelo contra ele ganha muito a simpatia dos jogadores.
  • O esposo de Linan Swift é um ferreiro. Ele oferece reparo de armamentos e substituições de graça por terem salvo sua vida caso sejam danificados nos capítulos 1-3.
Eu lembro de ter também cortado várias salas do capítulo 3, pulado o capítulo 2 completamente cortado encontros de viagem do capítulo de viagem, mas nunca mestrei eles per se então não acho que minha crítica deles seria construtiva.
Conclusões finais: Se você tem de mudar tanto assim de uma aventura apenas para ela ser jogável, vale mais a pena escrever a sua própria. Eu acho que gastei mais tempo mudando esse capítulo do que eu gastaria escrevendo uma aventura por mim mesma, porque foram horas de trabalho. Embora já seja trabalho pronto aqui, imagine que você teria de repetir isso para todos os capítulos.
Recomendo: Não.
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2020.08.27 21:34 Ultimecia- Desabafo sobre pensamentos ruins que me atormentam (+18)

Ola pessoal, depois de muito pensar, e me perguntar se deveria fazer esse texto, venho aqui pra desabafar um pouco, pois não tenho um ciclo social muito grande pra o qual eu poderia contar essas coisas, e as poucas pessoas que eu poderia contar, Não seriam diretas e sinceras. Como o texto também é bem constrangedor, acredito que um leve anonimato deve me ajudar a se expressar melhor.
Marquei o texto como +18 porque usarei palavras bem explícitas aqui para melhor entendimento, porém, ciente das diretrizes da comunidade, caso o texto seja ofensivo ou afete alguém menor de idade, gostaria que fosse removido o mais rápido possível, me desculpem se acabar sendo ofensivo ou algo do tipo, espero não ultrapassar nenhum limite aqui. Mas vamos lá.
A 3 anos atrás eu conheci uma garota do meu antigo emprego (tenho 23 anos, isso não fere meu anonimato). Essa garota era perfeita e muito fofinha, tinhamos a mesma idade e nos demos super bem, estávamos solteiros, e depois de 6 meses nos conhecendo começamos a namorar. Namoramos por uns 2 anos, e nesse tempo aproveitamos muito a companhia um do outro, foi tudo perfeito, sem brigas e sem desentendimento, até que começamos a nos conhecer de mais. Sempre fui um cara reservado, antes dela só namorei uma pessoa, por 3 anos, minha única experiência sexual foi com essa pessoa, e após o termino nunca me relacionei como mais ngm, porém, essa garota que conheci no meu trabalho (vou chama-la de Yomawa, nem sei o pq :v) ja havia tido muitos outros caras no passado. Conversando com ela, descobri que fui o primeiro namorado dela, porém, ela ja havia ficado e tido aventuras adultas com mais de 15 caras no total, alguns em festas, faculdade, e todo o resto, com alguns mais de 5 vezes, ja havia feito menage e outros desejos sexuais que realizou por curiosidade. Confesso que me surpreendi, uma garota tão fofinha e delicada ja ter passado por isso me abalou um pouco, e depois que eu fiquei sabendo dessas coisas, nosso namoro desandou. Comecei a criar uma espécie de paranóia na cabeça, de nunca ter dado um prazer tão bom pra ela em nossas relações na cama. Eu tinha alguns fetiches e curiosidades, e ela, ja havia realizado todos com os caras anteriores. Com o tempo essa paranóia de me sentir insuficiente foi tomando conta de mim, até que cometi o erro (ou não) de perguntar se eu ja havia sido o melhor com ela na cama. Ela disse que não, disse que avalia certos pontos nas relações, como preliminar, oral, beijo, penetração, vibe e etcs. E que desses pontos, eu tinha sido o melhor em preliminar e sexo oral, maaaaas, um dos piores em penetração, disse que ja tinha se relacionado com outros caras que proporcionaram um prazer enorme pra ela, e que achava difícil eu superar. Uma coisa que amo nela, é a sua sinceridade, eu odiaria sentir que estou sendo enganado, e a verdade apesar de doer, é o que eu prefiro. Desde então eu tenho me empenhado e dado o melhor de mim, para "ser o melhor" de cama. Eu nunca tive esse orgulho macho (como prefiro chamar) de querer ser o mais fodao em tudo e bla bla bla, mas isso tem me atormentado, e tem me impedido de ser feliz.
No começo ela acreditava que eu poderia ser o melhor na penetração e bla bla bla, mas agora ela pede pra eu não criar esperanças ahebhahehe que do jeito que estou (estou dando o maximo que consigo e fazendo treinos constrangedores de desempenho sexual no meu quarto) posso levar quase 1 ano pra conseguir ser o melhor do melhor. E isso tem me atormentado tanto que estou ficanso triste de vdd, me sinto insuficiente, quando estamos juntos e vejo ela gritar e gemer de prazer na cama, penso logo : - Se ela se contorce desse jeito comigo, imagina com o cara que já comeu ela melhor. Aaaaaaaaahh é horrível, me desculpem pela forma de falar "comeu" mas não consegui pensar em algo menos machista. Imagina você namorar uma garota que diz "meu namorado não foi o cara que me comei mais gostoso, desculpa, estou sendo sincera".
Ela diz que não liga pra isso, que o que sente comigo nunca sentiu com ngm, que nosso amor é pfto, que eu trato ela como uma Deusa e isso motivz muito ela todos os dias, ela chora só de pensar em me perder, e de vdd combinamos em tudo. Gostos, musicas, animes, séries, jogos, ela é perfeita, e eu sou o cara que nem consigo dar um prazer suficiente na cama, me sinto ridículo por isso, mas penso que quando começamos a tranzar, ela tem uma expectativa de ser bom e maravilhoso, e acaba não sendo, ela acaba esperando que seja bom como os outros caras, e acaba não sendo. Ja imaginou ela ter aquele prazer como referência sempre que pensar em sexo ? E não no meu ? Eu não consigo ser eu mesmo desde que isso aconteceu, e me sinto tão mal que penso em terminar. Estou mt agressivo com as palavras e muito decepcionado comigo, esse relacionamento está me deixando mal e me fazendo sentir a cada dia insuficiente, e ela não tem culpa, nunca seria capaz de culpa-la por falar a verdade, é a qualidade que mais amo, mas estou perdido. O relacionamento é mt mais que sexo galera, mas sinto que a cada segundo que passa, os caras anteriores estão ganhando de mim, sei la, é como se eu estivesse perdendo (???) Estou paranóico, queria desabafar, penso em ir em um psicólogo ou sexólogo, mas não sei mais o que fazer, de vdd.
Me desculpem se ficou mt grande este desabafo, ou se acaba ferindo alguma diretriz ou algum menor de idade, pfvr excluam se for o caso :(((
Ass : O cara que não foi o melhor da sua namorada
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2020.08.18 22:48 gdtn3 Porque todos esses homossexuais continuam chupando meu galo?

Olha, eu não sou uma pessoa odiosa nem nada - acredito que todos devemos viver e deixar viver. Mas, ultimamente, tenho tido um problema real com esses homossexuais. Você vê, quase onde quer que eu vá atualmente, um deles se aproxima de mim e começa a chupar meu galo. Pegue o último domingo, por exemplo, quando casualmente puxei conversa com esse cara no vestiário do clube de saúde. Nada frutado, apenas alguns caras falando sobre suas rotinas de treino enquanto tomam um bom banho quente. O cara também parecia um homem de verdade - bíceps grandes, coxas carnudas, pescoço grosso. Ele não parecia nem um pouco gay. Pelo menos não até ele começar a chupar meu galo, claro.
De onde esse bicho tem coragem de chupar meu galo? Eu parecia gay para ele? Eu estava usando um boá de penas rosa sem perceber? Não me lembro da frase "Chupe meu galo" entrando na conversa, e não tenho uma placa no pescoço que diga: "Por favor, seus homossexuais, chupem meu galo". Não tenho nada contra os homossexuais. Deixe que eles sejam livres para fazer suas coisas alegres em paz, eu digo. Mas quando eles começam a chupar meu galo, eu tenho um problema real.
Então houve uma vez em que eu estava caminhando pela floresta e me deparei com um homem loiro de aparência robusta em seus trinta e poucos anos. Ele parecia bastante direto para mim enquanto estávamos nos banhando naquele riacho da montanha, mas, antes que você perceba, ele está chupando meu galo! O que há com esses homos? Eles não podem controlar seus impulsos sexuais? Não há galos gays suficientes lá para eles chuparem sem que eles tenham que atacar pessoas normais como eu?
Acredite em mim, não tenho interesse em ter meu galo sugado por alguma bicha. Mas tente dizer isso para o cara no clube de praia. Ou aquele da locadora. Ou aquele que cuidou do meu casamento. Ou qualquer um dos incontáveis ​​outros homossexuais que me procuraram recentemente. Todos eles sugaram meu galo, e não havia nada que eu pudesse fazer para detê-los. Eu te digo, quando um homossexual está chupando seu galo, muitos pensamentos estranhos passam pela sua cabeça: Como diabos isso aconteceu? De onde essa fada tirou a ideia de que eu era gay? E onde ele conseguiu essas botas fantásticas?
Em outras ocasiões, também estraga sua cabeça. Cada vez que um homem passa por mim na rua, tenho medo que ele vá me agarrar e me arrastar para algum banheiro para chupar meu galo. Eu até comecei a visualizar esses episódios repulsivos de chupar galo durante as relações conjugais saudáveis ​​e heterossexuais que eu tenho com minha esposa - mesmo algumas que não aconteceram de verdade, como o encontro suado no vestiário após o jogo com Vancouver Canucks. Mark Messier, em quem não consigo parar de pensar. As coisas poderiam ser piores, suponho. Podem ser mulheres tentando chupar meu galo, o que seria adultério e me faria sentir tremendamente culpado. Do jeito que está, estou apenas com raiva e enjoado. Mas, acredite em mim, isso é o suficiente. Não sei o que faz esses homossexuais me confundirem com um cara que quer seu galosucked e, francamente, não quero saber. Eu só queria que houvesse alguma maneira de fazê-los parar.
Já tentei todo tipo de coisa, mas não adiantou. Alguns meses atrás, comecei a usar uma tanga de couro preta de aparência intimidante com tachas de metal ameaçadoras na esperança de assustar aqueles viados, mas não funcionou. Na verdade, parecia apenas encorajá-los. Então, eu realmente comecei a ficar áspero, batendo neles sempre que eles estavam chupando meu galo, mas isso falhou também. Até mesmo puxar para fora de suas bocas pouco antes da ejaculação e lançar esperma por todo o rosto, peito e cabelo parecia não ter efeito. O que devo fazer para transmitir a mensagem a esses swish? Eu juro, se esses homossexuais não entenderem e pararem de chupar meu pau o tempo todo, terei que recorrer a medidas drásticas - como talvez prendê-los no chão de cimento da doca de carga com meus poderosos antebraços e trabalhando meu galo todo o caminho até sua bunda para que eles entendam alto e bom som o quanto eu desaprovo seus avanços indesejáveis. Quero dizer, você não pode ser muito mais direto do que isso.
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2020.08.13 15:35 whoolii desabafo gente kkkkk

oioi pessoas blz? Então é...a minha família passa por muita coisa e eu moro em casa de sobra (quer dizer que é uma em cima da outra mas onde eu moro só tem treix casas) e junto eu moro com os meus tios por parte de pai. Enfim,desde 2019 meu pai ele tinha (ou tem,não ligo mais pra essa merda) uma relação com a patroa dele...e minha mãe foi descobrir em janeiro desse ano tudo,tudo e é muita coisa,e quando minha mãe descobriu meu irmão mais novo se pronunciou e disse "mãe,eu vi o papai beijando uma mulher loira perto da piscina." e era a patroa. Minha mãe lógico brigou com meu pai e falou pra patroa,e meu pai é alcoólatra e a maioria das vezes minha mãe pegava o celular dele e sabia da senha e sabia um monte de coisa..mulheres,muitas e muitas mulheres.
E meu pai seguiu a vida com cocaína,bebendo,gastando dinheiro e olha..eu e meu irmão sem comer. Eu não sou magra de família nem meu irmão e pelo dinheiro gasto a situação ficou pior. Minha mãe estragou tudo também,ela falava com um cara e tinha relações com ele e eu fui descobrir quando eu ia dormir...nossa eu fiquei péssima,eu chorei. Muito.
Brigas muitas brigas. Eu tava sofrendo,eu to sofrendo.
E as brigas foram para os ouvidos da..(desgosto de chamar aquela mulher de tia) e começou e piorou cada vez muito mais falavam na minha mãe e do meu pai. Falavam que minha mãe só ta vava ficando ainda com meu pai por causa do dinheiro. Eu duvido muito kk.
E 3 de agosto foi meu aniversário de 13 anos yeey....seria legal se um dia antes meu pai estivesse comigo,eu chorei com a blusa dele e eu chorei quando fui dormir. Lógico,sempre quieta.
E no meu aniversário já de noite meu pai apareceu ele tinha ido trabalhar e ele tava todo machucado e eu tinha pensado que ele tinha caído ou algo do tipo..eu tava deitada no sofá e minha mãe perguntou "O que aconteceu contigo?" e ele respondeu "tentei me matar." simples e calmo.
Sim,ele disse isso no meu aniversário,no meu dia,meu dia especial...
Minha reação foi para oque eu tava fazendo correr pro meu quarto e chorar muito. Nossa..eu chorei demais e tranquei a porta pra chorar...e eu só ouvi minha mãe falando "VIU OQUE VOCE FEZ?".
Eu sai do quarto com a cara inchada e minha mãe disse que era pra eu lavar o rosto e pentear o cabelo pra descer pra ir pra casa de uma outra tia e eu fui né...com a cara de choro mais com um sorriso falso no rosto. E eu vi minha prima minha tia com um bolo em cima da mesa e sério eu fiquei muito feliz eu tava muito triste mas feliz. Mas quando eu vi acara da minha prima por eu estar com a cara de choro ela ficou preocupada (eu amo ela de verdade sério kkk). E pra melhorar aquela mini festinha a minha outra tia por parte de mãe (eu tenho muitas tias ;-;) me ligou (ela mora na Paraíba e afins) me deu parabéns e falou palavras fofas e eu vi a filha dela,um anjo também kkk.
E é isso..não posso negar que ainda to muito triste. Mas as coisas estão melhores. Beijo a todos.
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2020.07.23 10:36 diplohora Bruno Rezende : meus estudos para o CACD Parte III – A PREPARAÇÃO INTRODUÇÃO pt 10 a 3ra fase do CACD

Em primeiro lugar, lembro uma coisa muito simples: terceira fase não é segunda fase. Você não precisa se preocupar com propriedade vocabular, vírgulas antes de orações subordinadas reduzidas de infinitivo e coisas do tipo. É óbvio que não vale escrever completamente errado também, mas o que eu quero dizer é que a banca da terceira fase nem sabe das exigências da segunda fase direito, então não precisa se preocupar tanto com aspectos formais da escrita. Obviamente, a necessidade de ter uma tese central e alguns argumentos que a comprovem de maneira coerente permanece, mas isso não é novidade para ninguém. A importância do aspecto formal da terceira fase não está nas palavras e nos termos de uma oração, mas na sequência lógica de argumentos.
Algo bastante importante nas provas de terceira fase é destacar um argumento central, uma tese que responda à questão e que lhe permita apresentar exemplos/construções teóricas e desenvolver argumentos que a comprovem. Nessa situaç~o, vale a velha “fórmula” de dissertaç~o: introdução (com a tese central), argumentação (com uma ideia central por parágrafo, com argumentos que comprovem sua tese central) e conclusão (com retomada da tese e com articulação dos argumentos apresentados). Não há um número ideal de parágrafos, vale o bom senso (evitar parágrafos com apenas uma frase ou excessivamente grandes, mas não é necessário que tenham quase o mesmo tamanho, por exemplo, como ocorre na segunda fase).
Evite juízos de valor muito expressivos. Obviamente, tudo o que você escreve contém um pouco de subjetividade, mas evite adjetivações excessivas e algumas construções, como “é importante ressaltar que…”, “vale lembrar que...” ou “fato que merece destaque é…”.
Evite listagens longas e/ou imprecisas. Por exemplo: se você não se lembra de todos os países que fazem parte de determinado grupo, ou se eles são muitos, evite citações de todos os países (na verdade, não sei por qual motivo alguém iria querer citar os membros de um grupo assim, mas vai que precisa de algumas linhas de “enrolaç~o”, não é?). Ex.: “A UNASUL é composta por Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela”.
Preferir: “A UNASUL é composta pelos doze países latino-americanos (à exceção da Guiana Francesa)” ou “A UNASUL é composta pelo agrupamento dos membros do MERCOSUL e da CAN, acrescidos do Chile, do Suriname e da Guiana”. Quanto a imprecisões, evitar, por exemplo: “A UNASUL é composta por Brasil, Argentina, Venezuela, entre outros”. Se você n~o se lembra de todos ou se o número de países é relativamente grande para citar todos, opte ou pelas alternativas anteriormente apresentadas ou, pelo menos, por algo como “Na UNASUL, destacam-se o Brasil – por sua dimensão territorial, por sua população e por seu peso político-econômico –, a Argentina – importante mercado emergente, com forte setor agrícola voltado à exportação e com indústria diversificada – e a Venezuela – detentora de recursos naturais estratégicos e grande exportadora de petróleo”.
Evite, também, citações e menções excessivas. Elas não devem constituir a base de sua resposta. Excesso de citação de eventos pode ser um problema. Obviamente, citar datas, conceitos e períodos é fundamental, mas o problema começa quando essas referências ocupam frases inteiras, sem argumentação e sem sequência lógica de relações. Veja os Guias de Estudos antigos, para ter uma noção do tipo de resposta preferido pela banca. O importante é não exagerar, para o texto não ficar carregado de informações que, ainda que úteis, não sustentam a tese que responde à questão de maneira consistente. Para conceitos menos conhecidos, convém citar a fonte (de todo modo, ainda que certos conceitos, como “Estado normal”, sejam consagrados na literatura sobre política externa brasileira, dizer que “o país entrou, assim, no período que Amado Cervo define como ‘Estado normal’” me parece boa estratégia – até porque o próprio Amado Cervo já foi da banca corretora vez ou outra; o José Flávio Sombra Saraiva é outro que tenho certeza de que irá adorar ver seu nome mencionado em uma resposta).
Algo bastante útil é evitar criar (e cair em) armadilhas. Se você sabe, por exemplo, que o Pacto Andino foi firmado em 1969, mas não tem certeza se a organização aí criada já se chamava Comunidade Andina de Nações, por exemplo, opte por uma formulação de resposta que evite comprometer-se quanto a isso. Uma sugest~o seria, por exemplo: “Firmado em 1969, o Pacto Andino consubstanciou importante passo para a criaç~o da Comunidade Andina de Nações (CAN)”. Desse modo, você evita incorrer no erro de atribuir ao Pacto a responsabilidade pela criação da CAN, sem deixar de destacar sua importância para que isso ocorresse posteriormente. Evite, também, conceitos “politicamente incorretos” ou em desuso, como “governo neoliberal” (preferir “governo associado aos princípios do Consenso de Washington”, por exemplo), “país subdesenvolvido” (preferir “país de menor desenvolvimento relativo”, por exemplo) etc.
Para boa parte dos argumentos a ser empregados na terceira fase, a leitura atenta e o fichamento das melhores respostas dos Guias de Estudos anteriores podem ajudar bastante. Eu tive um professor de cursinho, o Ricardo Macau, que gostava de dizer que o intuito de fichar os Guias de Estudos era, simplesmente, roubar argumentos. Ninguém precisa inventar novos argumentos, para tentar “chocar” a banca. Se a banca publica um Guia de Estudos anualmente, dizia ele, é para mostrar a todos os candidatos o que ela queria ler como resposta naquela questão e o que ela quer ler nas respostas dos concursos dos anos seguintes. Dessa maneira, não há nenhum constrangimento em fichar os principais argumentos das provas dos anos anteriores e em usá-los nas questões pertinentes da terceira fase. Alguns desses argumentos foram muito úteis para mim, especialmente nas provas de História do Brasil, de Política Internacional e de Direito.
Uma coisa que pouca gente fala é que os Guias de Estudos nem sempre são cópias fidedignas das respostas dos candidatos. A organização do concurso entra em contato com os autores das respostas selecionadas e solicita que os próprios autores digitem suas respostas. Os candidatos podem fazer eventuais alterações pontuais de algumas imprecisões, mas alguns poucos acabam exagerando. Para quem está se preparando para o concurso, não poderia haver nada pior, já que não podemos ter uma noção exata de qual tipo de resposta foi avaliado como suficiente pelos examinadores (por saber que era possível alterar, eu sempre ficava em dúvida: será que ele/ela ganhou essa nota escrevendo tudo isso mesmo?). J vi gente dizendo que “quem consegue fazer as melhores respostas deu sorte, porque fez mestrado ou doutorado no assunto, pelo menos”, e isso é completa mentira. O que ocorre é que essas pessoas souberam conjugar estudo eficiente e capacidade de desenvolvimento analítico diferenciada que sejam convertidos em uma argumentação clara e consistente. Para isso, não tem mestrado ou doutorado que adiante. Em algumas questões, você sente ser capaz de escrever o dobro ou ainda mais sobre aquele assunto (principalmente, nas questões de 60 linhas), mas o que mais conta, no fim das contas, é a forma, o modo como você organiza suas ideias, os argumentos de que você faz uso etc.
Na prova de História do Brasil, alguns temas são mais ou menos recorrentes. Definição das fronteiras nacionais, política externa do Império, política externa dos governos Quadros-Goulart (Política Externa Independente), política externa dos governos militares (especialmente, Geisel), relações do Brasil com a América do Sul (destaque para as relações Brasil-Argentina desde o século XIX), relações do Brasil com a África (do período da descolonização até a década de 1980). Obviamente, há inúmeros outros temas (bastante pontuais às vezes) que também são cobrados, mas eu acho que, se eu tivesse só uma semana, para estudar tudo de História do Brasil, eu escolheria esses temas. Ainda que eles não sejam cobrados diretamente, podem ser encaixados em muitas outras questões.
A prova de Inglês consiste de uma tradução do Inglês para o Português (valor: 20 pontos), de uma versão do Português para o Inglês (valor: 15 pontos), de um resumo de texto em Inglês (valor: 15 pontos) e de uma redação sobre tema geral (valor: 50 pontos). As notas de Inglês são, geralmente, bem mais baixas que as das demais provas, o que, considerando que boa parte dos candidatos que chega à terceira fase tem alguma experiência no domínio avançado da língua inglesa (acredito eu), é claro sinal de que a cobrança é bastante rigorosa, e apenas conhecimentos básicos da língua não são suficientes.
Quanto à tradução e à versão, não tenho muito a dizer. Há dedução de 1,00 ou de 0,50 pontos (dependendo do tipo de erro) do valor total do exercício para cada erro de tradução13. O vocabulário cobrado nem sempre é muito simples (um ou outro termo pode ser mais complicado), mas, em geral, não há muitos problemas. Normalmente, as notas da tradução são bem maiores que as notas da versão. Um pequeno “problema” nas traduções e nas versões é o seguinte: o examinador escolhe, tanto nas traduções para o Português quanto nas versões para o Inglês, algumas expressões que ele quer, obrigatoriamente, que o candidato use determinados termos que correspondam àquela palavra ou expressão na outra língua. Assim, por exemplo, se há o termo “vidente”, para ser traduzido para o Inglês, e se o examinador escolheu essa palavra, para testar os candidatos, você ser penalizado, se tentar dizer isso com uma express~o como “a person who foresees” ou coisa do tipo. Se o examinador, entretanto, não houver escolhido essa palavra como teste, você poderá não perder nenhum ponto por isso. O maior problema é que, obviamente, você não sabe quais são as expressões que serão escolhidas enquanto faz a prova. Pode ser que uma expressão para a qual você não conhece a tradução exata não seja uma das escolhidas pelo examinador, e dizer a mesma coisa de outra maneira (com uma frase ou com uma expressão mais longa que exprima o mesmo sentido) pode não implicar penalização. Enfim, não há como saber isso antecipadamente, então a melhor alternativa é, sempre, a tradução o mais fidedigna possível. De toda forma, se não souber, aí não tem jeito, invente alguma coisa, pode ser que seja aceita. Só nunca, nunca, deixe um espaço em branco, pois isso atrai os olhos do examinador, e ele saberá que já tem algo faltando ali. Mesmo que você não tenha nenhuma ideia do que alguma coisa signifique ou de como traduzir, invente palavras, crie sinônimos que não existem, faça qualquer malabarismo linguístico que estiver a seu alcance, só não deixe espaços em branco. Como os examinadores corrigem mais de duzentas provas (números de 2010 e de 2011), pode ser que alguns erros acabem passando despercebidos.
13 Segundo o Guia de Estudos: menos 1,00 pontos por falta de correspondência ao(s) texto(s)-fonte, erros gramaticais, escolhas errôneas de palavras e estilo inadequado; menos 0,50 pontos por erros de pontuação ou de ortografia. Apesar dessa previsão no Guia de Estudos, a banca também tem considerado, nos últimos concursos, que também se subtraem 0,50 pontos por erro de preposição, ao invés de 1,00 pontos.
O resumo do texto em Inglês costuma surpreender alguns candidatos com baixas notas. A atribuição de pontos é feita de acordo com uma avaliação subjetiva que considera várias coisas: quantidade de erros, abrangência de todos os pontos selecionados pelo examinador como os mais importantes do texto etc. Não é necessário incluir exemplos no resumo, que deve, com suas palavras, abranger todos os principais temas discutidos no texto, seus argumentos e sua linha de raciocínio (os temas e os argumentos podem ser apresentados na ordem que você considerar mais interessante, não é necessário seguir a ordem do texto). No resumo, não se emite opinião sobre o texto, e n~o é necessrio dizer “o autor defende”, “segundo o autor” (em Inglês, obviamente). Como se trata do resumo de um texto, é evidente que tudo o que está ali resume as opiniões do autor. Não é necessário fazer uma introdução e uma conclusão, você perderá muito espaço, e não é esse o objetivo do resumo. Seja simples e direto, acho que é a melhor dica.
O comando indica um máximo de 200 palavras, mas eles não contam. Já vi professores dizendo para que os alunos fizessem, obrigatoriamente, entre 198 e 200 palavras, mas, se você buscar os Guias de Estudos anteriores, verá que há resumos que fogem a esse padrão (para baixo ou para cima) e que foram escolhidos como o melhor resumo daquele ano. É claro que você não vai escrever 220 palavras, mas acho que umas 205, mais ou menos, estão de bom tamanho (escrevi um pouco mais de 200, acho que 203, não sei). A professora do cursinho de terceira fase dizia que podíamos fazer até cerca de 210 (desde que a letra não fosse enorme, para não despertar a curiosidade do examinador) que não teria problema. É claro que o foco deve estar nos 200, esse valor superior é apenas para o caso de lhe faltarem algumas palavras, para encerrar o raciocínio.
Em 2011, os 15,00 pontos do resumo foram divididos em duas partes: 12,00 pontos para a síntese dos principais aspectos do texto e 3,00 pontos para linguagem e gramática. O examinador determinou que havia seis tópicos principais do texto que deveriam ser incluídos no resumo e atribuiu até dois pontos para a discussão de cada um desses tópicos. Obviamente, não há como saber quantos serão esses tópicos. O melhor a fazer é tentar tratar de todos os aspectos mais importantes do texto com o mínimo possível de palavras. Se sobrarem 10 ou 15 palavras, não desperdice, faça uma frase a mais, quem sabe isso pode lhe render alguns preciosos décimos a mais.
A redação em Inglês é de 45 a 60 linhas, com valor de 50 pontos. Esses 50 pontos são distribuídos em: planejamento e desenvolvimento (20 pontos), qualidade vocabular (10 pontos) e gramática (20 pontos), com penalização de 1,00 ou de 0,50 pontos por erro, de acordo com o tipo de erro14 (descontados da parte de gramática). Nota zero em gramática implica nota zero na redação (logo, cuidado para não zerar). Há penalização de 1,00 pontos para cada linha que faltar para o mínimo estabelecido.
Normalmente, a redação trata de temas internacionais de fácil articulação. Não há recomendações de número de parágrafos, de número de linhas por parágrafo ou coisa do tipo. As principais coisas a observar são: ter uma tese central, usar argumentos que a sustentem, e, sobretudo, fornecer exemplos. Ao ver espelhos de correção de concursos anteriores no cursinho, fica evidente que muitas notas de planejamento e desenvolvimento são mais baixas devido à ausência ou à insuficiência de exemplos, como indicam os comentários dos examinadores em provas anteriores (a prova de Inglês é a única da terceira fase que vem com comentários e com marcações). Eu diria, portanto, que é necessário prestar atenção na argumentação coerente que comprove a tese, é claro, e no fornecimento de vários exemplos que sustentem a argumentação apresentada. É claro que só listar dezenas de exemplos pode não adiantar nada, mas, se você souber usá-los de maneira coerente, como complemento à argumentação, acho que poderá ser bem recompensado por isso. Ao contrário do que já vi dizerem por aí, não há penalizaç~o por “ideologia” discrepante daquela da banca. Aproveitando a temática da prova de 2001, não interessa se você é contra ou a favor da globalização, o importante é elencar argumentos fortes e sustentá-los com exemplos pertinentes.
14 Segundo o Guia de Estudos, menos 1,00 pontos por erro (exceto para erros de pontuação ou de ortografia, para os quais há subtração de 0,50 pontos). Apesar dessa previsão no Guia de Estudos, a banca também tem considerado, nos últimos concursos, que também se subtrai 0,50 pontos por erro de preposição, ao invés de 1,00 pontos.
Por fim, a parte de qualidade vocabular não se refere só ao uso de construções avançadas de Inglês (inversões, expressões idiomáticas etc.). De nada adianta usar dezenas de construções avançadas, se você tiver muitos erros de gramática. Os 10 pontos de qualidade vocabular levam em consideração tanto o número de construções avançadas que você usou quanto o número de erros de gramática que você teve. Ainda que você use poucas construções avançadas, se não errar nada de gramática (ou se errar muito pouco), sua nota nesse quesito deverá ser bem alta. Dessa forma, acho que o melhor a fazer é preocupar-se, primeiramente, com gramática. Uma pequena lista de expressões idiomáticas passíveis de se empregar, combinada com o uso de construções mais avançadas (como inversões, por exemplo), já pode significar boa nota de qualidade vocabular, se você não perder muitos pontos de gramática. Não vou dizer quais usei, senão todo mundo vai usar as mesmas e ninguém vai ganhar pontos. Usem a criatividade: vejam expressões diferentes, palavras conotativas apropriadas, verbos e palavras mais “elaborados” etc.
Em resumo, acho que o principal da redação é: errar pouco em gramática e fornecer exemplos. Com isso e com bons argumentos, sem fugir ao tema, eu diria que há boas chances de uma nota razoável.
A prova de Geografia é, a meu ver, uma das mais chatas e imprevisíveis. Cada ano, a prova é de um jeito, ora cobra Geografia física, ora cobra teoria da Geografia etc. No geral, acho que a banca não tem muita noção de que está avaliando conhecimentos importantes para o exercício da profissão de diplomata, não de geógrafo. Assim, frequentemente, aparecem algumas questões bem loucas. O bom das questões mais chatas de Geografia é que a banca costuma ser mais generosa na correção. Há alguns anos, uma questão sobre minérios na África, por exemplo, aterrorizou muitos candidatos, mas, na hora da correção, segundo um professor de cursinho, as notas não foram tão baixas. Por isso, não se preocupe tanto com essas questões mais espinhosas que, eventualmente, aparecem na terceira fase de Geografia.
Em 2011, uma das questões (sobre navegação de cabotagem no Brasil, na década 2001-2010) havia sido tema de uma reportagem do programa Globomar duas semanas antes da prova. Para falar a verdade, eu não sabia nem o que era Globomar, se era uma reportagem do Fantástico, um quadro do Faustão ou a nova novela das sete, mas, como um raio pode cair duas vezes no mesmo lugar, não custa nada informar para que você fique atento a algumas dessas questões mais recentes. Não precisa gravar e tomar notas de todo Globomar daqui para frente. Dar uma olhada nos temas desse tipo de programa, de vez em quando, já deve ser mais que suficiente. Vale dizer que o mais importante é, sempre, Geografia do Brasil. Não precisa assistir o National Geographic sobre monções no Sri Lanka, porque não vai cair. De todo modo, assuntos relativos à costa e ao litoral brasileiros são reincidentes no concurso.
Muitos falam sobre a necessidade de usar o “miltonsantês”, como s~o conhecidos os conceitos de Milton Santos, nas respostas de terceira fase. É algo meio batido, mas acho que todo mundo que faz, pelo menos, o cursinho preparatório para a terceira fase deverá ouvir alguma coisa a respeito, então não se preocupe com isso. Se der para usar alguns conceitos em determinadas questões, use sem exageros. Esses termos podem render bons olhos com a banca, mas ninguém tira total só porque escreveu dez conceitos miltonianos na resposta.
Algumas argumentações s~o “coringas” em Política Internacional. Alguns conceitos, como “multilateralismo normativo”, “postura proativa e participativa”, “articulaç~o de consensos”, “reforma da ordem”, “juridicismo”, “pacifismo”, “pragmatismo”, “autonomia pela participaç~o” etc., poderão ser encaixados em quase todas as respostas de terceira fase. Relações Sul-Sul, América do Sul, BRICS, IBAS, África também são temas que poderão ser empregados em diversos contextos (temáticas recorrentes nos últimos concursos). Desse modo, saiba usar esse conhecimento a seu favor. Se há uma questão que pede comentário sobre algum aspecto da política externa brasileira contemporânea, citar esses conceitos já pode ser bom começo.
Não custa nada lembrar que você está fazendo uma prova para o Ministério em que você pretende trabalhar pelo resto da vida. Criticar a atuação recente do MRE não é sinal de maturidade crítica ou coisa do tipo, pode ter certeza de que n~o ser bem visto pela banca corretora. N~o precisa “puxar o saco” do governo atual descaradamente, mas considero uma estratégia, no mínimo, inteligente procurar ressaltar que, apesar de eventuais desafios à inserção internacional do Brasil, o país vem conseguindo alçar importantes conquistas no contexto internacional contemporâneo, como reflexo de sua inserção internacional madura, proativa e propositiva. Na prova de 2011, a prova da importância de saber a posição oficial do MRE com relação a temáticas da política internacional contemporânea ficou evidente em uma questão que pedia que se discutisse a situação na Líbia, apresentando a posição oficial do governo brasileiro e os motivos para a abstenção do Brasil na votação da resolução 1.973 do Conselho de Segurança da ONU. Saber a posição oficial do governo sobre os principais temas da agenda internacional contemporânea é fundamental na terceira fase. Na primeira fase também: em 2011, um item dizia que o MRE usava a participação na MINUSTAH como “moeda de troca” para o assento permanente no Conselho de Segurança da ONU. Por mais que a mídia sensacionalista diga isso e por mais que você, porventura, acredite nisso, não é essa a posição oficial do Ministério, então isso não está correto e ponto. Seja pragmático e tenha, sempre, em mente que você está fazendo uma prova para o governo. Em dúvida, pense: o que o governo brasileiro defende nessa situação? Essa posição vale tanto para a primeira fase quanto para a terceira.
Com relação à prova de Direito, é uma avaliação, a meu ver, bastante tranquila e uma das mais bem formuladas. Não há grandes segredos, e a leitura (acompanhada do fichamento) dos Guias de Estudos antigos é fundamental. Muitos estilos de questões repetem de um ano para o outro, e alguns argumentos gerais sobre o fundamento de juridicidade do Direito Internacional Público, por exemplo, são úteis quase sempre. Ultimamente, a probabilidade de questões sobre Direito interno propriamente dito tem sido reduzida a temáticas que envolvam o Direito Internacional (como a questão sobre a competência para efetuar a denúncia a tratados, cobrada em 2010). Em Direito Internacional Privado, o que já foi cobrado do assunto, em concursos recentes, esteve relacionado à homologação de sentença estrangeira, assunto bastante básico e tranquilo de estudar. Em Direito Internacional Público (DIP), atenção especial à solução de controvérsias (meios pacíficos, meios coercitivos, meios jurídicos e meios bélicos), ao sistema ONU e ao sistema de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio, além do supracitado fundamento de juridicidade do DIP (“afinal, por que o DIP é Direito?”). Uma dica que vale tanto para as questões de Direito quanto para as de Economia é tomar cuidado com o número de linhas. Como há questões de 60 e de 40 linhas, corre-se o risco de perder muito espaço com argumentos e ilustrações não necessários à questão. Nas provas dessas duas matérias, não acho que seja tão necessário preocupar-se tanto com a introdução e com a conclusão nas questões de 40 linhas (nas de 60, se houver, devem ser bem curtas), pois não há espaço suficiente para isso. Em minhas provas de terceira fase, apenas respondi a essas questões de 40 linhas diretamente.
A prova de Economia mudou muito, se você comparar as provas de 2008-2009 às de 2010-2011, por exemplo. Anteriormente, havia questões enormes de cálculos, equações de Microeconomia etc. Em 2010, a única questão que envolvia cálculo era ridiculamente fácil. Em 2011, para melhorar a situação daqueles que não gostam dos números, não havia um único cálculo nas questões, todas elas analíticas. Além disso, as cobranças anteriores de Economia Brasileira focavam, especialmente, no período da República Velha (isso se repetiu em 2010). Em 2011, até mesmo o balanço de pagamentos atual do Brasil e a economia dos BRIC na atualidade foram objetos de questões. Talvez seja uma tendência da prova de Economia dos próximos anos, de priorizar o raciocínio econômico, em detrimento dos cálculos matemáticos que aterrorizavam muitos no passado. Ainda que eu não tenha problemas com cálculo (e goste bastante, inclusive), devo admitir que me parece muito mais coerente cobrar economia dos países do BRIC do que insistir nos cálculos de preço de equilíbrio, quantidade de equilíbrio, peso-morto etc., se considerarmos que se trata de uma prova que visa a selecionar futuros diplomatas (aí está uma lição que a banca de Geografia precisava aprender).
Ainda que, à primeira vista, esse novo tipo de prova possa parecer mais fácil, pode não ser tão tranquilo quanto parece. Por mais contemporâneas que as questões sejam, acho que os candidatos correm o sério risco de confundir a prova de Economia com uma prova de Política Internacional (por envolver BRIC, por exemplo). Lembre-se, sempre, de que quem corrige as provas de Economia são economistas. Como economistas, eles valorizam o raciocínio econômico, com o uso de conceitos econômicos, e é isso o que deve ficar claro, em minha opinião, em questões como essa. Tenho maior facilidade com esse raciocínio econômico e com os conceitos da disciplina, por haver participado da monitoria de Introdução à Economia da UnB por quatro semestres. A quem não teve essa experiência, para acostumar-se a esse “economês”, nada melhor que bons noticirios de Economia:
- Brasil Econômico: http://www.brasileconomico.com.b
- Financial Times: http://www.ft.com/home/us
- IPEA: http://agencia.ipea.gov.b
- O Globo Economia: http://oglobo.globo.com/economia/
- The Economist: http://www.economist.com/
- Valor Econômico: http://www.valoronline.com.b, entre vários outros.
Obviamente, não precisa ficar lendo todas as notícias postadas em todos esses sites, todos os dias. Já tentei o esquema de ler uma notícia por dia de uns cinco sites de notícias e cansei facilmente. Não acho que seja possível dizer um número ideal de notícias econômicas lidas por semana, mas sei lá, umas duas ou três já são melhor que nada.
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2020.07.23 00:58 Cellbitoves Me ajudem por favor, preciso de um conselho urgente!

Boa noite a todos, acabei de fazer meu cadastro nesse site, após lê sem querer, um post antigo de uma pessoa( não citarei nomes) que estava na dúvida se trocaria a carreira pública pela iniciativa privada. Após a leitura dessa discussão nesse forum, percebi que deveria fazer o mesmo questionamento, visto que me encontro indeciso profissionalmente e com tendencias de DEPRESSÃO, isso será quase o meu primeiro desabafo da vida, bem para começar irei falar um pouco de mim, e serei o mais breve possível.

Sou um jovem de 18 anos que mora no Norte do país, ps: odeio morar aqui, tive uma infância relativamente tranquila, estudei sempre em escola privada( não sou rico, aqui no norte a escola particular custa mesmo de 600 reais), bem fiz amizades desde cedo, no entanto, meu pai começou a não querer mais trabalhar para governo que é o órgão que mais emprega nesse estado miserável que moro, tornando a minha mãe a responsável pelas finanças por muitos anos. Quando completei o ensino fundamental troquei de escola para uma das escola mais caras(r$800 de mensalidade), pois no início pensava em fazer medicina, no entanto o meu problema começa aqui, não me adaptei ao ritmo intenso de estudos pra vestibulares, pois é um modelo de estudo voltado a aprender pra marca o , e não estudar algo que vc tem prazer, e isso começou a afetar a minha vida pessoal, primeiro pq chegava em casa e via meu pai assistindo tv enquanto minha mãe se matava de trabalhar, eu não conseguia entender nada de química, e com esse enjaulamento em casa deixei de ter tantas amizades, e as que tinha construído na infância não queriam mais sair comigo pq era outra fase da vida, novas relações e cada um estava se redescobrindo.

Bem avançando um pouco a história comecei a ficar triste( AQUI COMEÇAR), ainda no primeiro ano tentei reunir todos meus amigos do passado com os meus colegas do médio, e deu "certo" bem entre aspas, pois quando fiz essa comemoração de 15 anos, ja de cara os brothers que eu mais consideravam não puderam ir, ai blz, curtimos esse dia. em Julho fui para BSB onde ja havia passado varias vezes antes pq meus pais tinham um ap lá( depois tiveram que vender). E sério não digo que lá é perfeito, mas coisas como BK, Starbucks, Outback e lojas jamais havia visto na minha cidade natal, sinceramente nesse ponto notei que eu estava perdendo tempo de vida na minha cidade natal.

Bem voltei e um ano após, comecei meu 2 ano do EM( 2018), meu pai voltou a trabalhar, talvez isso tenha me ajudo, ja consegui entrozar mais com a galera da escola, fui pra uns jogos de futebol, conheci muita gente nova, mas nenhum virou meu amigo so colegas de escola do tipo que te esquecem no ano seguinte. Esse ano eu consegui algumas coisas do tipo perde o ficar com uma mina, que me difamou em toda escola, pq ela tinha acabo um relacionamento recente( não fiquem com alguém que terminou recentemente), na época eu tinha uns 3 contatinhos no esquema e ela conseguiu estragar todos depois que a gente ficou. Bem, nessa época retornei contato com dois amigos meus de infancia, so que um continua brother e o outro que conheço desde os 4 anos, simplesmente me ignora, meio que não vai nos roles que eu chamo, fura no meu niver, isso me deixou muito pra baixo. Cheguei ao ponto de ir a um psicologo quando desabafei o que sentia, ele me falou que em todos os anos de carreira nunca havia visto algo assim( isso posso relatar em um futuro post), então me enviou a um psiquiatra que me recomendou remédios para dormir, os mesmos remédios que usam para pessoas em MANICÔMIOS, ele disse que eu tinha algum TRANSTORNO/DEPRESSÃO, bem deixei tudo passar, e segui em frente.

Em 2019 foi a minha pior decisão resolvi ir para o colégio mais elitista da região. Nunca tinha estudando em um ambiente com tantos mauricinhos e patricinhas(odeio essa galera que se exibe, só pq tem dinheiro). Era ano de vestibular e eu ja não queria mais fazer medicina, estava com planos de ir apra economia e me especializar em mercado financeira( uma de minhas paixões), no entanto, percebi que a matriz curricular das federais e particulares de economia so tem matérias de economia voltado a GESTÃO PÚBLICA, e onde eu ainda moro, não tem quase emprego para esses profissionais. O tempo foi passando, estava em uma escola nova da qual eu não gostava, com apenas 3 amigos, pensei que se conseguisse uma namorada as coisas iriam melhorar e bem eu tentei, a mina era linda( eu tenho muita pira com esse negócio de beleza quando vou entrar em relacionamento amoroso), so que eu tava tão fodido da cabeça que mesmo ela se interessando por mim, eu travei e perdi ela pra um outro mlk lá. RESUMO, eu não gostava da escola, mas consegui terminar, terminei indo parar na área de TI, pq sempre gostei de tecnologia, inovação e é uma carreira que eu não precisava ter um pré-requisito para entrar, e *incrivelmente esse ano a Federal não abriu vaga para o meu curso*. Paguei uma fortuna de colégio para ir para uma faculdade privada, que é boa sim, mas não precisava ter passado 3 longos anos da minha vida fazendo simulados de ENEM.

( SE NÃO TIVER PACIÊNCIA COMECE DAQUI)
Agora em 2020, tentei fazer um encontro, tipo rolezão, com todos os meus brothers de infância, e aqui começou a cagada, dos 20 "amigos" que eu tinha, so 3 foram e todo o resto sumiu, me ignoraram totalmente, tive uma CRISE EMOCIONAL do kct, cara eu to numa cidade que odeio, sem amigos, e de novo vendo a cena da minha mãe saindo pra trabalhar e meu pai sentado no sofá vendo TV, pq cansou de trabalhar. Comecei a refletir sobre o que quero fazer da minha vida a partir de agora, pq caiu a ficha, quando completei 18 anos.

( AJUDA POR FAVOR)
Meu curso tem duração de 3 anos, e eu quero ser independente até lá, agora começam as minhas DÚVIDAS, sou muito jovem, e por não ser rico a ponto de viajar, so conheço minha cidade e BSB, bem outra PAIXÃO minha é morar fora do BR( por isso escolhi TI, me da uma chance maior), eu comecei a investir na bolsa esse ano, consegui juntar uma graninha legal, comprei um curso de como ganhar dinheiro como produtor de infoprodutos, adquiri um curso grátis muito bom sobre Day Trade, e também um curso preparatório para CONCURSO PÚBLICO. Ai vcs devem estar pensando, " ta mais como assim vc vai fazer concurso, quer trabalhar na bolsa e quer ser programador morando fora?", e ai está o X da questão, perdi as esperanças no BR, sempre fui ligado na politica, acreditei que esse país aqui poderia mudar( pelo visto estou errado). So que com esses curso ai que dizem ensinar como fazer dinheiro na net, investir uma grana, comecei a colocar em dúvida se valia a pena mesmo ir para fora( é meu sonho) ou se tentaria ficar rico aqui mesmo, ps: tenho familia fora e a que mora aqui não tem muito esse laço de fazer festa, comemorar juntos, então isso não seria uma falta para mim.

(PLANOS VIÁVEIS?)
Meu pai agora decidiu largar tudo e ir para o USA para trabalhar de peão junto com o resto da minha familia que mora lá, achei a ideia até boa, já eu tenho duas idéias em mente( É AGORA GALERA) * Não sei e * PLANO 1- Me especializar na minha área durante a facul e aprender ingles, e daqui a 3 anos tentar ir para europa, Australia ou Canada para trabalhar como programador lá e realizar meu sonho de ir embora dessa jocha. OU
PLANO 2- Me formo aqui, continuo operando na bolsa, crio meu canal no YT( uma de minha metas), faço um concurso público, pq quero ter algo para eu não morrer de fome, ( cara quem é jovem aqui não tem oportunidade nesse paí, bora garantir o nosso que é), enfim, faço mestrado e doutorado, me mudo dessa cidade que eu odeio, vou para o sul do BR, tipo inteiro de SC, não confio mais em mulher brasileira, então iria ser um solteirão convicto hehe. E serei concursado com doutorado pago pelo órgão, ( eles pagam kk), teria dinheiro investido na bolsa, uma renda extra com cursos na net e canal no YT, nesse tempo também estudaria inglês, e com toda essa bagagem acumulada tentaria o visto de trabalho no exterior para minha área, casando com uma estrangeira.OU tentarei esquecer das merdas que aconteceu aqui no BR e morarei vivendo no meu carguinho público, no interior do sul.
(THE END)
Manos foi um desabafo e tanto, não? Resumindo, eu fico no BR, concursado com doutorado, tocando minha vida que eu sou apaixonado, que vai ser quando chegar em casa, e trabalhar no meu canal do YT e meus investimentos. OU eu termino minha faculdade daqui a três anos e meto o pé dessa desgraça enquanto sou jovem? ( para trabalhar na minha área, ja tenho visto, não sei inglês ainda)
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2020.07.20 23:37 MayCorrea Quis me expulsar de casa, me proibiu de namorar uma pessoa que eu amava, tentou me obrigar a mudar meu depoimento na polícia e agora diz que caso eu não aceite a nova "esposa" que pretende arrumar, não amo ele, e que eu tenho que inclusive estar no casamento e "gostar" da pessoa

Oi, estou escrevendo isso tudo em português pois sou do Brasil, e como o texto é grande, daria muito trabalho escrever e corrigir em outra língua... Acho que é uma fusão de "pais intitulados" com "eu sou o babaca?" o que vou escrever, com um acréscimo de chantagem emocional e toxicidade... Me desculpem pelo texto gigante, mas eu realmente preciso desabafar, e como não tenho como ir na terapia até semana que vem, acho que preciso colocar tudo isso pra fora de alguma forma senão vou ficar maluca...
Eu tenho 18 anos atualmente, e como contei em um post no TurmaFeira que teve pouco alcance, no inicio do ano passado acabei tendo de mudar de escola por conta de uma amante do meu pai que por algum motivo maluco resolveu dar aula na escola perto da minha casa na mesma semana em que eu me matriculei (suspeitosamente específico ser logo lá, não?) , tive uma crise de ansiedade (coisa que meu pai nunca ligou, e ainda me culpa toda vez que acontece)... Pouco depois disso, eu comecei a namorar (estamos noivos atualmente, mesmo com tudo que aconteceu) e desde o inicio meu pai tentava apressar o relacionamento, tentando me fazer levar ele na nossa casa com poucas semanas que tínhamos nos conhecido e etc... Tanto eu quanto meu namorado curtíamos sado, porém um dia acabou saindo um pouco fora do calculado e eu terminei com uma veia estourada no olho... Mesmo eu explicando a situação, em momento nenhum meus pais quiseram me ouvir, e me obrigaram a abrir um boletim de ocorrência contra esse namorado (vou chamar de carls pra facilitar), e quando viram que tudo que falei não era contra ele, tentaram me fazer mudar esse depoimento e ameaçaram inclusive me declarar incapaz para que eles mesmos mudassem esse depoimento...
(Quero deixar claro antes de tudo, que eu não iria defender ele nunca se ele fosse um namorado abusivo, vivi relações abusivas já e saí delas justamente por serem abusivas. O ponto é que além disso tudo, eu e ele sabemos que o que aconteceu foi erro dos dois, imaturidade e inexperiência... Ele sempre me respeitou e me tratou super bem, mas ninguém da minha família quis me ouvir...)
Quando, a uns 3 meses, contei que estava com ele, e que realmente queria esse relacionamento, e pedi pra que eles aceitassem pelo menos uma conversa, não quiseram me ouvir, ameaçaram de me expulsar de casa só com a roupa do corpo, e quando e disse que iria, disseram que como eu ainda não era maior, teria que acatar o que eles quisessem, então eu não poderia ir e que ele iria mandar matar o carls... Mesmo depois de os ânimos acalmarem, quando souberam que ele tinha vindo me ver no bairro, e que umas amigas me ajudaram a encontrar com ele, e meu pai mais uma vez me bateu e foi atrás dele, mas acabou desencontrando e se resumindo em ele e a minha sogra trocando farpas. Sempre disseram que era pro meu bem... Porém acho que pelo menos alguém concorda que fazer esse tipo de joguinho emocional a base de ameaças com a filha depressiva e com transtorno de ansiedade é qualquer coisa menos saudável... Até hoje quando tento conversar sobre minha mãe fala que ela pode "levar essa culpa pro caixão", mas que nunca vai pisar na minha casa quando eu me casar com o carls, e meu pai até então dizia o mesmo, que não iriam me ver e nem dar o mínimo apoio financeiro, porque sou mal agradecia e etc... Que eu ainda seria bem vinda aqui e os possíveis filhos também, mas que ele nunca... Ok, eles estão no direito deles, certo? Guarde isso pra daqui a pouco.
Bom, semanas atrás eu comecei a desconfiar que meu pai estava traindo a minha mãe mais uma vez, e acabei olhando o celular dele (sei que vão me xingar mas escutem antes por favor) onde eu vi várias coisas, incluindo com mulheres casadas e até uma prima que ele jurou não ter nada, registros de motel e etc... E o ponto é que ele nunca me deixou falar quando se sentiu ameaçado, e desde então decidi tratar com ele por escrito ou com provas sempre que a situação é mais complexa... Então imprimi tudo e coloquei em um envelope dentro da bolsa dele (ele trabalha em outra cidade e vem nos fins de semana... bom, agora só a cada 15 dias...) com mais algumas coisas que escrevi pedindo ele que me ouvisse e inclusive aceitasse se tratar porque isso não é normal, ele mesmo já disse que é doença.
No dia seguinte, ele leu e ligou me ameaçando, dizendo que eu não mereço o amor dele, o respeito dele e nem nada, que eu sou a pior pessoa do universo e me ameaçou mais quando eu disse que iria enviar aquelas fotos pras pessoas em questão por conta da raiva e da decepção... Ele já tem duas filhas fora do casamento e sempre falou que tinha orgulho de mim, mas pra justificar o motivo de não se divorciar pras outras mulheres, falava que eu sou demente e maluca, que faço tratamentos pesados e etc... E eu aproveitei esse dia pra colocar pra fora tudo que eu precisava colocar, ele só ia voltar 10 dias depois, pro meu aniversário, então ele não teria como me bater e nem falar nada comigo até lá.
Nesse meio tempo a minha avó, mãe dele, foi internada com Covid em estado muito grave, e está intubada na UTI até hoje... Por conta disso, essa briga toda foi deixada de lado por uns dias. Ele chegou na quarta, e meu aniversário de 18 anos seria na sexta.
No dia do meu aniversário, meu pai tentou puxar o assunto mas eu pedi que pelo menos esse problema ficasse pro outro dia. No sábado de manhã, disse que sairia de casa e entre diversas outras coisas, que ainda gostava da professora que citei no post anterior e no inicio desse, e que estava sim conversando com ela. Minha mãe não quer aceitar a separação, e me pediu ajuda para convencer ele a mudar e continuar em casa, e eu juro, eu fiz de tudo, mas sempre que não falo com ele o que ela quer e como ela quer, ela fica com raiva, grita comigo, me xinga e fala que eu estou contra ela... E ele, quando eu falo, diz que não amo ele o suficiente, que eu sou parcial e só defendo a minha mãe, e que ele sempre foi o melhor pai do mundo mas eu nunca dei carinho e atenção, quando na verdade, ele nem sai do telefone ou tv quando vou falar com ele, e geralmente responde com "hmm" ou "ah".
Dois dias atrás ele me ligou pelo número da minha mãe (eles me proibiram de ter whatsapp, celular e de ter acesso a qualquer outra rede social, mal sabem que posto aqui no reddit), e junto com uma enxurrada de chantagem emocional, ele disse que se eu me casar com o carls ele vai dar um esporro, mas que vai amar ele como um filho se ver que ele está sendo bom pra mim (coisa que ele até poucos dias jurava ser impossível) e que se eu não aceitasse a nova esposa dele, isso provaria que meu amor é condicional mesmo que a esposa em questão fosse uma amante (a professora ou uma maluca que ja citei, que me ameaçou de morte e ele não fez absolutamente nada, ela saiu de são paulo e veio para minas atrás de mim quando eu tinha 14 anos)...
Hoje eu liguei pra ele contando que acho que consigo entrar pra medicina com bolsa pelo prouni... e ele começou a me xingar sem necessidade... Quando reclamei, ele puxou esse assunto, e insistiu que se eu não aceitasse eu não mereço o amor dele, entre outras coisas... E enquanto isso minha mãe estava do lado, digitando tudo que ela queria que eu dissesse, como queria, e até a hora que queria... Senti uma fincada na barriga na hora, não sei o porque, e as vistas chegaram a escurecer... e mesmo assim os dois continuaram buzinando na minha orelha e chegou num momento que até levei um tapa por não ter falado o que a minha mãe queria, e pedido pra esperar um pouco.
Em resumo, a briga dele foi para me convencer que tenho que aceitar, e inclusive estar no casamento dele e conviver com a pessoa mesmo que seja a professora em questão... E que se eu não fizer isso meu amor é condicional, mas que quanto ao casamento com o carls, eles estão completamente no direito de escolher se querem ou não conviver com ele, e que isso não é um tipo de amor condicional...
Eu realmente não sei o que fazer quanto a isso... mas atualizo vocês, caso tenham interesse, com os próximos capítulos dessa novela mexicana com enredo ruim que tenho vivido.
Obrigada por ter lido esse "testamento", e sintam-se livres para julgar a história nos comentários...
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2020.07.20 06:21 MayCorrea Quis me expulsar de casa por namorar alguém que me machucou sem querer, disse que iria me obrigar a mudar meu depoimento, que nunca iria aceitar meu relacionamento e agora quer me obrigar a aceitar a relação dele com a amante que ele tem, e que inclusive eu vá no casamento e "goste" da pessoa

Hola turma que está a ler , e hey Luba-Luna-Luno, caso chegue a ler isso, tudo bom? Acho que é uma fusão de "pais intitulados" com "eu sou o babaca?" o que vou escrever, com um acréscimo de chantagem emocional e toxicidade... Me desculpem pelo texto gigante, mas eu realmente preciso desabafar, e como não tenho como ir na terapia até semana que vem, acho que preciso colocar tudo isso pra fora de alguma forma senão vou ficar maluca...
Eu tenho 18 anos atualmente, e como contei em um post anterior que teve pouco alcance, no inicio do ano passado, acabei tendo de mudar de escola por conta de uma amante do meu pai que por algum motivo maluco resolveu dar aula na escola perto da minha casa na mesma semana em que eu me matriculei (suspeitosamente específico ser logo lá, não?) , tive uma crise de ansiedade (coisa q meu pai nunca ligou, e ainda me culpa toda vez que acontece)... Pouco depois disso, eu comecei a namorar (estamos noivos atualmente, mesmo com tudo que aconteceu) e desde o inicio meu pai tentava apressar o relacionamento, tentando me fazer levar ele na nossa casa com poucas semanas que tínhamos nos conhecido e etc... Tanto eu quanto meu namorado curtíamos sado, porém um dia acabou saindo um pouco fora do calculado e eu terminei com uma veia estourada no olho... Mesmo eu explicando a situação, em momento nenhum meus pais quiseram me ouvir, e me obrigaram a abrir um boletim de ocorrência contra esse namorado (vou chamar de carls pra facilitar), e quando viram que tudo que falei não era contra ele, tentaram me fazer mudar esse depoimento e ameaçaram inclusive me declarar incapaz para que eles mudassem esse depoimento...
Quero deixar claro antes de tudo, que eu não iria defender ele nunca se ele fosse um namorado abusivo, vivi relações abusivas já e saí delas justamente por serem abusivas. O ponto é que além disso tudo eu e ele sabemos que o que aconteceu foi erro dos dois, imaturidade e inexperiência... Ele sempre me respeitou e me tratou super bem, mas ninguém da minha família quis me ouvir...
Quando, a uns 3 meses, contei que estava com ele, e que realmente queria esse relacionamento, e pedi pra que eles aceitassem pelo menos uma conversa, não quiseram me ouvir, ameaçaram de me expulsar de casa só com a roupa do corpo, e quando e disse que iria, disseram que como eu ainda não era maior, teria que acatar o que eles quisessem, então eu não poderia ir e que ele iria mandar matar o carls... Mesmo depois de os ânimos acalmarem, quando souberam que ele tinha vindo me ver no bairro, e que umas amigas me ajudaram a encontrar com ele, meu pai mais uma vez me bateu e foi atrás dele, mas acabou desencontrando e se resumindo em ele e a minha sogra trocando farpas. Sempre disseram que era pro meu bem... Porém acho que pelo menos alguém concorda que fazer esse tipo de joguinho emocional a base de ameaças com a filha depressiva e com transtorno de ansiedade é qualquer coisa menos saudável... Até hoje quando tento conversar sobre minha mãe fala que ela pode "levar essa culpa pro caixão", mas que nunca vai pisar na minha casa quando eu me casar com o carls, e meu pai até então dizia o mesmo, que não iriam me ver e nem dar o mínimo apoio financeiro, porque sou mal agradecida e etc... Que eu ainda seria bem vinda aqui e os possíveis filhos também, mas que ele nunca... Ok, eles estão no direito deles, certo? Guarde isso pra daqui a pouco.
Bom, semanas atrás eu comecei a desconfiar que meu pai estava traindo a minha mãe mais uma vez, e acabei olhando o celular dele (sei que vão me xingar mas escutem antes por favor) onde eu vi várias coisas, incluindo com mulheres casadas e até uma prima que ele jurou não ter nada, registros de motel e etc... E o ponto é que ele nunca me deixou falar quando se sentiu ameaçado, e desde então decidi tratar com ele por escrito ou com provas sempre que a situação é mais complexa... Então imprimi tudo e coloquei em um envelope dentro da bolsa dele (ele trabalha em outra cidade e vem nos fins de semana... bom, agora só a cada 15 dias...) com mais algumas coisas que escrevi pedindo ele que me ouvisse e inclusive aceitasse se tratar porque isso não é normal, ele mesmo já disse que é doença.
No dia seguinte, ele leu e ligou me ameaçando, dizendo que eu não mereço o amor dele, o respeito dele e nem nada, que eu sou a pior pessoa do universo e me ameaçou mais quando eu disse que iria enviar aquelas fotos pras pessoas em questão por conta da raiva e da decepção... Ele já tem duas filhas fora do casamento e sempre falou que tinha orgulho de mim, mas pra justificar o motivo de não se divorciar pras outras mulheres, falava que eu sou demente e maluca, que faço tratamentos pesados e etc... E eu aproveitei esse dia pra colocar pra fora tudo que eu precisava colocar, ele só ia voltar 10 dias depois, pro meu aniversário, então ele não teria como me bater e nem falar nada comigo até lá.
Nesse meio tempo a minha avó, mãe dele, foi internada com Covid em estado muito grave, e está intubada na UTI até hoje... Por conta disso, essa briga toda foi deixada de lado por uns dias. Ele chegou na quarta, e meu aniversário de 18 anos seria na sexta.
No dia do meu aniversário, meu pai tentou puxar o assunto mas eu pedi que pelo menos esse problema ficasse pro outro dia. No sábado de manhã, disse que sairia de casa e entre diversas outras coisas, que ainda gostava da professora que citei no post anterior e no inicio desse, e que estava sim conversando com ela. Minha mãe não quer aceitar a separação, e me pediu ajuda para convencer ele a mudar e continuar em casa, e eu juro, eu fiz de tudo, mas sempre que não falo com ele o que ela quer e como ela quer, ela fica com raiva, grita comigo, me xinga e fala que eu estou contra ela... E ele, quando eu falo, diz que não amo ele o suficiente, que eu sou parcial e só defendo a minha mãe, e que ele sempre foi o melhor pai do mundo mas eu nunca dei carinho e atenção, quando na verdade, ele nem sai do telefone ou tv quando vou falar com ele, e geralmente responde com "hmm" ou "ah".
Dois dias atrás ele me ligou pelo número da minha mãe (eles me proibiram de ter whatsapp, celular e de ter acesso a qualquer outra rede social, mal sabem que posto aqui no reddit), e junto com uma enxurrada de chantagem emocional, ele disse que se eu me casar com o carls ele vai dar um esporro, mas que vai amar ele como um filho se ver que ele está sendo bom pra mim (coisa que ele até poucos dias jurava ser impossível) e que se eu não aceitasse a nova esposa dele, isso provaria que meu amor é condicional mesmo que a esposa em questão fosse uma amante (a professora ou uma maluca que ja citei, que me ameaçou de morte e ele não fez absolutamente nada, ela saiu de são paulo e veio para minas atrás de mim quando eu tinha 14 anos)...
Hoje eu liguei pra ele contando que acho que consigo entrar pra medicina com bolsa pelo prouni... e ele começou a me xingar sem necessidade... Quando reclamei, ele puxou esse assunto, e insistiu que se eu não aceitasse eu não mereço o amor dele, entre outras coisas... E enquanto isso minha mãe estava do lado, digitando tudo que ela queria que eu dissesse, como queria, e até a hora que queria... Senti uma fincada na barriga na hora, não sei o porque, e as vistas chegaram a escurecer... e mesmo assim os dois continuaram buzinando na minha orelha e chegou num momento que até levei um tapa por não ter falado o que a minha mãe queria, e pedido pra esperar um pouco.
Em resumo, a briga dele foi para me convencer que tenho que aceitar, e inclusive estar no casamento dele e conviver com a pessoa mesmo que seja a professora em questão... E que se eu não fizer isso meu amor é condicional, mas que quanto ao casamento com o carls, eles estão completamente no direito de escolher se querem ou não conviver com ele, e que isso não é um tipo de amor condicional...
Eu realmente não sei o que fazer quanto a isso... mas atualizo vocês, caso tenham interesse, com os próximos capítulos dessa novela mexicana com enredo ruim que tenho vivido.
Obrigada por ter lido esse testamento, e sintam-se livres para julgar a história nos comentários...
Bye chat e bjs de minas :v <3
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2020.07.19 01:47 Ranmaaa Sou babaca por querer cortar todas as ligações com meu melhor amigo?

Yoo turminha, Luba(se estiver lendo isso), editores maravilindos, gatas e cadaveres de papelão, tudo bom cô6? Bom... há quase três anos atrás eu conheci um menino que é uns dois anos mais velho que eu (vamos chamá lo de Dio) ele tem quase 15 agora e mês que vem vou fazer 13. Nós conversavamos bastante e viramos bastante amigos com o tempo.
Se passou um ano desde que nos conhecemos e começamos a nos afastar um pouco por que eu queria focar mais nos estudos já que era final de ano e ele só ficava brincando. Era quase semana das provas finais e o melhor amigo dele contou pra mim que Dio gastava de mim mas tinha vergonha de falar pois ele era mais velho. Eu obviamente não acreditei e deixei prá la.
Era um mês antes das provas finais e Dio se declarou pra mim e me pediu em namoro. Fiquei nervosa para o um caramba pois ele era meu melhor amigo e eu não sentia nada. Acabou que depois de uns minutos de eu morrendo por dentro para não querer ferir os sentimentos do meu amiguinho, ele acabou me dizendo que era troll. A partir dai ele sempre se declarava e dizia q era mentira e eu simplesmente não ligava.
Depois de uns dias que isso aconteceu tivemos uma conversa séria e ele finalmente falou que realmente gostava de mim só tinha vergonha de falar. Não sabia o que dizer então fui pedir um conselho para a minha melhor amiga(SPOILER: Essa foi a pior idéia que eu pude ter na minha vida). A irmã dessa minha amiga ia fazer uma festa de aniversario então resolvi ir já que ela me convidou e seria a oportunidade perfeita para pedir o conselho.
Chegando lá contei tudo para ela e o ótimo consrlho que a minha preciosa amiga falou foi:" ah aceita o guri em namoro logo! Ele gosta de você e vocês parecem ser bem próximos". Eu disse a ela que não sentia o mesmo e não me sentia nem um pouco preparada para namorar mas resolvi ouvir o que ela disse.
Cheguei em casa, aceitei o namoro. Ele era super fofo e gentil comigo apesar de ser um pevertido as vezes. Eu tava tentando gostar dele mas não deu certo. Assim que a semana de provas começou, eu disse pro Dio o que eu pensava e foi basicamente isso:" Olha, me descupa mas eu quero terminar. N ão me sinto confortavel e muito menos preparada para um relacionamento desses e quero terminar isso o mais rapido possivel para não nos machucarmos tanto.". Ele aparentemente aceitou tudo de boa e ficou fazendo um draminha(SPOILER: Éh obvio q ele não aceitou nada de boa ;_;)
Durante o resto de toda a semana, Dio ficou me flodando mensagens de amor e dizendo coisas como "você só está com vergonha por eu ser mais velho" ou "eu sei que você gostq de mim, mas não quer que seus pais saibam.". Fiquei irritada e pedi para ele parar vàrias vezes mas Dio só mandava mais e mais mensagens então eu resolvi bloquear ele. No início só estava com raiva mas depois de uns dias me senti cupada pois eu só alimentei aquela mentira e eu soube depois que ele reprovou de ano.
Ele era meu amigo e não aguentava o sentimento de culpa então resolvi desbloquear ele depois de uns 5 meses desde aquilo aconteceu e pedi desculpas. Disse que ele poderia me odiar e chingar o quanto quiser, mas ele acabou só dizendo que estava feliz que eu me importava e que ele poderia conversar comigo de novo.
No começo estava tudo TOP, mas foi passando o tempo e ele foi me mandando declarações e mensagens de amor de novo. Eu disse para ele parar, mas mesmo assim ele continuou apesar de ser bem menos. Eu já estava ficando com raiva de novo até chegar ontem que foi a gota d'agua.
Bom... Ontem nós estavamos conversando sobre irmão e tal até ele dizer que nós somos quase irmãos por conversamos tanto. Eu apenas falei que não tinha nada a ver pois só conversavamos sobre memes, jogos e as vezes animes, não tinhamos nenhum tipo de segredo e ele definitivamente não me conhece de verdade.
Dio insistiu em dizer que somos irmãos e já praticamos inc3st0 ano passado. Isso me deixou pistola já que só foi um namorinho de internet que durou literalmente uma semana. Até chegou o ponto em que fiz uma pergunta que seria "a prova de que ele é meu imão de verdade". Perguntei para ele qual é o meu maior sonho mas ele só respondeu coisas como " ser desenhista de hentai"(pois eu amo desenhar)," que eu queria fazer parte de um ecchi" ou que "ter um namorado de anime já que ninguém da vida real te agrada". Obviamente fiquei com ódio no coração e pedi para ele falar sério.
Dio ficou apenas enrolando falando coisas estranhas e susgestivas até eu ameaçar bloquear ele. Finalmente o guri parou de falar coisa estranha e começamos a falar sério de verdade. O meu sonho para mim é algo muito importante que eu quero realizar um dia então resolvi confiar nele para contar isso. O meu sonho é que (vou contar aqui mesmo pq ningurm me conhece ne) Eu AMO com todas as minhas forças música e o meu objetivo é um dia ser guitarrista profissional e entrar para uma banda. Ele simplismente leu a mesagem e disse que depois ia contar o sonho dele jà que esse era nosso acordo.
Se passou mais de 30 min e ele não falava até eu ameaçar de dar block de novo. Depois de tanto tempo ele contou que o sonho dele é " Estar abtaçado contigo em uma praia a observar um belo pôr do sol enquanto nosso cachorro corre na areia com os nossos filhos. Eu... Fiquei com ódio extremo e a minha vontade era de ir na casa dele e passar a faca no golfinho dele. Dio ficou falando que não sabia o motivo de eu estar com tanta raiva (mesmo eu tendo falado milhares de vezes que para ele para com aquilo). Apenas disse que està obvio o motivo de estar com raiva e até agora apenas visualizo as mesnsagens dele. Estou pensando em bloquea lo de todas minha redes sociais.
Entãaao.... Eu acho que na parte do namoro nós dois fomos babacas. Motivo: Eu por escutar um conselho idiota e iludir ele. Dio: Por mesmo sabendo que eu não sinto o mesmo, continuou falando coisas estranhas e tentando me convencer a gostar dele. E na segunda parte? Eu sou babaca por querer difinitovamente cortar todas as nossas relações ou ele é babaca por continuar falando coisas estranhas?
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2020.07.12 21:41 KimiTanoshimu #2

Aonde estava eu? Ah a cultivar bárbaros e a tecer dragões no Clash of Clans, certo. Mas não é para isso que vieram cá, se bem que não nego a diversão de urdir uns esqueletos de vez em quando. Finalmente, verão. Já dizia o Castanheiro: “Para Portugueses, menino, o verão é o tempo das belas fortunas e dos rijos feitos. No verão nasce Nuno Álvares no Bonjardim! No verão se vence em Aljubarrota! No verão chega o Gama à Índia!”. E são estas palavras que me fazem questionar se não sou realmente estrangeiro, (até sou meio achinezado e tudo). Portanto, verão. Lembro-me que passei grande parte desta estação, ( altura de transição do sexto para o sétimo ano), em casa da minha avó materna, com o meu primaço, passando os dias a jogar Minecraft ou B02, bons tempos. Foi também altura da minha primeira interação com o que hoje em dia chamamos de... ahm nós não temos realmente um nome para isto, que eu saiba pelo menos, mas basicamente trocar mensagens “abusivamente” com alguém. Eu deixei uma pista na última edição e vou tentar deixar nesta também. Sim! A próxima crush é a Joana Sousa, ou A tipa das repas, provavelmente conhecem-na melhor por este último método de identificação. É engraçado recordar estes momentos. Eu acho que fiquei a gostar dela porque foi a pessoa que mais me ajudou a integrar na escola e na própria turma. E, claramente, também por outro motivo que todos nós conhecemos do filme, Quinta da Paz: Infinity Crushes, a carência Mariense. fAlAr cOm UmA rApAriGa pOr mEnSaGeM? E eSsA CoNvErSa nÃo eNvOlVeR eU PeDiR qUe Me TrAnSfiRa A Wrecking ball pOr BlUeTOoTh?!?
Peço desculpa.
Ah nem sei por onde começar. Vou tentar ser breve para o post não se chamar Saga Horny Potter 2. Esta paixão tem um origin story definitivamente *cof cof* engraçada. Ela era pretty much a minha ajuda emocional para tentar ultrapassar a Inês Pinto. Eu lembro deste acontecimento, *risos*, é tão mau e totó, mas basicamente estava-lhe a dizer que sentia mesmo falta da Inês Pinto e qualquer coisa acontece e eu digo: - Mas hey sempre gostei de ti. A Inês Pinto era só o warm-up, desde do início que gostei de ti. (Oh pls digam-me que vão fazer bons memes com isto, estou a morrer de cringe). Citando o Pikachu: “That’s a very twisty twist”. Yes. Na realidade, nada de mal aconteceu. Aliás acho que ela é que me começou a dar tease (?). Confusing times. Isto desencadeou um monte de acontecimentos de partir.o.caco.a.rir. Ela queria que eu mandasse fotos para ver se estava mais giro e apelativo fisicamente e decidir se devia namorar comigo ou outro tipo que também gostava dela... hm. Como é óbvio não consegui enviar porque falávamos por mensagem e o meu pacote não o permitia, etc etc. Mas, mas, nem tudo é mau, eu parecia aqueles atores de Bollywood, em poses super dramáticas e desesperadas, (quem me dera recuperar essas fotos). A seguir disso veio a letra de uma música, inspirada na bela melodia de Jeff Buckley, Hallelujah. Era linda, uma obra prima, a minha obra prima, até o meu primo o reconheceu. Até a minha avó encontrar o dito cujo papel e a cantar em frente à minha família toda em tom de Aleluia católico. E, repleto de vergonha, fugi para debaixo de uma mesa de bar que há no piso de cima, (em honra da velha tradição). Não vou mentir, pensei que até o dia de hoje ainda estaria lá. Até podia agora ser um barman famoso e tudo, mas infelizmente saí de lá. Possivelmente, por causa de um fantasma da Inês Pinto, diria eu. E como se já não bastasse, havia certos momentos em que me dava um chlick e tratava-a por amor ou amorzinho ou, por favor matem-me não quero continuar a falar disto. Conclusão, ela provavelmente fartou-se do Fortniteiro (eu) e deu move on para o outro tipo que foi falado anteriormente. Na realidade, acho que foi mesmo isso que aconteceu. O corte nas relações não foi tão brusco como o da Inês Pinto, mas a Joana Sousa põe histórias no messenger e o pior foi que tive de ir ver estas para me lembrar do nome dela, por isso, vou-me só calar.
Hope u enjoyed. Ass: Marroni. Até ao 8º ano, jovens árvores.
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2020.07.02 17:47 Rubens322 Libid gel Funciona mesmo? Qual é feitos posso esperar? Tem contra indicações? Revisão detalhada!

Libid gel Funciona mesmo? Qual é feitos posso esperar? Tem contra indicações? Revisão detalhada!

Dúvida libid gel realmente funciona?

A maioria dos homens supõe que a parte crucial máxima da sua moldura é o pénis. são excessivamente sensíveis aproximadamente à sua espessura e comprimento, o que tem um impacto terrível no agradável estilo de vida sexual. no entanto, muitos homens já não compreendem o preceito de que o comprimento não importa. quando o seu pénis nem sempre é de comprimento comum, que é de 15-17 cm, podem estar à procura de formas de alterar esta situação. por essa razão, existem muitas formas de prolongar e engrossar eficazmente esta parte crítica do corpo masculino. pode escolher entre estratégias cirúrgicas invasivas ou o uso de Libid Gel que se baseia principalmente em ingredientes naturais.

Conteúdo

1 O comprimento importa?
2 Libid gel - composição natural e vegetal
3 Libid gel - efeito de aumento do pénis
4 Libid gel - avaliações de patronos e onde obtê-lo

O tamanho depende?

O comprimento do pénis, que agora não se enquadra na média, testado através de profissionais regularmente, tornar-se-á um motivo de frustração e tensão robusta. que se deve geralmente a uma deterioração importante da excepcional existência erótica. Um pénis demasiado pequeno limita realmente as oportunidades do homem. ele é obrigado a algumas posições que não são constantemente agradáveis, e isto pode frustrar o seu companheiro. Em situações graves, esta é mesmo a razão de uma ruptura em muitas relações. Um homem sonha em ser um grande amante, consequentemente aparece um produto seguro, de modo a levar este sonho mais perto de muitos homens. isto é Libid gel, permitindo-lhe crescer o comprimento do pénis, mas adicionalmente embelezar a eletricidade da ereção. assegurará um aumento considerável da libido e um prazer extraordinário de sexo.

Libid gel - composição natural e vegetal

a base para o poderoso movimento de cada tipo de produto é uma composição meticulosamente decidida, que é libertada de substâncias venenosas. consequentemente, pode ser utilizada sem o perigo de efeitos indesejáveis. Em Libid gel existem ingredientes herbais mais úteis, extractos de vegetação, que têm sido utilizados em remédio natural juntamente com:
Extracto de raiz de matzo - é de longe uma planta que vem do Sul dos EUA. Afeta especificamente a eficácia e aumentará a escolha sexual. O motivo é o elevado teor de proteínas assimiláveis sem dificuldade, que é fornecido ao nosso corpo juntamente com aminoácidos, incluindo a arginina. é a distância de quilômetros concebida para ajustar o desvio adequado do sangue para os órgãos genitais, o que aumenta o fornecimento de sangue ao pénis e melhora a ereção. da mesma forma, a raiz de maca aumenta drasticamente a fertilidade, aumenta a quantidade e qualidade do esperma e no mesmo tempo aumenta a motilidade do esperma.
Above-floor mace - Na natureza pode ser encontrada em muitos continentes. é de longe mais usada na Europa para melhorar graus de libido. é de longe devido ao potencial de crescimento de gamas de testosterona desprendida através da estimulação direta da hipófise e testículos. terá mesmo um efeito de alta qualidade na ereção através do relaxamento fácil dos tecidos musculares dentro do pénis. Isto explica até o sangue extra para o fazer circular.
Extracto de guaraná - é milhas e substância valiosa utilizada em numerosos tratamentos de emagrecimento. Além disso, tem um impacto brilhante na eficácia e no desenvolvimento geral no âmbito da alta qualidade da vida sexual. O guaraná é acima de tudo uma fonte rica de cafeína, que estimula o dispositivo assustado. Livra-se imediatamente dos sinais e sintomas de fadiga corporal, reforça a potência e adiciona pressão sexual ou de existência real.
Extracto de Epimedium - é uma planta que é um afrodisíaco herbáceo. Os seus efeitos podem ser em comparação com os bem conhecidos comprimidos azuis de eficácia. Praticamente aumentará a libido, a vontade de ter relações sexuais e os prazeres que dela advêm.
Quero verificar O excepcional PRODUTO DE ALARGAMENTO DE PENIS

Libid gel - efeito de expansão do pénis

uma composição tão complicada, que se caracteriza por Libid gel mostra a melhor eficácia dentro do tratamento do problema exigente. Se pensarmos no software preciso de acordo com as sugestões do distribuidor, somos capazes de esperar resultados fantásticos. Esfregue-o no pénis duas vezes à tarde, juntamente com o período completo do pénis, a partir do eixo através da cabeça. O período mínimo e endossado de tratamento é de um mês. mas, toda a eficácia de todo o remédio pode ser alcançada através da sua continuação durante os próximos três meses. o uso regular tem muitas bênçãos, por mais importantes que sejam as mais importantes:

Expressivo alargamento do membro. - os resultados primários do software são substanciais após duas semanas. Após este período, o seu período aumenta mesmo em 2 cm e dentro do 2d mês com a ajuda de quatro-cinco cm.
maior sensação de sensações sexuais. - isto é devido a uma melhor entrega de sangue ao pénis. é muito mais sensível ao toque. maior comprimento e espessura também acentuam o prazer do associado.
Aumentar o comprimento e reforçar a profundidade das ereções, mantendo a aptidão corporal e a aptidão física necessárias em casos positivos, e pela duração da duração do sexo.
ejaculação extra. - é de longe possível através de uma maior produção de esperma, o que adicionalmente tem um efeito vantajoso na fertilidade.
prazer extra de estilos de vida eróticos, auto-confiança e bem-vindos. há também um crescimento constante em , o que se deve às oportunidades extra de satisfazer agora não só a si próprio, mas especificamente ao nosso companheiro.

Libid gel - revisões de clientes e onde obtê-lo

O gel também deve ser ingerido na Polónia. por esta razão, ganhou agora reputação e desejo extra entre os compradores. Ao oferecer, recebe avaliações bem merecidas e favoráveis dos utilizadores. Libid gel tem merecido popularidade pelo seu brilho. é de longe evidenciado principalmente pelas opiniões que podem ser estudadas em muitos quadros e websites. os rapazes são normalmente obcecados por ele.

"uma pessoa não tem preocupações piores nos seus estilos de vida do que um pénis que é demasiado pequeno.

eu estava completamente bloqueado de me aproximar, senti uma tensão que poderia não ser capaz de satisfazer a minha amiga mulher. Ela transformou-se em muito conhecimento, mas mesmo isto não se tornou suficiente para restaurar os membros da nossa família. Foi por isso que comprei Libid gel e, após algumas semanas, senti uma mudança. Agora vou ter sexo durante algumas horas e alcançar o pleno prazer sexual tal como a minha mulher" - Marcin, quarenta e dois anos de antiguidade.
os especialistas, que estão cada vez mais dispostos a prescrever a preparação, também falam-me de forma comparável aproximadamente Libid gel. pode ser comprado no website do fabricante, pelo que dá uma garantia e certeza de 100% da taxa mais baixa e do recebimento da melhor e idêntica formação única. O custo de 1 pacote é de quarenta e nove euros. A encomenda é descoberta de forma explícita e o gel é despachado ao cliente numa embalagem discreta e discreta.
#libidgel #libidgelfunciona
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2020.06.29 20:20 throwaway2159861 Fracassei em todos os aspectos da minha vida

Boa tarde, estou precisando desabafar e resolvi contar aqui grande parte da minha história e talvez fazer uma auto-análise. Imagino pelo que vi e vivenciei que é possível que muitas pessoas se identifiquem com os assuntos que eu vou falar, então pode até ser uma leitura interessante.
Antes de começar, recomendo essa música pra quem por ventura vier a ler o texto abaixo. Ela não tem nada de especial, mas eu gosto bastante dela.
https://www.youtube.com/watch?v=7NLvmr7zpso
Pois bem, atualmente tenho 28 anos, quase fazendo 29 e estou terminando a minha segunda faculdade. Provavelmente algumas coisas em relação a datas serão confusas pois além da minha memória ser bastante ruim, ela se restringe aos últimos 5 anos da minha vida. Então, as últimas memórias que eu tenho são da copa de 2014 no Brasil onde consegui assistir a alguns jogos. Eu não sei se isso é neurológico, mas estou pra ver isso tem alguns anos já. Antes que perguntem, eu tenho memórias de situações anteriores, mas em vez de lembrar do fato em si eu me lembro de alguma outra pessoa me contando, então é uma espécie de memória de segunda mão.
Enfim, quando eu tinha cerca de 10 anos eu tive depressão crônica e comecei a tomar medicamentos para tratar isso. Por volta dos 13~14 além do tratamento da depressão, eu comecei a ter ataques de pânico intensos, de modo que eu tive que abandonar o colégio por cerca de 6 meses pois eu não conseguia sair de casa. Também desenvolvi um distúrbio de personalidade esquizóide. Felizmente acabei não perdendo o ano pois a direção entendeu a minha situação e eu tinha boas notas, esporadicamente eu arrumava a matéria do colégio e lia em casa pra tentar aprender alguma coisa. Curiosamente um amigo meu me contou anos depois que a minha mãe por volta dessa época pediu pra ele e alguns outros amigos tentarem me convencer de ir numa excursão do colégio que seria durante um feriado prolongado.
Avançando um pouco, por volta dos 17 anos e perto de prestar o vestibular, eu não tinha a menor idéia de qual curso eu deveria escolher. Cheguei a perguntar para o meu pai se ele poderia me dar mais um ano pra escolher a carreira enquanto eu fazia um cursinho mas ele só riu e achou que eu estivesse de sacanagem. Por fim, acabou falando pra eu fazer Direito pois ele sempre achou que todo mundo deveria saber o básico das leis, além do fato de ter trocentos concursos públicos disponíveis pros graduados. Nesta época, eu já estava de saco cheio de estar indo no psicólogo e no psiquiatra com regularidade, além de ter que tomar os medicamentos todo dia. Pra ser sincero, comecei a tomar os medicamentos em dias alternados em vez de diariamente e cada vez mais fui espaçando, até o ponto de achar que eu não precisava tomar mais. Não notei mudança nenhuma no meu comportamento, apenas uma grave insônia. Depois de um tempo então revelei que eu não estava mais tomando os medicamentos para os médicos e para os meus pais e como aparentemente não fazia diferença nenhuma porque ninguém percebeu, eu só parei de frequentar o psicólogo e psiquiatra de um dia pro outro.
Como eu não sabia pra qual curso prestar vestibular, acabei acatando a idéia do meu pai, só que eu não tinha motivação nenhuma pra estudar. Aliás, eu nunca tive e sempre fiz parte da grande maioria dos alunos que estudam apenas na véspera. Para a minha grande surpresa, acabei passando no vestibular e só fiquei sabendo aos 45 do segundo tempo, no penúltimo dia da pré-matrícula quando um amigo meu veio me dar parabéns. Foi uma conversa engraçada, ele me deu parabéns mas eu não sabia pelo quê, já que eu não tinha acompanhado o resultado do vestibular pelo fato deu não ter estudado durante o ano. Foi uma grande sorte, que aliás é um tema recorrente na minha vida. Dei sorte do meu colégio dar o conteúdo inteiro durante o 1º e 2º anos do ensino médio, deixando o 3º ano apenas pra revisão da matéria toda, então querendo ou não, eu assistindo as aulas acabei fazendo uma revisão sem querer. Dei muito mais sorte do meu amigo ter me avisado, já que sem ele eu perderia a matrícula e só deus sabe o que aconteceria. Talvez eu conseguisse o meu sonhado ano pra descobrir o que eu queria fazer da vida, mas me conhecendo, acho que eu apenas procrastinaria por mais um ano.
Já no começo da faculdade eu percebi que as carreiras legais não eram pra mim. Na verdade, analisando friamente, tenho certeza de que eu seria um bom juiz, devido à minha personalidade e jeito de ser. Infelizmente nasci sem a motivação necessária para traçar objetivos de longo prazo e perseguí-los. É bem verdade que eu considero que não se nasce com isso e que é tudo uma questão de disciplina, mas não me vejo mudando isso na minha personalidade no curto, médio ou longo prazo. Talvez seja um mecanismo de defesa pra me prevenir do fracasso, afinal de contas, ninguém pode dizer realmente que fracassou se nem tentou.
Enfim, apesar de achar a área da advocacia algo bastante chato, passei a me interessar moderadamente pela área acadêmica, mais especificamente pelo jusnaturalismo. Na época da faculdade comecei a ler um pouco sobre religião comparada e sempre achei que o direito sem uma base metafísica não passa de um jogo de poder onde quem possui mais faz a lei e quem não possui apenas obedece. Até hoje tenho vontade de realizar uma pesquisa acadêmica sobre isso, mas as chances beiram a zero pois a vida acontece.
Também durante a faculdade eu comecei a ter recaídas da depressão, mas como eu já conhecia os sintomas, eu sempre tomava medidas contra a minha própria vontade para tratar o problema no início. Eu tinha que manter um horário de sono regular, fazer algum tipo de exercício físico diariamente e ter uma alimentação mais saudável. Isso realmente funciona, então se alguém estiver passando por isso, recomendo fazer isso antes de partir para algo mais radical. O problema é que isso é chato demais e eu não conseguia manter essa disciplina por muito tempo, então eu ficava alternando períodos bons e ruins. Na verdade, isso acontece até hoje, mas aos poucos fui aprendendo a lidar com isso.
Vou abrir um parêntese aqui pois pelos anos de experiência, percebo que muitas pessoas passam pelo mesmo problema que eu, sobretudo aqui que é um lugar para desabafos anônimos. Também não é um assunto fácil de conversar com as pessoas, a não ser que você tenha ótimos amigos ou uma família bem estruturada que se importa realmente com você. A minha família sempre me deu essa abertura, mas por conta da minha personalidade eu nunca fui capaz de falar nada disso com eles. Aliás, não sei nem se adiantaria alguma coisa falar com eles. Acredito que o melhor meio mesmo seja apenas ler relatos na internet de pessoas que passam por uma situação semelhante pra saber que isso não acontece só com você. Acho que isso foi o grande motivador pra eu escrever este texto.
Gostaria de falar sobre sentimentos. É bastante paradoxal, visto que eu sou literalmente analfabeto em matéria de sentimentos e não sinto quase nada devido à minha TPE. Ainda sim, acredito que ajuda bastante saber que alguém tem a mesma sensação que você, pois é algo difícil de colocar em palavras. A pior delas é justamente esse algo que não tem nome. É como se fosse alguma coisa queimando, mas não queimando num sentido físico. Está mais para uma dor na alma, ainda que paradoxalmente a dor pareça física. Desde pequeno eu sinto isso e não consigo imaginar a minha vida sem sentir isso. A melhor forma que eu encontrei de descrever essa sensação até hoje foi como se existisse um buraco negro em algum lugar aqui dentro e que ele estivesse sugando tudo, até mesmo a tristeza, só que como ela está em maior quantidade, é o que acaba sobrando pra gente, ainda que essa tristeza não seja tão intensa quanto já foi em outros momentos.
Voltando, já no meio da faculdade eu sabia que teria problemas caso eu decidisse mudar de carreira pois seria bem mais difícil a minha entrada no mercado de trabalho sem experiência e com uma idade avançada, sem contar psicologicamente, já que os meus amigos estariam numa posição mais avançada da carreira profissional e consequentemente ganhando muito mais dinheiro que eu, o que é difícil pra qualquer pessoa, ainda que você não se importe muito com isso. Eu decidi não abandonar o curso no meio pois era um curso de renome numa excelente faculdade, então ainda tive que aturar mais 2,5 anos estudando algo que eu não gostava só pra pegar o diploma no final tendo certeza que eu não iria usá-lo.
Pois bem, prestei o enem no último ano da faculdade e consegui emendar um curso no outro. Não pra minha surpresa, descobri que o segundo curso que eu escolhi também era horrível e confesso que até cogitei em voltar pra advocacia. O problema é que eu não tive nenhuma experiência profissional em escritórios de advocacia e já esqueci o conteúdo da faculdade anterior, o que basicamente me impossibilita de voltar pra carreira anterior.
Ao menos arrumei um estágio e estou ganhando um salário mínimo por mês até eu me formar, que eu espero que seja daqui a dois meses. A parte ruim é que provavelmente não vão me contratar e eu vou ficar desempregado, a parte boa é que eu odeio o meu trabalho e provavelmente não vou aguentar nem mais 1 ano trabalhando lá.
Dito isto, vamos aos problemas e ao real motivo do desabafo. De uns tempos pra cá o negócio do meu pai está indo muito mal, de modo que tivemos que pegar alguns empréstimos com o banco e o coronavírus acabou forçando o negócio a ficar parado desde março. Então, já estamos numa situação periclitante.
Não bastasse isso, recentemente meu pai teve que operar para tirar um tumor e ao que tudo indica, provavelmente ele está com câncer. Além disso o meu pai está no limite de fazer parte do grupo de risco do covid e trabalha com atendimento ao público. Não sei como faremos pra tomar conta do negócio, já que ele provavelmente vai ter que parar de trabalhar pra fazer o tratamento.
A minha mãe por sua vez é aposentada por invalidez. A minha irmã tentou abrir um negócio também mas foi paralisado pelo coronavírus, sendo que ele já não ia bem. Desde o ano passado ela veio com uma proposta deu tomar conta da parte administrativa da coisa e tirar um dinheiro para mim do que entrar, mas a verdade é que ainda não consegui tirar sequer 1 real da coisa pois essa é a única fonte de sustento da minha irmã, então tudo o que eu consegui foi trabalhar de graça e um monte de dor de cabeça.
Eu por minha vez estou trabalhando entre 10 e 14h por dia ganhando um salário mínimo, fora o estresse e ainda tenho cerca de 5 semanas pra escrever o TCC que eu nem comecei pra me formar na faculdade daqui a 2 meses.
A única notícia boa que eu tive recentemente foi um conhecido meu ter me contado que só não se matou porque há uns anos atrás eu liguei e conversei com ele bem no dia em que ele tinha pretendido se suicidar.
Dada a minha situação é difícil não pensar em se matar constantemente. Não que isso seja algo novo, tenho esses pensamentos recorrentes desde os 13 ou 14 anos de idade, mas entre pensar e fazer existe um abismo infinito de modo que eu nunca cogitei seriamente fazer isso. Ainda sim, deixo sempre a opção aberta muito embora eu tenha me decidido a fazer isso só depois dos meus pais e da minha irmã morrerem.
Sendo bem sincero, motivos mesmo pra continuar vivendo eu não tenho nenhum. A única coisa que ameniza um pouco é eu tentar deixar a vida um pouco menos merda para os meus familiares, só que o fato é que eu tenho 28 anos na cara e não consigo nem me sustentar sozinho. Se o meu pai morrer, seja de câncer ou de coronavírus, imediatamente teremos que vender o apartamento e ir morar de aluguel ou com algum parente.
Eu acho que isso tudo é culpa minha, mas no fundo eu sei que não é, já que ninguém é capaz de prever o futuro. Também sei que a minha situação não é tão ruim quanto a de outros, já que eu ainda tenho um teto e comida, mas também sei que a coisa pode ficar feia muito rápido.
Acho que o maior agravante é que eu não tenho sequer 1 área da vida onde eu tenho um desempenho satisfatório. Fracassei economicamente, já que não consigo me sustentar; Fracassei amorosamente, visto que não tenho perspectiva nenhuma de constituir família; Fracassei socialmente pois o meu já pequeno círculo de amizades está se tornando cada vez menor muito pela perda de contato, já que eu não tenho mais como acompanhar os meus amigos com tanta frequência devido à falta de tempo e dinheiro; e a pior de todas, é a sensação de que fracassei como filho. Sim, é verdade, e eu tenho certeza que ninguém nunca vai falar isso, mas não existe nada mais natural que os filhos tomarem conta dos pais na velhice. Infelizmente pra mim, esse tempo chegou e eu não fui capaz de resolver esse problema à altura.
Quem não gostaria de bancar os pais para eles pararem de trabalhar, depois de uma vida inteira de trabalho? No meu círculo social já há pessoas que conseguiriam fazer isso, ao menos durante esse período de quarentena. É inevitável a comparação, mesmo sabendo que cada um é cada um. Eu sempre soube que seria difícil não ficar chateado com esse tipo de coisa quando eu escolhi mudar de carreira, mas está beirando o impossível. Não apenas no aspecto econômico, mas também no aspecto afetivo. Desde sempre a minha família soube que eu era praticamente um autista no quesito de relações sociais, ainda que eu esteja infinitamente melhor do que quando eu era mais novo. O que pega mais, é que no meu íntimo eu sequer considero a minha família como família propriamente dita. Eu entendo que eu tenho um dever moral para com eles, mas não vejo diferença entre eles e os outros seres humanos. É por isso que eu nunca falei eu te amo para eles e nem para ninguém. Não tenho certeza se eu vou chegar a falar isso pra alguém na minha vida, mas tudo indica que não.
Enfim, eu tinha mais coisas pra falar, mas infelizmente tenho que voltar a trabalhar. Desabafar aqui não foi ruim, eu deveria fazer isso mas vezes. Dito isto, eu estou juntando um dinheiro pra me consultar com um psicólogo online depois de quase 10 anos. Eu gostaria de ter dinheiro pra fazer pelo menos 2 meses, mas é difícil achar um psicólogo bom na faixa de preço que eu posso pagar.
Se possível, eu também gostaria de um feedback sobre o texto em si. Eu tenho uma conta anônima no medium e escrever lá, ainda que infrequentemente por falta de tema ou tempo, acabou se tornando uma das poucas diversões que eu tenho, muito embora eu ache que seja difícil alguém chegar a ler até o final, dado o tamanho imenso do texto.
É isso, excelente dia pra vocês.
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2020.06.24 00:01 jujuoshi Sera que Eu fui talarica?

Oi gente, tudo? Queria tirar uma dúvida com vocês, essa história faz um tempo que aconteceu e essa minha ex amiga que vou falar aqui nem mora mais na minha cidade, mas até hoje sinto que eu talvez tenha sido injusta com ela, quero saber o que vcs acham sobre!
Bom, era 2017, nos éramos melhores amigas inseparáveis! Éramos até vizinhas de porta no nosso apartamento. Estávamos juntas também, mas naquele ano nos íamos mudar de escola, e acabamos indo para uma escola bem diferente do que estávamos acostumada pois parecia um quartel general entende? Kkk enfim
Logo no início a gente não conhecia ninguém, e todos eram bem legais aparentemente. Então eles nos convidaram para uma festinha ( nos tínhamos 14 anos na época) então, fomos. E lá já tínhamos nossos crush da sala, mas eles não sabiam que nos existíamos kkk
Tinha uma dupla de amigos, assim como eu e ela que éramos. E curiosamente nos gostamos cada uma de um ( foi muito sem querer) então nessa festa ela ficou com João e eu com o amigo dele Pedro. ( nomes fictícios )
Eu nao estava apaixonada por ele e segundo ela, também não tinha nada com o outro. E assim ok. Teve aula na segunda feira, o menino João veio até mim saber se a minha amiga tinha curtido o beijo e eu já aproveitei pra saber se o amigo dele tinha curtido ficar cmg ( aquela coisa ) e então todo dia ele acabava perguntando se tava tudo bem se a ele não quisesse nada com a minha amiga e eu passava pra ela...
Em um tempo, eu e João começamos a ficar amigos, mas tipo super de boa. A gente só sentava junto as vezes e rua de piadas, tentei ver se tava tudo bem para minha amiga, até pq ela não pareceu se importar.
Sabe como são turmas na escola né, começaram a inventar que a gente se gostava e meu deusss começou aquela zona e eu juro que eu não gostava dele, eu gostava da amizade dele. Então com aquilo, minha amiga se afastou e eu notei, falei pra ela que não tinha nada ver mesmo, e eu fui sincera.
Ela ainda tava meio estranha comigo e eu queria saber pq, mas ela nunca se abria. Com o tempo as piadas acabaram e seguimos todos bem. Até que um dia eu notei que eu tava tendo certo sentimento por ele, mas eu não quis me precipitar até porque eu podia ter confundido as coisas. Mas eu notei que da parte dele também estava vindo mas não queríamos estragar nossa amizade/
Entao, tempo vai e vem e acabamos ficando, como todos pensavam... e Eu contei pra minha amiga e confessei que eu tava gostando dele. Mas ela realmente ficou muito brava comigo, pq ela quem tinha ficado com ele primeiro. E eu tentei falar, que ela disse que nem tinha nada com ele ou se quer gostava dele. Mas mesmo assim ela se voltou contra mim.
Comecei a passar mais tempo com ele porque simplismente ninguém queria ficar comigo do receio então eu gostava de passar com ele, não nego. Mas ela ficava nos seguindo e falando que eu era uma traíra e que minha mãe ia ficar sabendo que eu tava namorando na escola. ( minha mãe sempre foi muito contra isso) e como a mae dela era nossa vizinha, ela contava tudo pra mãe dela falar pra minha, isso resultou em muita briga com a minha mãe pq eu juro que eu tava gostando muito dele e a gente não fazia nada demais na escola. Essa amiga ficou muito contra mim, colocou outras meninas contra, todo mundo me odiava praticamente, foi então que comecei meu pior período escolar de bullying etc ( conto pra vocês em outro post se quiserem aqui nos comentários) enfim, teve um dia que o João ficou muito bravo com essa situação toda e virou pra ela e chamou ela de tu quanto era nome, pesado como filha da puta (guardem esse xingamento) . Mas eu entendia a frustração dele, pq minha mãe não aceitava nossa relação por mais inocente que fosse.
No dia seguinte, a mãe dessa da minha amiga veio até minha mãe que é advogada e falou que queria meter um processo nele por ter ofendido ela. E queria tirar uns 5 mil do bolso dele e xingou o menino de ruim e tudo mais. Minha mãe ficou muito brava cmg e mandou eu cortar relações com ele... e minha amiga adorava me ver chorando por não poder ficar com ele, e depois disso eu perguntei pra ela se ela gostava dele e ela sempre negou então eu não sei porque ela fez tudo isso?
Parece que eu fui a talarica da história e acabei ficando um ano com um relacionamento pesado com a minha mãe, e tudo que eu fazia na escola ela ia falar pra minha mãe, não podia nem fazer dupla com o garoto.
Então eu achei melhor a gente encerrar aquilo é me senti muito muito mal, depois que eu parei de namorar com ele, ela nunca mais foi a mesma comigo, ela sempre aprontava nas minhas costas e negava tudo...
Hoje em dia não se vemos mais ou se quer falamos na internet. Fiquei um ano sem ter nada com João e hoje estamos namorando firme já faz um ano e meio. E agora minha mãe entende toda situação e adora ele.
E eu e João fomos viajar em um intercâmbio pra Itália, e minha mãe postou fotos nossas no face dela, e a mãe dessa menina chamou xingando a minha mãe, que ela era falsa por odiar o guri aquela época e deixar eu namorar ele atualmente. Bom gente, o que vocês me dizem sobre isso? Eu fui muito cuzona? Pq realmente eu me sinto um pouco culpada nessa história e não sei. Mas sei que hoje eu amo muito o João e está tudo certo entre nós, mas fico com essa pulga atrás da orelha em relação a essa situação no passado! Me ajudem fadas sensatas 🥺
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2020.06.18 16:50 epilef_backwards Análise (não tão séria) de The 8th son? Are you kidding me?

Análise (não tão séria) de The 8th son? Are you kidding me?
O texto a seguir vai conter palavrões, zoeiras e um excesso tóxico de ironia. O motivo disso é que esta obra é tão mal feita e patética que não merece a minha seriedade.
Lembram quando eu falei sobre Tower of God ser um completo desserviço à humanidade e sobre como ele seria o pior anime da temporada? Então...devo dizer que a temporada de primavera deste ano está de parabéns por ter conseguido o quase impossível feito de fazer que Tower of God não fosse o seu pior anime. Isso porque se existe uma frase que eu já levava para a vida, e vou levar ainda mais agora, é que tudo que está ruim pode piorar. Eis que chegamos a The 8th son? Are you kidding me?
É claro que eu já sabia que seria ruim. Todos os animes de aventura com nomes grandes são ruins. No entanto, esse aqui me pegou desprevenido por conseguir ser uma compilação de muitas das piores coisas que eu já vi em uma produção audiovisual (sim, é pior que Seikon no Qwaser).
A começar pelo seu roteiro. E que roteiro. HAHAHAHAHAHHAHAHHA.
Ele não somente apresenta todos os clichês imagináveis do gênero, porém, não os utiliza de nenhuma maneira para tentar subverter as nossas expectativas e proporcionar uma experiência menos tortuosa. Mas acredite em mim: esse é o menor problema do roteiro.
Primeiro, vamos aos personagens. Completamente tapados, estúpidos, rasos, sem senso de humanidade, pífios, patéticos, ignorantes, irritantes, desinteressantes e sem nenhuma camada de desenvolvimento, eles só não são piores, narrativamente falando, do que as suas relações. Todas as relações desse anime são forçados da maneira mais insensível e rushada possível. Desde a relação do protagonista com seu mestre à relação sua e seus "amigos". E coloco aspas ao falar amigos porque a "amizade" deles se inicia com ele forçando-os a participarem de uma acontecimento com um nobre daquele mundo. Agora você deve se perguntar o porquê dele "convidá-los". Então, eu também não sei. Não sei não porque não prestei atenção (embora quase dormi diversas vezes ao assistir esse pedaço de lixo), mas, sim, porque o roteiro coloca a razão mais aleatória e sem sentido imaginável. Ao que eu entendi, ele percebeu que aqueles 3 possuíam algo a mais que os demais não porque não desistiam dos "testes". O problema é que só nos é mostrado esses três e mais um ou outro personagem. Não temos 100% de noção se somente eles não desistiram ou não. Porém muito pior que isso são os "testes". HAHAHAHAHAHAHA os testes. Basicamente um do trio "principal", o qual se alia ao protagonista, tira do interior do orifício anal dele que o protagonista estava testando a qualidade dos demais da sua sala. Isso porque, claro, o protagonista é a pessoa abençoada que é mais forte, apenas com cinco anos, do que 90% dos magos existentes daquele mundo. Agora você deve pensar: bom, é claro que todo mundo ridicularizou esse idiota que falou isso já que o protagonista NUNCA fez nada que desse a entender tal coisa. Não, não somente ninguém o ridiculariza ou espanca ele ou qualquer coisa plausível na situação como eles CONCORDAM e SEGUEM essa ideia de "teste do protagonista". WHAT IN THE ACTUAL FUCK? POR QUE ELES ACEITARAM? ISSO LITERALMENTE NÃO FAZ O MENOR SENTIDO. E mais: não é como se esse cara que falou tivesse qualquer ligação com as demais pessoas da classe da suposta "escola" de aventureiros. Simplesmente ele era tão novato quanto todo mundo e veio com uma ideia ridiculamente absurda dessa. Mas é claro, mais absurda do que a ideia é a pessoa que a escreveu. Mas, novamente, relaxa, esse não é a pior convenção do roteiro. Não, não, ele fica pior. Muito pior.
A situação se transforma numa catástrofe maior quando falamos do protagonista. Muito mais do que clichê, raso, patético, irritante, sem graça e estúpido, falamos de um cara que tinha 25 anos na sua vida original e age como uma criança de -12. O que quero dizer com isso é que ele só apresentava um corpo de criança/jovem. Ele tinha VINTE E CINCO anos e começou a agir como um completo retardado mental a partir do momento que viajou ao mundo de fantasia (viagem essa que nem sequer tentou ser explicada pelo roteiro bananada). E muito pior do que isso: se ele já existia naquele mundo, como é possível que ninguém da família dele percebeu algo de estranho? Alguma mudança de comportamento? Mas é, eu acho que estou sendo um pouco rígido de mais uma vez que a mesma família literalmente não percebeu que o moleque sumia durante dias e voltava com um monte de comidas exóticas àquela região (para ser sincero, o pai dele até percebeu da primeira vez, no entanto, o roteiro apagou esse fato da existência pois enfim, sabe como é, não podemos ter problemas no andamento da estória XDXDXD).
Pior que a família mongoloide do moleque é o seu professor: quem, tirando o roteirista do anime, fala algo como "você vai ser um mago muito mais forte que eu" no primeiro encontro com alguém? O cara literalmente nem sequer tinha visto o menino em ação direito e já falou algo assim. Mas bem como o personagem do professor é completamente subutilizado e irritante, pior que ele é o treinamento imposto por ele ao protagonista (cujo nome sequer habita nas mais profundas camadas do meu subconsciente de tão lixo que ele e seu anime são). Não somente ele não faz o menor sentido como utiliza de certos artifícios como a transferência de poder que absolutamente não fazem sentido. Então quer dizer que pelo simples fato do professor falar como a magia se realiza o moleque já vai saber conjurá-la de maneira perfeita? Que dois dias depois do início do treinamento ele literalmente se equipara aos grandes magos do mundo?
O treinamento fica pior quando chega no ponto do professor do protagonista transferir seu poder a ele. Entendam a situação: eu falo de um dos top magos do mundo e de um moleque de 5 anos. Em que planeta ele conseguiria aguentar tamanha força/passagem de energia? Em nenhum. Em nenhum, claro, à exceção desse mundo. Mas calma. Vai além.
A relação dos dois é completamente forçada e sem nenhum toque de emotividade. Contudo, o roteirista do anime acreditou, em um de seus devaneios-os quais devem ser de onde o roteirista tirou uma escrita tão porca e lixosa-, que tal relação era orgânica e que seria muito bacana colocar uma cena comovente do aluno expurgando o seu professor que, na realidade, era um morto-vivo. Lembra quando eu disse que essa merda de um morto-vivo/assombração/visão treinar os protagonistas iria pegar depois de Kimetsu? Então, a desgraça já começou a acontecer (PS: Não funciona). A cena é patética e só demonstra como o roteiro cria TUDO à força e sem NENHUM toque de sensibilidade. Quem escreveu isso aqui tem a mesma sensibilidade uma melancia em uma loja de cristais.
Logo depois do fim do seu treinamento, o roteiro jumpa 10 anos (ou algo próximo) no futuro e o protagonista basicamente se tornou o mago mais poderoso do mundo treinando por conta própria. É, nem sequer auxílio de livros ele teve. Mas é claro, para o personagem que aprendia a usar uma magia perfeitamente só pelo seu mestre falar sobre ela, não é de se espantar que ele consiga treinar sozinho e se torne o mago mais forte de todos.
Ele adentra em uma escola de aventureiros e basicamente durante um episódio temos o ápice do roteiro juvenil. Lembra quando você, garotinho de 11 anos pós término de Sword Art Online, ficava imaginando como seria ser um cara super overpower para chegar na escola e todo mundo babar seu ovo? Pois é. No caso de 8th son, o roteirista trouxe esse seu sonho de infância à tona no protagonista da história. Literalmente ele sequer mostrou qualquer tipo de habilidade e absolutamente TODOS os demais já DESISTIRAM da escola porque era muita humilhação ter alguém tão foda e picudo com elas.
Calma...
HAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHA.
Após isso, ele se junta aos seus aliados da maneira como eu já falei e o anime se torna um compilado de histórias estúpidas montadas de uma maneira cancerígena aos sentidos.
Mas antes de dar procedimento, preciso comentar de uma das cenas que mais me fizeram rir na história da animação japonesa. Sério mesmo, eu engasguei de tanto rir.
E essa é a cena do dragão de ossos.
Basicamente o nosso herói e o seu grupo de personagens clichês se junta para ir a uma cidade próxima porque o protagonista é literalmente MUITO foda para ficar na escola de aventureiros. O problema aqui, antes de falar sobre o Dragão (HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHA), é que não há nenhum sentido nos outros três largarem a escola. Eles, embora considerados muito fortes, não são nem 5% do protagonista. Os três juntos quase morriam para lobos e tiveram que ser salvos pelo protagonista. Mas é, foda-se, eles simplesmente largaram a escola de aventureiros e foram se tornar aventureiros por conta própria sendo carregados pelo protagonista.
Para irem à cidade, utilizaram o método de viagem aparentemente mais rápido do mundo que é o navio mágico, um navio que voa graças à magia. Um método muito seguro e que não apresenta riscos de, por exemplo, cair. Bom, é aí que começa a cena.
O cara responsável por levar eles nessa travessia é o professor do professor do moleque. Ele fala sobre como a viagem é segura e que somente caso aparecesse um Dragão que o navio poderia cair. E adivinha o que aparece ao fundo no exato momento. Sim, um Dragão.
Calma...
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
Eu comecei a rir de maneira quase descontrolada nesse ponto. Mas relaxa, vai ficar pior (ou melhor).
O Dragão de Caveira é uma das criaturas mais fortes existentes. Portanto, o seu visual PRECISA ser ameaçador, imponente e perigoso. O problema é que o visual dele é feito com base no pior 3D possível. Não somente destoa completamente do cenário como, por ser um 3D de qualidade abaixo da de Berserk, deixa o seu visual tudo menos amedrontador e de algo que pareça ser uma das criaturas mais fortes existentes. Os seus ataques são completamente pastelões e sequer triscam o protagonista (devo lembrá-los que era a primeira batalha do protagonista, o qual deveria ter não mais que 15 anos na cena, e justamente contra uma das criaturas mais fortes de todas). Contudo, nada é pior do que os efeitos sonoros da criatura.
Os efeitos sonoros dela, sem nenhuma brincadeira, lembram sons de batidas de cocos. BATIDAS DE COCOS.
A FEKEN CRIATURA MAIS FORTE DO PLANETA TERRA E DO MUNDO BANANADA DO PROTAGONISTA SE MOVE FAZENDO SOM DE BATIDA DE COCO
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
Eu estourei de rir nesse momento. Simplesmente os sons são de uma qualidade tão péssima que geram um efeito cômico no que é para ser uma das cenas de batalha do anime. É literalmente hilário o quão ruim esse show é.
Agora lembrem do que eu disse: nada está ruim que não possa piorar.
Abaixo da qualidade audiovisual patética e do roteiro escrito por um fugitivo da APAE, temos a direção dessa bagaça (a qual eu já dei uma palha quando comentei acima sobre os efeitos visuais e sonoros).
Em poucas palavras, ela é o pior pedaço de merda audiovisual lixoso autista aidético já contemplado pela humanidade. Os diálogos são os piores em eras: expositivos, vergonhosos e sem sentido (existem horas que o que um personagem fala LITERALMENTE NÃO SE ENCAIXA COM O QUE ESTÁ ACONTECENDO. Um exemplo disso é quando o personagem principal pergunta a um outro personagem se algo seria x Ou y. Sabem o que o outro personagem responde? Sim. ELE RESPONDEU SIM A UMA PERGUNTA DE X OU Y. QUEM ESCREVEU ESSA MERDA CARA? HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA).
Mas nenhum diálogo supera o da cena que o protagonista expurga o seu professor. Nada que eu fale vai ser suficiente para a mesquinhez dele, portanto, assista por conta própria. É no final do episódio 2. Feche seus olhos e só ouça o diálogo.
A montagem das cenas...ah, a montagem das cenas. Vocês acreditam em mim se eu falar que esse anime tem problemas na MONTAGEM das cenas e dos diálogos? Coisas do tipo: um personagem estava em certa pose e no segundo seguinte ele está com a mesma pose só que de outra maneira. Um exemplo disso: um personagem (sequer lembro qual, acho que era o protagonista) aponta para o rosto. Na cena imediatamente seguinte ele permanece na mesma posição de apontar para si mesmo, contudo, aponta para o PEITO e não para o rosto. Um outro exemplo é quando o personagem pergunta algo para uma personagem e OUTRO cara responde a pergunta. WTF?.
Outro recorrente ponto na montagem das cenas aqui é que eu tive a ligeira impressão que houveram cenas cortadas. Do tipo: tal personagem vira e pergunta "Hm, o que você disse?" sendo que ABSOLUTAMENTE NINGUÉM FALOU NADA. Ou então x personagem se refere a algo que ele havia dito quando na verdade ele nunca realmente disse tal coisa (e sequer um flashback nos é mostrado). As transições entre cenas são feitas de uma maneira abrupta e que demonstram total inabilidade da direção mesmo em seus quesitos mais básicos. O corte é feito repentinamente e de maneira tão porca que, muitas vezes, corta a FALA DA PERSONAGEM.
Calma...
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA.
Sim, é nesse ponto que a patetisse da produção desse anime chega.
E eu nem preciso tocar nos demais pontos tangentes à animação e à trilha sonora, certo?
A animação ficaria datada na década de 70 e a trilha sonora é forçada e sem graça. Aliás, sobre a animação, devo dizer que as escolhas estéticas sequer fazem sentido. O exemplo mais claro é a invocação de uma habilidade: um círculo tech aparece antes de uma skill ser conjurada. Por quê? Devo lembrá-los que esse anime se passa no feudalismo. Por que diabos tem um efeito que mais parece ter saído de Sword Art Online? A resposta é clara: porque a direção pateta não tem a menor criatividade para fazer algo além do que já foi feito infinitas vezes e caí no óbvio até mesmo nas escolhas visuais presentes no show.
As cenas de ação foram gravadas tentando cumprir o recorde mundial de cortes por segundo e não passam nenhuma sentimentalidade e emoção. Existem horas que são 3/4 cortes em questão de segundos. SÉRIO.
Veredito
Eu preciso parabenizar a produção dessa bomba por ter conseguido retirar o título de pior anime da temporada de Tower of God. Em poucas palavras: The 8th son? Are you kidding me? É o pior anime do ano (a menos que alguma produção tente copiar o feito da desse show e faça um cristal de merda como esse) e um dos piores de toda a existência da animação japonesa. Ele falha em absolutamente tudo que não aumentar a minha tolerância para animações.
E digo mais: Tower of God tem que agradecer essa abominação em formato de show por ter me feito repensar a nota que eu iria dar para ele.
Nota final: 0.
O elenco pateta e os vilões água com açúcar da série. Só para que você saiba: a garota atrás do protagonista tem 12 anos e tem cenas...meio bizarras, eu diria, ao longo do show porque os produtores acharam que seria uma boa ideia fazer isso :D
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2020.06.16 07:19 isaah_pastel A vingança é um prato que se come frio

Olá seres humanos turu pom? Hoje eu vou falar a história da nice amiga dnv (ela era extremamente tóxica e abusiva) e já começa por aí hehe. Ela namorava um menino (antes da história que eu contei) e eu achava ele bonitinho mas sempre neguei qualquer sentimento por ele por respeito e carinho por ela (Trouxa,sim ou com certeza?) E sempre que ela perguntava,eu negava (como dito aqui) e nós tínhamos um grupinho (as "mais conhecidas das salas" éramos conhecidas nos dois 6° anos e no 7°D) e ela era extremamente ciumenta porque se ela me visse conversando com outra garota ou garoto ela surtava (falando que eu tava trocando ela e se fosse menino ela falava que gostava dele) E eu aceitava (tururu:')) ela tinha outra melhor amiga a qual era extremamente falsa e incoerente (guardem isso) e ela foi se afastando dela (por que será?) E se aproximou de mim e aí entra o garoto pq eu sempre achei ele muito bonito (já expliquei) e a ex-melhor amiga gostava dele e ela descobriu isso é cortou relações com ela (óbvio) e depois de muito tempo,em uma aula normal de Ed.Física ela me perguntou se eu gostava dele(vou chamar de Nivaldo) e claro,prontamente respondi que óbvio que não né? Só que ela(vou chamar de frederica) falou pra eu ser totalmente sincera com ela e eu falei:Eu acho o Nivaldo bonitinho (loirinho dos olhos azuis kkkkk) ela SURTOU,gritou comigo e me beliscou (ficou roxo e fez sangrar) gritei pro professor e Nivaldo olhou quando Frederica viu,ela se fez de vítima e começou a chorar e saiu correndo (eu trouxa achei que era culpa minha) fiquei triste,professor (cujo chamarei de rilo;-; sla pq) mandou eu ir lavar o braço e pedir curativo (claro que fui correndo) e Nivaldo claramente ficou preocupado né? Duas loucas no meio da quadra gritando kkkkk (esqueci de mencionar,estávamos no 6°Ano) e depois disso né? Pedi desculpa,ela aceitou,tmb se desculpou e ficou tudo bem,só que lembra do roxo? Ent. No sábado (isso aconteceu na quinta) eu saí com minha mãe e fui pro centro só que tava calor e eu coloquei blusa curta e um short e minha mãe viu uma marca no meu ante-braço e na minha perna e perguntou onde eu consegui aquelas marcas,falei que tinha caído e que tava tudo bem (kkkjkkk mãe tem sexto sentido n é possível) e ela falou que isso tava muito estranho e que eu não tinha caído (pq tava roxo um do lado do outro,bem marca de beliscão) ela falou que eu fui beliscada (jura? Kkkk) e falou pra mim contar eu n contei claro ,e ela esqueceu isso,e pulando um pouco pra quando estávamos no 7° Ano, eu aí da gostava dele kkkk e ele gostava de mim aparentemente pq ele sempre demonstrou (nivaldo) e minha amiga n tava mais com ele (ent né? Kkkk história pra outro post) e eu ficava com ele na hora da saída (tipo, acompanhar ele kkkkk) e a gente ficava jogando free fire no celular um do outro e a Frederica já tinha ido embora (ou seja ela tava com internet e ele tinha dados móveis igual eu) ela sabia que eu tava com o cell dele(essa nojenta) e mandou msg perguntando quando que ele ia contar que eu era só uma aposta,fiquei chocada e peguei meu celular e sai bem quieta (ele n entendeu nada né? Claro kkkk) e daí falei pq eu tava ignorando ele quando o mesmo veio me botar pressão pra falar,claro ele explicou tudo pra mim,e eu fiquei com muita raiva da Frederica e claro né? Bloqueei ela. Um mês depois Nivaldo falou que gosta de mim,pediu pra namorar cmg e eu claro toda cadelinha por ele aceitei (pior decisão) 1 semana dps,descobri que ele ficou com a Frederica (terminei tudo obv) e eles voltaram (kkkk dois cornos) depois que ela tava um mês com ele,eu fiquei com ele (ele ainda tinha sentimentos) no meio da escola (intervalo) kkkk na frente dela (E falei que ele era só um brinquedinho igual ele fez pra mim e ainda fiz questão de falar pra ela:ele beija muito bem kkkk) e essa foi a história de como me vinguei dela,foi isso lubixco ,beijos de luz.
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2020.06.08 09:32 Asper_11 Fui babaca por parar de falar com meu melhor amigo por "sofrer" bullying?

Olá, sem muita demora, meu nome é Richard (nome falso) e hoje vou contar uma história que pra mim é meio tchola, e eu só gostaria de compartilhar mesmo. Tudo começa no 9°ano, eu praticamente tinha só dois amigos, que era o "G" e "F" (pode colocar outro nome de sua preferência caso fique confuso) G era um garoto muito inteligente, que eu o apreciava por esse detalhe, e também por seu humor tóxico, e F por ele ter um humor similar porém com "mais carisma". Nós éramos amigos a um bom tempo, tipo uns 2 anos, e já tínhamos algumas tretas que haviam entre nós, porém tinham sido.. "resolvidas"? Meio que na época eu era aquele garoto gordinho nerd que só falava com uns dois amigos sobre anime, o que fazia sentido, e meus amigos eram a mesma coisa, porém um era negro (F) e o outro só era meio Nerd (G). Como eu disse no início, tínhamos um humor peculiar, digamos que era uma espécie de humor negro só que com uma variação que só a gente fazia essas piadas porém de outras pessoas e assuntos, tipo uma bolha que a gente ria de tudo que aparecia e tals, não sei se ficou confuso. Até aí, era só mais uns adolescentes merdeiros, porém, tinha um detalhe já mencionado, pelo meu físico de fisiculturista pra não falar quase obesidade, eu tinha uma auto estima baixíssima, e era muito tímido, lembro que eles zoavam minha aparência sempre que tinham oportunidade, no início eu não ligava, pq como eu disse: "adolescentes merdeiros", porém com o tempo eu fui ficando mais mal, meio que essas piadas não eram só piadas, era umas paradas até que pesadas com o tempo, tipo, eu tinha dito anteriormente que tinha uma espécie de bolha social, só que eu lembro muito bem de tentar falar com uma garota que sentava atrás de mim e eles ficarem tentando me cutucar no sentido literal e até coisas mais perturbadoras (tipo pegar meu estojo e passar na genital, adolescentes merdeiros) voltando, basicamente era muito ruim, mas eu não tinha alternativa, não é? Depois de muito tempo, eu tinha perdido minha auto estima, não tinha o que falar já que eles eram em teoria meus únicos amigos e não dava pra evitar eles, era melhor deixar as coisas fluírem até o fim do ano e esquecer dessa droga, só que então teve uma gota d'água. Eu não lembro em específico o que houve, mas basicamente um amigo fodeu com uma atividade pra nota que eu tinha que entregar, que atualmente é algo bem dane-se, mas pra mim naquela hora tinha sido o momento que eu notei que precisava parar de falar com aquelas pessoas. Eu não especifiquei coisas que eles já fizeram pois acho que ficaria muito grande, e também quando eu escrevo algo assim me sinto aqueles adolescentes sofrendo por pouco, mesmo eu tendo meus motivos, mas basicamente os cara passaram no ponto que era brincadeira e virou bully a muito tempo. Eu tinha parado de falar com o G (O nerd default), já que ele era o ""líder"" do grupo, e tinha ficado só em conversar com o F, já que como eu disse, ele era "mais amigo meu", mesmo sendo por muito pouco. No dia que eu decidi isso, lembro que tinha ignorado ele na entrada e só falei com o F, e até aí tudo bem, mas com o desenrolar do dia, lembro que ele ficou falando por trás de mim o tempo todo, tipo umas paradas de "não tô nem aí que esse gordo não fala comigo véi" falando isso com o F, e ambos rindo enquanto me olhavam. Pior que já era o máximo, não tinha o que fazer na minha mente, não podia falar com os professores pq eu tinha insegurança que eles só dariam uma bronca neles e que tudo pioraria, e até que fazia sentido. Depois de alguns meses, eles continuavam, sempre me encarando e rindo da minha cara, tipo, o tempo todo, eu até cogitei "acertar as contas" mas eu sairia mais errado nessa história se eu fosse no braço, já que provavelmente eu ganharia devido ao meu peso na época. Após isso, o ano finalmente acabou, o que eu fiquei muito feliz, já que não precisava lembrar de pessoas rindo da minha cara só por eu existir, tinha começado a fazer academia pra me tornar um verdadeiro comedor de casadas, e minha vida social estava ótima. Quando chegou no ano seguinte, estava apenas o F na minha sala, G tinha ido pra uma escola de pessoas mais inteligentes que tem na minha cidade, que só é possível entrar com um teste de alto nível, porém eu esqueci de fazer a inscrição e o F parece não ter concluído o teste com êxito. No início do ano ele ficou sozinho, já que eu tinha expandido minhas relações sociais, eu nem era tão tímido quanto antes, também levando em conta que eu tinha emagrecido um pouco, como dito anteriormente. Como ele estava sozinho, pensei que ele teria um novo amigo ou algo assim pra bolha dele, como aconteceu quando a gente se conheceu, porém, isso não aconteceu, ele ficou até a pandemia, sem falar com ninguém, literalmente, ninguém. Eu tinha ficado preocupado, porém ao mesmo tempo eu fiquei "WTF o cara foi um pnc comigo e eu vou sentir pena dele??", Só que eu fiquei meio mal, afinal, eu lembro que ele era o cara que eu tinha um laço, mesmo ele sendo quebrado. Não sei como ele se encontra atualmente, lembro que quando eu tinha brigado com ele e o G eu tentei convencer ele que não era legal continuar com aquele humor ácido ou pelo menos dar uma "nerfada" já que eu me sentia muito mal, só que ele falou que me entendia, e no outro tava rindo da minha cara com o G. Enfim, eu só quis contar essa história pois era algo que eu queria muito falar pra alguém, peço desculpas dês de já se ficou alguma parte confusa ou se a história não foi boa, eu tava com insônia pensando nisso e queria falar de forma anônima pra alguém, e também o principal: Eu fui o babaca?
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2020.06.06 16:53 clathereum2 Psicanálise e protestos, I, dinâmica libidinal e revolta

Em seu texto "A moral 'cultural' sexual e o nervosismo moderno' Freud oferece um panorama da dinâmica libidinal na cultura atual, a qual é "baseada na repressão dos instintos" (p. 256). Esta percepção da cultura é justificada pela argumentação trazida neste texto, de 1908, e pode fornecer substratos para entender o movimento de passagem ao ato (acting out) que as manifestações no Brasil, Hong Kong, EUA e outros lugares, têm tomado.
A moral sexual "cultural" é a influência que reduz as formas de nervosismo à neurose pela repressão dos instintos sexuais. Temos o nosso gozo interditado em diversas áreas de nossa vida, no entanto isto não acontece de forma absoluta e em igual intensidade para todo mundo. Diz o pai da psicanálise:
A força original do instinto sexual provavelmente varia conforme o indivíduo: certamente oscila o montante que dele se presta à sublimação. Imaginamos que a organização inata do indivíduo decide primeiramente o quanto do instinto sexual se revelará sublimável e aproveitável; além disso as influências da vida e o influxo intelectual sobre o aparelho psíquico conseguem levar à sublimação mais uma parcela dele. Mas tal processo de deslocamento não pode prosseguir indefinidamente, não mais do que a transformação de calor em trabalho mecânico nas nossas máquinas. p. 257
Há diversos elementos interessantes nesta citação. Nela há um caráter hereditário ou atávico; algo de um teor mais constitucional e determinístico, onde temos um espaço de possibilidade parcialmente delimitado por nossas condições de nascimento (i.e.: recursos genéticos, socioeconômicos e, diria, até, imaginário atrelado ao conjunto destes dois). Naturalmente é possível a suposição de que, portanto, a população preta em geral, bem como a LGBTQI+ possuem uma dinâmica libidinal afetada pela forma com que nossa cultura é estruturada.
Temos também outra ideia de interesse neste breve trecho. Não é só a constituição que determina o quão aptos a sublimação nós seremos, mas também nossas experiências em vida. Temos, então, duas fontes que podem fortalecer nossa capacidade de sublimação caso precisemos de tal. Diz-se muito que a psicanálise mostra um retrato despojado das farsas humanas e, portanto, triste, mas vemos aí, na pluralidade de meios de sublimar a libido que não pode ser usada nos instintos sexuais, também a constituição mesma da resiliência humana, dizendo que suportamos muito. Mas é só isso: suportamos muito. Ainda há um limite.
E é precisamente o dito na continuação do parágrafo: sempre há uma perca de energia; conversão completa, com um n de 100%, um rendimento perfeito, não existe. O que isso significa em termos de teoria da libido? Significa que, por maiores que sejam as proezas de um certo grupo de indivíduos no manejo de sua própria libido, há um limiar de insatisfação. E há uma necessidade mínima de prazer. É preciso um mínimo de atividade sexual (vale lembrar que no jargão psicanalítico, "sexual" significa aquilo que nos dá prazer, e não só a atividade genital em relações íntimas). "Eu posso usar minha raiva e frustração para criar isso ou aquilo, mas se eu não puder me divertir, esse manejo de minha energia não será suficiente e desejarei expor meus ressentimentos de outra forma"
Afinal, o trabalhador assalariado que não gosta de seu trabalho, de usar transporte público, de sua casa e da escassez das ditas "commodities" se manteria são por quanto tempo sem descarregar sua libido na atividade sexual da cerveja do fim de semana? ou do futebol? O mesmo sendo válido para os estudantes com suas calouradas e férias. É digno de nota que podemos definir "festa" como um grupo de excessos permitidos socialmente. Podemos dar vazão à libido frustrada e impedida de atingir sua meta que vai se acumulando com as exigências de nossa cultura atual. "O instinto sexual humano não serve originalmente aos fins de procriação, tendo por meta, isto sim, determinadas formas de ganho de prazer" (p. 258). Tomando o sentido de "sexual" freudiano, uma vida "assexual" é insustentável para a psique humana.
Somos levados a remanejar nossa libido desde a infância. E, deveras, nesse período primevo talvez esse manejo seja benéfico, uma vez que, não podendo executar nossas funções genitais ainda, inevitavelmente a pulsão sexual manifestaria-se usando a libido de outra forma, de modo que a educação, por exemplo, inibe esta excitação. Mas uma vez percorrida esta evolução da pulsão sexual que se inscreve na função oral, sádico-anal, fálica, latente e genital, em que situação ficamos em relação a nossa cultura atual? Naturalmente, as restrições de Viena na época de Freud tinham suas particularidades, mas a lógica da fenomenologia libidinal mantém-se de pé se permutarmos as características da cultura europeia pela de nosso mundo e, mais especificamente, pela do Brasil.
Relativamente a essa evolução do instinto sexual, poderíamos diferenciar três estágios culturais. O primeiro, em que a atividade do instinto sexual ultrapassa livremente as metas de reprodução; o segundo, em que tudo no instinto sexual é reprimido, excetuando o que serve à reprodução; e o terceiro, em que apenas se admite como meta sexual a reprodução legítima. Este terceiro estágio corresponde à nossa presente moral sexual "cultural". p. 258
Que fique claro: no terceiro estágio apenas se admite o gozo para a reprodução. Isso não significa que não gozavam em outras situações, como com licores, bordeis e jogos de carta, por exemplo. Estas ultimas atividades sexuais apenas não eram tidas como bem reputadas socialmente, mas não eram materialmente inexequíveis. Claro que muitos, ao realizá-las, sofreriam o mal da lei social tácita que afetaria seus psiquismos - e essa dinâmica é válida até hoje.
Por mais que estejamos numa organização mais liberal no sentido de que não é mais socialmente condenável outras atividades sexuais que não apenas a atividade sexual reprodutiva, temos também outros meios de impedir nosso gozo em diversas esferas - quiçá todas.
No estado líquido de nosso tempo - há quem diga que já passamos do mundo líquido ao do gasoso - a interdição não se dá por uma repreensão pelo que fazemos, mas pela sensação de ser deixado para trás pelo que não fazemos. Todo mundo está trabalhando, formando-se numa faculdade, fazendo curso à distância, ioga, terapia, musculação, dieta, tudo ao mesmo tempo, e é exigida excelência em todas estas áreas: temos de ser laureados, fitness, "inalienados", conhecer todos os documentários da moda, teorias, séries e filmes, estar por dentro dos acontecimentos das redes sociais, estar ciente do quê 150 jornais estão dizendo,e ainda por cima saber cozinhar sopa croata pra entreter as visitas no jantar que damos. Mas não só isso. Além de sentirmos a obrigação de obter excelência em todos esses quesitos pra pensar numa vida "bem aproveitada", "bem vivida" - e pra quem não alcançou isso, ter a ilusão de que essa vida é boa, é sexual - temos ainda a obrigação de gozar. Divertir-se é agora, também uma obrigação, de forma que não é mais divertido.
Se é exigida excelência e gozo abundante em todas as nossas esferas de experiência humana, perguntemo-nos: as condições possibilitadoras da excelência e do gozo, que são tidas como ideais pelo sistema governamental, econômico e social, são distribuídas de forma justa e igual para todas as pessoas, para todos os grupos de pessoas?
Por intermédio da interdição sistemática à excelência e à descarga da pulsão sexual para a população negra, um montante cada vez maior de libido vai tornando-se deslocada e busca outra saída para obter prazer, gozo. As exigência sexuais, portanto, obrigam a um recalque da pulsão sexual,perturbando a libido, sendo que este recalque não é um completo sucesso, donde virá a conclusão de que a cultura - tanto a de Freud como a nossa - é falha.
Prossegue o autor:
Sendo o instinto sexual mais pronunciado, porém perverso, dois desenlaces são possíveis. O primeiro, que não será discutido, é aquele em que os afetados ficam pervertidos e têm de suportar as consequências de seu desvio do padrão da cultura. O segundo caso é bem mais interessante - consiste em que sob a influência da educação e das exigências sociais, é obtida uma repressão dos instintos perversos, mas um tipo de repressão que não o é propriamente, que seria mais bem designado como um fracasso da repressão. Os instintos sexuais inibidos não se manifestam como tais; nisso consiste o êxito - mas se manifestam de outra formas, que para o indivíduo são igualmente nocivas e que o tornam tão inutilizável para a sociedade como ele ficaria com a satisfação inalterada dos instintos reprimidos; nisso está o malogro do processo, que, a longo prazo, mais que contrabalanceia o êxito. p. 260
Passado um certo limiar de tempo suportando a opressão e a dissimulação do racismo que subjaz à estrutura falsamente democrática, os meios de realocar a libido, os meios de ser resilientes, não dão mais conta da frustração e interdição à descarga da libido da pulsão sexual. Disso vem que essa descarga dar-se-á por uma outra manifestação. Os protestos atuais, incluindo os que não se contentam apenas com o discurso falado e/ou escrito, são uma indicação do abuso persistente às condições aceitáveis para um organismo sexual, que precisa, para se manter saudável, ter oportunidade de gozo, de ser amado e de amar, de acessar serviços que promovam, mesmo que ilusoriamente, satisfação.
A experiência ensina que há, para a maioria das pessoas, um limite, além do qual sua constituição não pode acompanhar as exigências da civilização. p. 260
Quando um sujeito que ocupa um lugar que exerce maior poder, como um policial, um governante, etc., exige que minorias adotem um comportamento igual aos dos grupos que têm muito mais oportunidade de gozo e de excelência, muitas coisas estão acontecendo: pede-se o injusto; estrutura-se um discurso falacioso de permissão de retaliação por "insubordinação"; constrói-se, para os que estão numa relação de amor com essas figuras de autoridade, um alívio na consciência e reafirmação de preconceitos em relação a essas minorias, que podem fundamentar um terreno afetivo caótico o suficiente para uma revolta civil, etc.
Todas [as minorias] que querem ser mais nobres do que sua constituição lhes permite sucumbem à neurose; elas estariam melhores, se lhes fosse possível ser piores. p. 260
Este trecho deve ser interpretado com cautela se podemos, num exercício interpretativo, incluir, dentre a "maioria das pessoas", as minorias. Um indivíduo negro que tenta se alienar das desigualdades de acesso às condições de excelência e gozo entre ele e um branco, corre sérios riscos de adoecer psiquicamente porque a realidade se lhe mostrará muito distinta do que imaginou. E se ele se pensa como tendo as mesmas facilidades (como por exemplo, mesmo nível de qualidade de ensino, dieta adequada, tempo para exercitar-se, qualidade de sono, segurança, autoestima, etc.), ao falhar, poderá sofrer uma desestruturação de sua imagem, poderá perceber-se como burro, feio, incapaz, etc. Na recusa desta imagem pode ser acometido de sintomas neuróticos que vão dificultar sua vida ainda mais.
"...elas estariam melhores, se lhes fosse possível ser piores", ou seja: seria mais saudável colocar pra fora as moções pulsionais que foram interditadas. Seria melhor protestar, mesmo lutar, do quê, à custa da saúde psíquica, continuar tentando ser positivo e negando a injustiça incutida nas veias do organismo brasileiro dentro do qual estamos.
É uma evidente injustiça da sociedade que o padrão cultural exija de todas as pessoas a mesma condução da vida sexual, que algumas, devido à sua organização, conseguem sem maior esforço, mas que a outras impõe enormes sacrifícios psíquicos - uma injustiça que, a bem dizer, geralmente é compensada pela não observância dos preceitos morais. pp.260-1
Naturalmente, temos características, na nossa cultura, dos três estágios supracitados. Apenas analisei mais detidamente o terceiro porque, em termos de restrições tácitas, implícitas, podemos enxergá-lo mais presentemente que os outros dois. É evidente que dispomos de mais meios, hoje, para a descarga da pulsão sexual, mas esse aumento não sobrepõe as condições para sermos bem-sucedidos e/ou felizes (leia-se por essas condições: restrições). Então, ainda em relação ao terceiro estágio da cultura, o aumento das doenças mentais (leia-se: neuroses, para o contexto do texto), Freud alfineta:
Quem é capaz de penetrar nos determinantes da doença neurótica, logo adquire a convicção de que o seu aumento em nossa sociedade vem do crescimento das restrições sexuais. p.262
E, ainda:
...devo insistir no ponto de vista de que a neurose, não importando o seu alcance e a quem atinja, sempre consegue fazer malograr as intenções da cultura... p. 269
Onde isso nos deixa? Há um desenvolvimento linear nessa elevação das tensões afetivas, segundo Freud. E se mudanças não advirem dos protestos atuais, talvez não haja outro movimento libidinal de retorno a um estado equilibrado, como houve depois das manifestações contra Dilma. Nesse caso,
...é fácil prever o que acontecerá se a liberdade sexual continuar sendo restringida e a exigência cultural for elevada ao nível do terceiro estágio... p.261
Isto é: no caso em que prevaleça a situação de configuração do poder que originou estes protestos e continue-se a demandar de minorias e da população negra restrições sexuais incabíveis, é cabível esperar por protestos mais violentos como os que estão acontecendo nos EUA.
Diz Jean Paul Sartre, em "Orfeu Negro" (cito-o com o propósito de empatia, não de lugar de fala):
Quando removeste a mordaça que mantinha estas bocas negras caladas, o que esperavas? Que lhe cantassem louvores? Pensaste que quando se erguessem de novo, lerias adoração nos olhos dessas cabeças que nosso pais forçaram a abaixá-la até o chão? Eis os homens negros, de pé, olhando-nos, e espero que você - como eu - sinta o choque de ser visto. (tradução livre)
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2020.06.05 07:43 SergeMaximuz Miguel, George Floyd, e como eu errei nessa vida.

Bom, pessoal, eu acho que não tem lugar melhor pra conversar sobre isso que aqui.
Eu tenho 29 anos, sou negro, graduado e muito bem informado, boa família, boa profissão, nada a reclamar de minha parte. Minha criação foi extremamente militarizada. Pai policial, estudei em um colégio militar, e logo depois fui para o exército.
Politicamente, eu fui durante muito tempo o que é hoje a ala militar do Bolsonaro. Desprezava a esquerda e os movimentos sociais, achava que tinha que varrer as periferias e transformar o Brasil inteiro num quartel, que EUA e Europa são o máximo e aqui uma bosta, recusei qualquer tipo de cota para entrar na faculdade pois achava uma ofensa, e por aí vai.
Minha decepção começou em 2015, 2016. Fiz campanha pesada para o Aécio Neves (ou anti-PT, como preferirem), que revelou ser um crápula da pior espécie. Fiquei com o sentimento de que não podia errar nas próximas eleições. Alguns anos depois, cortei relações com o meu pai, que foi um dos responsáveis pelo meu pensamento extremo.
Em 2018, fiz campanha pesada para o Bolsonaro, porque achava que a continuidade do Status quo seria uma depravação total, e achei que o cara seria uma "restauração do sistema".
Hoje, eu vejo a situação do governo, que dispensa comentários. Mas o que me tocou de verdade, foram os casos recentes do George Floyd e do garoto Miguel. Os protestos nos EUA são históricos, e justíssimos.
Tem tanta coisa errada nesse caso do menino, que me deixou boquiaberto. A patroa com COVID, a empregada sendo funcionária da prefeitura, e precisando levar o garoto para o trabalho por não ter onde deixar, a fiança, isso tudo possivelmente acabando em pizza, é tudo um festival de injustiças que me fez ver que o problema não é a maconha, ou o funk, ou os "comunistas".
O sentimento que tenho atualmente não é um simples arrependimento por ter votado no presidente mais lunático da história. É um sentimento de que sempre estive do lado errado. De que eu poderia ter feito alguma coisa melhor, e não fiz porque a água nunca bateu na minha bunda.
O patrimônio dos 100 mais ricos do mundo cresceu em mais de meio trilhão durante a Pandemia, enquanto a expectativa na outra ponta é de mais de 200 milhões de desempregados mundo afora. Esses caras não precisam da minha defesa, ou da minha idolatria.
Pretendo buscar novas idéias pra minha vida. Sair da bolha. Acho que não há momento melhor pra isso. Desculpem-me pelo texto longo, mas eu pensei em falar com alguém que entendesse. Forte abraço a todos.
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2020.05.30 00:43 Skyggen-Kriger Acho que desperdicei minha vida e não consigo sair de casa para mudar isso

Tenho 17 anos. Quando a minha apatia começou, eu não compreendia o que me fazia ver tudo de forma tão vazia. Talvez tudo tenha se originado dos meus problemas na escola. Sempre fui um covarde, e eu não conseguia por um fim no tormento que outros alunos me acometiam. Eu achei que trocar de escola fosse resolver o meu problema, mas o ambiente da escola religiosa cujo entrei posteriormente era tóxico demais pra mim.
Nunca fui religioso. Sinto que meu ateísmo - algo tão desprezado pela sociedade - me acompanha desde meu primeiro questionamento metafísico sobre a natureza da moralidade humana. Na época, ainda nem entendia o conceito dessas palavras. Seja o fato de ser ateu em uma escola religiosa ou meu comportamento inocente que me acompanhava desde a infância, essa nova escola ainda me trouxe problemas.
Nunca tive muitos amigos. Alguns posso dizer que eram pessoas de bem. A maioria eram apenas oportunistas ou pessoas que eu julgava agradáveis o suficiente para não me encrencar como de costume. Nessa escola, não foi diferente, e o constante conflito de ser obrigado a frequentar um lugar a qual eu desprezava repleto de pessoas que eu desprezava ainda mais fez com que minha ansiedade atingisse um pico cujo tornou meus problemas na escola o menor deles.
Acho que o principal agravante da minha ansiedade e depressão foram as preocupações infundadas. Transtornos psicológicos podem trazer diversas somatizações ao corpo físico, e meu cérebro estava incessantemente buscando algo para me preocupar. Esses sintomas físicos em resposta a minha condição mental me fizeram crer que eu estava com alguma doença, e em pouco tempo minha ansiedade se agravou ainda mais com essa condição hipocondríaca absurda. Isso aumentava a somatização dos meus sintomas e esse processo se retroalimentava. Até hoje me preocupo se algo ruim pode acontecer. E não parou nas doenças.
Com o tempo, cada vez mais coisas ínfimas se tornavam uma tempestade caótica na minha cabeça, mesmo sobre coisas que fogem do meu controle. Questionamentos filosóficos simples que qualquer pessoa teria sobre a "origem do universo", ou algo do tipo, tomam proporções emocionais da descoberta de uma doença terminal. Não são crises existenciais. Eu lido bem com a insignificância em relação ao universo. O que me aflige é a maldita sensação de que eu não compreendo as coisas. Seja uma dúvida simples que pode ser saciada lendo um livro científico, seja um questionamento metafísico que está além das minhas capacidades, mesmo sendo irrelevante para minha sobrevivência, isso me quebra mentalmente. Eu não sei lidar com dúvidas. Eu preciso encontrar um sentido nas coisas, algo que um raciocínio lógico possa resolver, e as vezes esses questionamentos sobre coisas irrelevantes e que eu sei que são impossíveis de serem compreendidas acabam se tornando debates intermináveis e torturantes na minha cabeça. Penso que talvez seja um tipo de TOC, mas não ouso afirmar algo sem o conhecimento devido.
Algo irônico sobre isso talvez seja meu ceticismo. Por mais que procure respostas, eu nunca me contento com qualquer uma. Por isso não sou religioso e provavelmente nunca serei, desde que mantenha meus questionamentos dentro do limite falseável.
Enfim, sem divagar. Eu falei que a escola era ruim, não é? Pois é, eu a larguei antes de começar o ensino médio. Isso foi a primeira coisa que me fez questionar se já é tarde demais pra garantir um bom futuro na minha vida. Sei que há formas alternativas de terminar o ensino médio, - e é isso que irei fazer - mas o grande problema que me acompanha atualmente é a apatia total. Antes, eu não tinha interesse em sair de casa, coisas simples. Hoje, não consigo assistir um filme, ler um livro, praticar exercícios, e o máximo que consigo com todo o esforço que me resta é tentar estudar algo de relevante, mesmo que um pouco. E, curiosamente, não é o peso de ter que estudar todo o ensino médio sozinho e depois ter de fazer duas provas para garantir que aprendi que me motiva. Em meio a situação atual do país, no desgoverno que estamos enfrentando (se você é fanboy de político não enche o saco), a pseudo-ciência está imperando nas redes sociais, e quanto mais eu vejo pessoas de influência divulgando palhaçadas conspiratórios como terra plana, anti-vacina e negacionismo climático com mais raiva eu fico: o mais próximo de um sentimento normal que eu tenha atualmente. Mas é uma faca de dois gumes: se por um lado isso me impulsiona a alguma motivação, a raiva acaba agravando minha ansiedade, o que me faz questionar o que devo fazer: me manter antenado nas redes sociais para garantir um último resquício de sentimento que eu tenho ou me abster de acompanha-las para que meu nervosismo não piore? Pode haver um meio termo entre isso? Eu não sei.
Mas o pior de tudo, fica para o final. Toda essa apatia me tirou tudo que eu tinha, e o resultado? Eu estou preso em casa a mais de dois anos. Por um lado, acho engraçado as pessoas reclamando de alguns meses em casa nesse período de quarentena. Por outro, me sinto um merda por isso. Eu não falo com ninguém que não seja minha mãe ou meu pai a tanto tempo que perdi a conta. Por mais que eu odeie admitir, contato humano está fazendo falta agora, e eu não posso evitar isso. Somos primatas, e primatas são animais sociáveis. E por isso as vezes sinto que eu nasci no corpo errado. Por que não um tigre? Uma onça? Ou um leopardo? Acho que ser um grande felino solitário não me faria lamentar minha péssima habilidade social e meu desejo de ter algum amigo de verdade para conversar.
Eu sei o que estão pensando. "Ah, você ainda tem seus pais". É verdade, mas não posso deixar de culpa-los por grande parte dos meus problemas de hoje. Desde meus primeiros sintomas de ansiedade no meu primeiro colégio, eles sempre estavam lá para me culpar pelos meus problemas sociais. A atitude arrogante e irritada do meu pai e a hipocrisia vitimista, manipuladora e conflituosa da minha mãe sempre me incomodaram. Pessoas imutáveis que nunca aceitam que estão erradas me irritam demais. E eles não estão realmente preocupados em ajudar, então eu estou sozinho. A menos que comprar remédios seja alguma ajuda da minha mãe, mas considerando que dos vários que já tomei NENHUM teve efeito algum, eu acho que posso ignorar isso.
E depois desse longo texto que ninguém irá ler a minha dúvida é a seguinte: eu perdi a minha adolescência sem trocar palavras com ninguém ou realizar algo desde os 15 anos. Ainda há esperanças para mim? E se eu resolver sair de casa quando esse caos pandêmico acabar, a onde eu deveria ir? Eu não tenho amigos, com quem eu poderia me encontrar? COMO eu posso encontrar alguém para me relacionar naturalmente e ONDE? Eu não tenho IDEIA de como humanos constroem relações sociais... Porra. Por que eu tinha que ser um humano?
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2020.05.26 05:27 Curufino Me ignorem aqui. Tô só seguindo uma linha de raciocínio mais ou menos otimista

Eventualmente, as pancadas na cabeça que a sociedade brasileira vem tomando, desde a unanimidade do PT, passando por anti-petismo, polarização, escandalizacao, bolsonarismo, pandemia e a inevitável crise que vem a seguir, vão criando certos filtros e freios expontaneos e, até mesmo, mecanismos sociais de punição a más condutas que, num futuro tangível, mas não imediato, vao nos fazer ser uma sociedade melhor.
Exemplos:
filtro-> bolsonaristas não conseguem mais alcançar os pessoas e são deixados de lado ou admoestados, quando começam com as maluquices.
Freios-> iniciativas de enterramento das bizarrices recebem adesão massiva e instantânea como Sleeping Giants, prioli+Anita, Felipe Neto. E são acompanhados por políticos e empresas que, assim que expostos, fazem de conta que foi sem querer, prometem se emendar e imediatamente tiram o time de campo.
Mecanismos de punição-> Madero já está sentido o peso da mão esquerda e torta do Deus mercado que ele cultua: o poder de escolha do consumidor. Em um nível mais pessoal, centauro e polyshop já perderam vendas aqui em casa de produtos que meses atrás seriam o local certo da compra. Imagino que parcela significativa da sociedade "que consome" (expressão horrorosa) vai, em algum nível, fazer algo parecido, inclusive fazendo disso posto no Instagram, gerando, se bobear, um efeito bola de Neve no meio de uma crise. Oi seja, péssimo momento pra desagradar consumidores.
Relações de trabalho e sociais vão passar por mudanças também. Bem como exigências da sociedade com relação a transporte e regras sanitárias. Em algum momento, a dondoca vai se tocar que ônibus lotado não é mais perigo só pra doméstica.
A crise vai ser um desafio enorme, pois vai fazer boa parte das pessoas se sujeitar a ainda mais abusos... Mas só até surgir a primeira oportunidade de se livrar daquilo. Ou seja, qualquer migalha de dignidade vai ser suficiente pra que alguém troque de trabalho. A lealdade ao emprego vai sair de moda. A fila de gente querendo trabalhar vai ser mais parecida com o Tinder: vão aceitar muita sacanagem e bem pouco compromisso. Se o cara troca de emprego, a renda oscila pouco. Se o empregado muda,. A produtividade da empresa cai.
No fundo disso tudo, cada um vai ter vivido uma história e se virado pra, daqui um tempo, aceitar menos extremismo e, como nos "países evoluídos", ainda menos isenção. O abismo social vai estar mais largo, mas o ressentimento e empobrecimento, vai diminuir o contingente de inocentes úteis.
Talvez role golpe, mais certo que não... mas, se vier o pior, sem unanimidade real ou fabricada, vão ser golpes no plural e dificilmente vai se conseguir costurar anistias. Até porque essa carta já foi usada e é tipo um ZAP... Raramente tem outra no mesmo baralho
O jacu falou em armar o povo, mal sabe ele que o paredão tá mais perto da turma dele que de qualquer comunista. Sem a cabeça dele, quem manda de verdade não vai ter chance de pacificar uma oposição política expressiva, mesmo que não majoritária, mas secundada por descontentamento civil claramente majoritário e ascendente.
É isso... Vai ser feia a coisa, mas tem experiência e lição demais no caminho pra gente continuar sendo idiota como agora.
Quem sabe é por isso que estão tão assanhados? Adivinharam o final e querem encher o bolso antes de sair correndo? Nem falo do governo, mas dos babacas que não contavam com um vírus pra ensinar brasileiro a ser povo
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2020.05.22 21:15 epilef_backwards Nem tudo que reluz é ouro Uma review de Kimetsu No Yaiba.

Nem tudo que reluz é ouro Uma review de Kimetsu No Yaiba.

De tempos em tempos, são lançados animes que dividem a opinião da comunidade ao serem considerados, por uma parte dela, o melhor anime que já viram em suas vidas e, por outra parte, uma das piores aberrações audiovisuais já feitas.
No caso de Kimetsu No Yaiba: Demon Slayer, uma boa parte da comunidade do mundo dos animes acredita ter visto um anime lifechanging e mindblowing, enquanto, outra, acredita ter visto apenas mais um shounen com uma animação acima da média e uma boa trilha sonora. Nessa review, portanto, colocarei um meio termo entre esses dois extremos. Farei isso em honra ao próprio show, pois é exatamente isso que ele é: um meio termo entre uma das melhores produções visuais já feitas com lutas que irão fazer você se sentir dentro do anime e uma escrita pobre em todos os aspectos imagináveis.
Diferentemente das outras duas reviews, aqui cabe dividir o texto em duas grandes partes: roteiro + direção e animação + trilha sonora. O primeiro motivo é porque isso simplifica a estruturação das ideias e, como eu já comentei, faz mais sentido com o espectro do anime, uma vez que podemos, de fato, dividir ele em duas partes: uma parte com uma qualidade extrema e outra...como a outra. A parte roteiro + direção tem peso 1,5 e a animação + trilha sonora 0,5 por motivos óbvios: bons visuais e uma boa sonoridade não escondem uma péssima escrita e uma péssima direção, porém, o contrário é válido. Vamos lá
Roteiro e direção (ou como estragar uma animação que poderia ser uma das melhores da sua geração).
Quais são as características de um bom roteiro? Existem várias respostas, no entanto, uma que, talvez, passe rapidamente pela cabeça da maioria das pessoas é: a coesão (sintaxe) entre os elementos das história. Mesmo sendo uma resposta válida, ela nos leva a outra pergunta: quais são esses elementos da história?
Uma história é composta por diversos setores. Tais setores servem como núcleos, ou seja, partes grandes da história que existem para facilitar o trabalho de quem escreve. É o mesmo pensamento usado para, por exemplo, um processador de uma máquina. Dividir as operações em diversas partes faz que seja mais fácil lidar com cada uma separadamente, não tendo que lidar com o todo de uma vez, o qual, muitas vezes, poderia ser uma ação inviável pela própria natureza do 'todo'. Com um roteiro, temos que ele será divido em diversos núcleos, ou seja, partes dele que serão trabalhadas de modo. Essa divisão, como já dito, ajuda na organização do escritor. Por exemplo, temos o núcleo dos personagens, das relações entre os personagens, das subtramas, da trama, etc. No entanto, a maioria esmagadora das obras negligencia ou abusa de certos núcleos em detrimento de outros, fazendo que a obra pareça estar desequilibrada e incompleta. Por quê? Tudo depende de dois principais fatores: habilidade do roteirista e finalidade do roteiro. É claro que ainda existem histórias que baseiam animes feitas pela arte da escrita, no entanto, elas representam menos que 1% das histórias feitas, por pelo menos, na última década. A gigantesca maioria das histórias que são criadas para servirem como bases para animações, light novels e mangás têm, como sólido objetivo, vender essas mesmas animações, light novels e os mangás. Muito disso acontece pela pressão sobre os roteiristas japoneses e sobre a política cultural de escrita dos mesmos. Isso significa que 98% dos roteiros de animes vão apresentar estruturas, batidas de roteiro, maneirismos de roteiro, entre outros mecanismos, exatamente iguais, pois é isso que vende, é isso que faz ele conseguir, por exemplo, renome para pensar em lançar uma versão animada da sua história. Mas qual a relação dessa cultura do sucesso a todo custo com Kimetsu No Yaiba? Antes de falar isso, tenho que dar um panorama sobre quem produziu esse anime.
KNY (para facilitar a escrita) foi iniciado por um cartunista relativamente famoso do Japão chamado Koyoharu Gotōge, o qual não havia, antes de KNY, produzido quaisquer outras séries de mangás, apenas oneshots de qualidade mediana e sem grandes destaques no mundo dos mangás. Mesmo com KNY, o autor não fez um sucesso imediato com a história. Ela começou a demonstrar bons resultados apenas em 2018, e só foi decolar em 2019. Para termos uma melhor noção, havia cerca de 3,5 milhões de cópias em fevereiro de 2019; em setembro, havia 10 milhões. Em apenas alguns meses, o anime quase que triplicou o seu número de vendas ao redor do globo. Sendo mais exato, o anime causou um estrondo no mundo após o Ovo de Ouro da série: o episódio 19. Eu vou voltar nele mais para frente porque ele representa muito sobre o que KNY é. Continuando. O anime de KNY fez um sucesso muito grande no Japão e, posteriormente, explodiu no mundo todo. Isso fez que os produtores sacassem que todos estavam gostando do que estavam vendo, portanto, não haveria necessidade de alterar a fórmula do anime, fórmula essa que se baseia em garantir que até mesmo o mais desatencioso espectador entenda exatamente o que está acontecendo e seja presenteado com um anime muito vistoso e com belas canções. No entanto, para uma crítica, nem só disso vive um anime. Desse modo, antes de iniciar os pontos principais da crítica, sim, eu sei que KNY manteve muitos erros ou cometeu muitos erros porque o seu papel era vender blu-ray, mangá e light novel, no entanto, eu não posso perdoar esses defeitos sob essa mesma desculpa, ou seja, que tais erros aconteceram porque o anime bombou e os produtores ficaram receosos em mudar a fórmula porque, em fato, sequer fazia sentido algo assim, já que estava tudo dando muito certo financeiramente. Dito isso, vamos, finalmente, à análise da obra em si.
Começando pelo roteiro, temos, nele, os piores problemas do show. A começar pela sua trama simplista. Embora eu concorde com a frase "simplicidade é a sofisticação máxima", proferida pelo gênio Da Vinci, não gosto do jeito que ela normalmente é usada e tampouco acho que ela se aplique a Kimetsu No Yaiba. Primeiro, devemos usar este tipo de frase com cuidado, uma vez que precisamos analisar o contexto no qual ela será aplicada. No caso do show em questão, o problema não se dá porque temos uma trama simples (no caso, o protagonista tentando transformar sua irmã em uma humana), mas sim porque ela não explora essa trama em quase nenhum nível. Na verdade, essa trama sequer é tocada durante boa parte do anime. Isso se dá porque a trama, já episódica, prefere focar em missões que não avançam a trama e só servem como desculpa para embutir mais lutas no anime. Percebam como do episódio 11 em diante, ou seja, depois que ele se distancia da suposta médica que pode conseguir a cura para a transformação em um oni, o anime sequer aborda esse tema, focando os próximos 10 episódios em uma única missão cujo único aproveitamento para um desenvolvimento dos personagens ou do trama é o desenvolvimento do personagem de cabelo laranja. Novamente, o problema não está em ser uma trama simples, mas, sim, em ser uma trama muito mal trabalhada. Na realidade, ela sequer é trabalha, pois, literalmente, chega em um ponto que a animação esquece dela por completo para focar em exposição barata, "desenvolvimento" (com muitas aspas, temos menos que um semi-arco de desenvolvimento nos únicos dois que apresentam QUALQUER desenvolvimento, pois os demais são deixados de lado), lutas e "questionamentos morais" retirados de um livro de filosofia da 4ª série. No entanto, esse é, talvez, um dos menores problemas envolvendo o roteiro, uma vez que é de praxe animes como esse criarem subtramas em excesso como desculpa para colocarem lutas a cada, pelo menos, 4 episódios.
O roteiro demonstra total inabilidade em criar relações entre os personagens. Para ser sincero, esse roteiro sequer sabe criar e desenvolver personagens, quiçá desenvolver laços entre eles. O tal "laço" verdade falado durante um filler patético do episódio 11 ao 21 aparentemente só ficou na filosofia da animação, porque o roteiro não sabe nada sobre esse assunto uma vez que não consegue estabelecer uma relação orgânica entre os personagens (nem mesmo entre Tanjiro e sua irmã). Para começar, o início do show é extremamente rushado, diversas partes da ambientação, preparação do plot, treinamento do personagem principal, caracterização dos personagens e estabelecimento das suas relações são feitos de maneira rápida, apressada e sem nenhum tipo de cuidado apenas para o anime poder embarcar nas missões (as quais, óbvio, somente servem para termos batalhas quase todos os episódios e não pararmos para perceber o quão patético é o roteiro). Isso faz que não haja tempo suficiente para entendermos as motivações do personagem principal e a sua relação, a qual é vendida como sendo algo quase que inabalável, com a sua irmã. Na realidade, sequer temos tempo de saber QUAIS são os personagens do anime e já somos entregues a uma carnificina que inicia tudo. Empilhar corpos 2d e manchar as paredes de sangue não impacta se sequer sabemos quem são as pessoas empilhadas/mortas. Se sequer tivemos tempo para entender a relação dessas pessoas com o personagem principal. Se sequer o próprio personagem principal faz uma reflexão e introspecção pelo fato da sua família, talvez, ter sido obliterada por um demônio e sua irmã ter se transformada em um oni. Não há nada, absolutamente nenhum momento do Tanjiro parando para pensar sobre isso (tirando, claro, quando ele precisa vencer na base do grito ou com base em motivações que são colocadas NO MOMENTO EXATO QUE ELE PRECISA DELAS. Sim, esse anime tem cenas em que o personagem tira força de qualquer canto com base em flashbacks que só são colocados porque o roteiro não poderia fazer ele dar um grito e vencer o oponente porque isso é motivo de chacota na comunidade). É claro que ter sua família assassinada e sua irmã transformada em um demônio são fatos motivadores, porém eles precisam ser IMPACTANTES para ambos os personagens: os 2d e os espectadores. Não há absolutamente nenhum impacto no acontecimento do primeiro episódio porque não temos nenhum laço com aqueles personagens, o que fica pior porque nem o próprio personagem principal parece ter se importado tanto com a sua família, já que o mesmo simplesmente sepulta eles e segue em sua jornada como se nada tivesse acontecido.
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2020.05.16 18:06 epilef_backwards Sobre memórias (ou como Steins;Gate fez algo único na história dos animes).

Sobre memórias (ou como Steins;Gate fez algo único na história dos animes).
Ninguém sabe o que o futuro reserva. É por isso que as possibilidades são infinitas.
É clicando com o botão direito e, imediatamente após, selecionando a opção de loop na OST "Christina I", belíssima instrumental composta pelo gênio do piano Abo Takeshi, que, em meio às lágrimas que rapidamente me vêm aos olhos ao relembrar do episódio 22, inicio a escrita da análise desse show. Devo avisar, de antemão, que Steins;Gate, animação que adapta a visual novel de mesmo nome, dirigido por Takuya Satō , não é um anime para qualquer um. Como bem dito por Thalius, ser para todos não significa ser para qualquer um. Essa citação, em particular, uma das minhas preferidas, cabe à animação não porque ela trata de assuntos supostamente incrivelmente complexos como o tempo, mas, sim, porque ela apresenta diversas camadas e níveis de entretenimento. É, sim, possível se entreter apenas com a camada mais superficial, aquela que apresenta uma história sci-fi sobre viagem no tempo, no entanto, o aproveitamento da mensagem real do anime só é despertado quando você adentra às profundezas de Steins;Gate. Para iniciar, é bem verdade que a presença de temas profundos e, mesmo, desconhecidos pela ciência atual pode parecer um tanto quanto amedrontador e até desencorajador, principalmente para aqueles que não estão acostumados com termos científicos ou não se interessam tanto pelas ciências "exatas". Felizmente, temos o primeiro acerto de Steins;Gate nesse ponto, e o início das características que o diferem de qualquer outro anime existente, pois o anime se prende apenas na intensidade necessária aos conceitos e explanações que supostamente deveriam ser complexas. Isso é inteligente por parte dos roteiristas, pois são apresentados, sim, momentos explanatórios sobre uma máquina que eles irão construir, sobre os conceitos utilizados nessa máquina ou, mesmo, sobre o funcionamento de certos princípios essenciais para o nosso entendimento;contudo, o anime nunca faz isso parecer monótono ou mais complicado do que é. Muito pelo contrário: Steins;Gate faz um trabalho excepcional em explicar os conceitos necessários à trama de maneira simples e compacta, sem necessidade de longos diálogos e/ou complicações extraordinários só para "cultizar" os personagens que realizam a explicação (sim, Sword Art Online: Alicization, eu estou olhando para você neste exato momento; para você e, principalmente, para a explicação longínqua, monótona e confusa sobre o funcionamento do mundo de realidade virtual apresentado na temporada). Desse modo, Steins;Gate consegue estabelecer rapidamente os conceitos principais que regem o show sem fazer parece-los bichos de sete cabeças, o que poderia, e, provavelmente, iria, afastar muitos indivíduos.
Outra qualidade louvável, ainda no mesmo plano da última, é a capacidade da animação em flutuar em um tema complexo como viagem no tempo e não apresentar furos no roteiro que embaralham a trama, fazendo que ela fique confusa e desconexa. Ao meus eu jamais tinha encontrado uma animação sobre viagens no tempo que não apresentasse sequer um furo de roteiro quando se trata de diversas linhas temporais. E exemplos contrários não faltam, incluindo o mundo fora das animações japoneses (a série The Flash, por exemplo, apresenta um roteiro fraco e repetitivo, no entanto, o que faz da experiência muito desagradável são os constantes furos criados pelo excesso de personagens indo e vindo em linhas do tempo que aparentemente são infinitas, porém, insuficientes para o roteiro, o qual usa e abusa em todos os níveis desse artifício do gênero). Isso é muito importante na consistência e no envolvimento com a obra, pois, assim que sabemos que o roteiro utiliza a viagem no tempo mais como artifício barato para resolver qualquer problema que apareça para ele, nosso senso de importância e de gravidade é drasticamente reduzido, uma vez que sabemos que, assim que o roteiro precisar, é só aparecer um personagem onisciente do futuro que irá resolver os problemas. Uma outra possibilidade de furo de roteiro causada pelo fator viagem no tempo é essa aparente onipresença de personagens que a utilizam. Em fato, talvez esse seja o maior problema nas histórias de viagem no tempo: personagens aparecem do nada e, bem como apareceram, começam a contar absolutamente tudo que irá acontecer, o que incluí detalhes impossíveis de serem lembrados. Tás posto um exemplo de ilustração: personagem A volta à linha do tempo que irá acontecer X evento de maneira a impedir aquele evento (lembrem-se, portanto, que é a primeira vez dela ali, o que significa que ela apenas tem noção de um PANORAMA sobre o futuro) e, de modo a confirmar que veio do futuro, diz que um copo de vidro irá ser derrubado e quebrado em exatos 5 segundos. Após os 5 segundos, bem como previsto por A, o copo é derrubado e, consequentemente, quebra ao tocar o chão. A pergunta mais simples e impossível de ser respondida é: como ela sabia do copo? Por acaso vir do futuro entrega à personagem conhecimento absoluto do que aconteceu antes? Sem contar que, em muitos casos, A sequer EXISTIA no momento que essa cena acontece, o que torna IMPOSSÍVEL o conhecimento do evento em questão. Esse truque é constantemente utilizado na parte da "solução do futuro distópico" e, por si só, não apresenta grande problema, o problema se instaura quando esse artifício compõe 90% das formas como a trama se resolve, pois fica clara a inabilidade do roteirista em utilizar sua criatividade e capacidade de escrever uma história no que tange à solução de problemáticas. Em suma, o problema não é haver um viajante do tempo que dá uma pista sobre ou soluciona certa problemática, o problema é só haver um viajante do tempo que dá uma pista sobre ou soluciona certa problemática. Quanto a isso, Steins;Gate dá uma aula de como resolver essa "intrincada do viajante do tempo", utilizando-se de uma série de artifícios narrativos para desviar o excessivo uso do já citado viajante. Em primeiro lugar, existem apenas dois personagens que possuem um conhecimento "sobrenatural": o protagonista, Okabe, e John Titor, aqui na pele de Suzuha, uma das personagens secundárias do show. Isso implica diretamente em dois fatores que devem ser de extrema atenção: existem menos personagens para furar o roteiro, uma vez que, quanto mais personagens transitam pelas linhas, mais fácil é do roteiro se perder em meio a tanta informação e o roteiro precisará de outras maneiras para resolver problemas, já que como se não fosse absurdo suficiente 20 personagens sabendo sobre linhas resolverem misticamente qualquer problema da trama, mais absurdo, ainda, é imaginar que apenas 2 o farão. Desse modo, Steins;Gate decide traçar um caminho que, embora seja mais complexo de ser realizado, pode entregar um resultado excepcional no final da obra. E felizmente é isso que acontece. Diferentemente das demais obras de viagem temporal, Steins;Gate apresenta um roteiro muito apurado e astuto, uma vez que ele se utiliza de personagens que já conhecemos como aqueles que irão, em um futuro, ter sapiência sobre tais viagens. Isso significa que os personagens que irão "dominar" o tempo já estão na trama, só precisamos dar tempo a eles para eles o dominarem. Em outras palavras: em teoria, temos somente dois personagens que sabem sobre viagens e máquinas do tempo e outras linhas temporais, no entanto, ao longo da própria história daquela linha do tempo, outros personagens também terão esses conhecimentos. Esse truque fica explícito na cena em que Daru reconstrói a máquina do tempo. Em um primeiro momento, poderíamos imaginar que ali se alocava um furo de roteiro, uma vez que, mesmo ele sendo colocado com um grande conhecedor de máquinas, programação e mecânica no geral, é surreal alguém construir um objeto que será criado anos a frente. Contudo, assim que imaginamos a pensar isso, recebemos a informação que o Daru será o construtor da máquina, o que significa que há parte do "DNA" dele nela, ou seja, a maneira de pensar dele, de montar máquinas própria do personagem, o que explica como ele conseguiu consertá-la. Outra "esperteza" do roteiro é criar um porto seguro, ou seja, aquele personagem que, independente da linha temporal, irá conseguir entender o que o viajante do tempo fala. Eu normalmente não gosto desse artifício, uma vez que ele é usado de maneira porca na maioria dos casos, pois, geralmente, não há nenhuma explicação lógica para aquela personagem em específica acreditar no viajante do tempo. No entanto, Steins;Gate não é a maioria dos casos. Aqui, temos a personagem Kurisu como sendo o porto seguro do personagem principal ao longo da sua caminha de construção e desconstrução da linha temporal. E tinha que ser ela, justamente porque ela é quem apresenta o conhecimento "bruto" sobre tais assuntos, ela é quem desenvolveu a máquina de saltos temporais. Ou seja, a escolha do roteiro foi exata e faz que não duvidemos da autenticidade do fato dela aceitar e entender o que o Okabe fala sempre que ele salta de uma linha para outra.
Saindo puramente dos aspecto envolvendo viagens e saltos temporais, o anime mostra novamente como possuir um roteiro sólido é uma das bases para a construção de uma obra-prima. Percebam como nada acontece em apenas um plano em Steins;Gate. Utilizando os dois exemplos citados no parágrafo acima, enquanto o roteiro anula a possibilidade de haver incongruências temporais ao trazer à tona que Daru foi o construtor da linha do tempo, ele cria um dos muitos plot twists da série; enquanto o roteiro utiliza Kurisu como o porto seguro do próprio roteiro para servir como alguém que aceita e ajuda o protagonista após o salto, ele insere os momentos mais profundos de desenvolvimento do casal e da sua relação, bem como aproxima ambos os personagens dos espectadores ao gerar um senso de humanidade e sentimentalidade nos dois. Sempre que pensamos que estamos encarando uma camada do show, seja um plot twist ou outro artifício do roteiro, temos, ao menos, mais uma outra camada acontecendo ao mesmo tempo. Desse modo, nada em Steins;Gate é único, gratuito, não existem cenas por conta própria, todas elas servem aos plots da animação mesmo que em camadas mais escondidas dos espectadores. Um exemplo claro são os D-mails: enquanto eles claramente servem como preparação para o plot da metade do anime, por trás deles temos a ideia de o quanto enviar uma simples mensagem pode alterar com a vida de milhares e, por que não, bilhares de pessoas. Um simples D-mail alterou por completo o bairro de Akihabara. Um simples D-mail alterou o sexo de uma das personagens, causou uma confusão gigantesca envolvendo outra personagem, o suicídio de outra. E o principal: a imprevisibilidade do tempo. Nem nós, nem os envolvidos nas mensagens e nem mesmo Okabe e Suzuha sabiam o que iria acontecer a princípio. Essas camadas são de extrema importância para um bom desenvolvimento a trama, uma vez que 24 episódios, mesmo parecendo uma quantidade considerável, é pouco tempo para uma história, ainda mais se tratando de animes (os quais os episódios tendem a durar entre 22 e 24 minutos com aproximadamente 19~20 minutos de animação propriamente dita, já que deve haver espaço para a opening e ending). Um dos truques de mestre do roteiro de Steins;Gate é apresentar várias coisas ao mesmo tempo: enquanto há um plot, temos desenvolvimento da trama, dos personagens, explanação sobre temas complexos de maneira surpreendentemente acessível (alô, Thiago!) e uma mensagem sendo passada por trás daquilo.
Ainda no roteiro, é chegada a hora de falar sobre o que, ao menos para mim, separa completamente Steins;Gate dos demais animes que eu assisti, sim, de todos, é chegada a hora de falar sobre os personagens. Ou melhor, sobre o desenvolvimento dos personagens. É muito raro, em animes, haver um real desenvolvimento de personagem, ou seja, um arco completo de desenvolvimento. O que acontece em animes que levam com mais seriedade o ato de escrever uma história, realidade que, infelizmente, não é a da maioria dos animes, é um "pseudodesenvolvimento", o que significa que, ao invés de ser apresentado um arco completo, é apresentado um meio arco ou um arco de "tamanho" correlato. Ou seja, nos é dado certo desenvolvimento do personagem, porém, tal desenvolvimento é limitado em demasia e, em alguns casos, é dotado de uma única utilidade na trama: não deixa o personagem, normalmente o principal, planificado, sem sentimentos, sem evolução. Isso porque tal evolução é o que humaniza o personagem, é o que nos faz sentir algo por ele, sentir suas dores e suas conquistas, pois criamos empatia por ele. E em Steins;Gate temos o que eu considero como sendo um dos melhores arcos de desenvolvimento de personagens do mundo dos animes. Antes de chegar nele, devo falar sobre os personagens em si.
A obra apresenta relativamente poucos personagens, estando esses relacionados de alguma forma com o laboratório, seja porque são um dos membros ou porque é quem aluga o laboratório para Okabe e seu grupo, o que possibilita a criação de uma identidade para cada um deles: os personagens de Steins;Gate, mesmo os secundários, são quase que exclusivos da obra. Mesmo muitos seguindo alguns estereótipos, eles sempre apresentam algo para nos lembrarmos de que eles são humanos e cada um apresenta sua própria personalidade. Isso, em si, já se caracteriza como uma característica importante no desenvolvimento de um anime de qualidade: é sempre bom termos bons personagens ao nosso lado durante a caminhada que nos será contada. Contudo, apenas bons personagens não fazem uma trama. É necessário haver o desenvolvimento deles, uma vez que é importante demonstrar que o que aconteceu na estória afetou eles de algum modo, afinal de contas, se não afetou meros personagens criados por outros humanos, quem dirá um humano. E, novamente, Steins;Gate acerta em cheio. Com momentos pequenos que demonstram o estado emocional dos personagens (falo de olhares, maneirismos criados ou deixados de lado, estado corporal, postura, etc) e de explanações necessárias sobre como personagens está se sentindo ou sobre como ele mudou após certo acontecimento, Steins;Gate desenvolve os seus personagens por meio de outros acontecimentos da trama(lembram do "sempre há mais de uma camada?" então...). Além de compactar a trama, os momentos de twists e plots são de extrema importância em um show porque é ali onde deve haver um impacto maior nas personagens e em nós espectadores, e Steins;Gate não deixa devendo em absolutamente nada quando falamos de plots e twists de uma estória. É inacreditável a capacidade do roteirista de subverter possíveis convenções do gênero em momentos tocantes, emotivos e importantes para a trama. É ao subverter as nossas expectativas após termos contato com tantas obras mal feitas sobre viagem no tempo que o roteiro encontra o elo entre as diversas partes da trama da animação; em outras palavras, é quando achamos que sabemos o que está acontecendo que o roteiro nos pega desprevenidos, é quando achamos que a situação não pode ficar pior que ela, de alguma maneira, consegue realizar esse feito. Inclusive, Steins;Gate apresenta algo único, ao menos eu nunca assisti uma obra com tal característica, ao realizar um dos maiores plots da série com algo que já tínhamos conhecimento. É o já conhecido, e muito bem utilizado nas melhores obras de todos os tempos do cinema, "nossa, como eu pude não perceber isso". Estou falando do momento em que o Okabe percebe que, ao decidir voltar à linha beta, ele também fez uma outra decisão: sacrificar Makise Kurisu. Um dos raros momentos nos animes que me dão arrepios ao lembrar dele. Mesmo já sendo algo que você sabe, afinal de contas ela morre naquela linha temporal no primeiro episódio, o anime faz questão de nunca mais tocar no assunto, de esconder tal fato, a fim de, no momento em que imaginamos estar tudo certo, nos pegar com os rabos entre as pernas. Absolutamente genial. São poucos os pontos que eu sequer cheguei a cogitar um erro quando se trata do roteiro de Steins;Gate.
E não bastando os inacreditáveis plots da série, temos um arco de desenvolvimento duplo que ocorre concomitantemente à evolução da trama e à preparação de outros plots (novamente, nunca é apenas uma camada): o arco do Okabe. Eu poderia resumir ele a algo como "assista por conta própria e experimente o que é a evolução real de um personagem", porém, estaria sendo injusto comigo mesmo, porque o fator que mais me motivou a escrever essa crítica foi esse arco. No início do anime nos é apresentado um estranho e peculiar cientistita japonês nomeado de Okabe Rintarou, o qual possuí um também estranho e peculiar laboratório composto por outos dois membros: Daru, conhecido como "super hackar", e Mayuri, uma gentil e inocente amiga de infânce de Okabe. No laboratório, eles testam equipamentos supostamente tecnologicamente avançados. Embora seja um local mais parecido com um mini-apartamento que foi utilizado por 20 anos como oficina e não com um laboratório, Daru e Okabe são extremamente inteligentes e realmente projetam e criam alguns objetos interessantes (enquanto Mayuri fica ao fundo compensando a aura nerd em demasia dos dois). Ao ser apresentado, Okabe apresenta diversos maneirismos e atitudes únicas do personagem, fatores que já estabelecem uma relação direta com o personagem: tudo aquilo que é novo é intrigante, e, se é intrigante o suficiente, por que não tentar entendê-lo? É apartir dessa ideia de peculiaridade do personagem que nos gradualmente, ao decorrer dos primeiros 11 episódios, aprendemos a gostar do personagem, a reconhecer tais pecualirades não apenas como esquizitices do personagem, mas sim como traços que componhem a sua personalidade animada, radiante e até despojada, mesmo ficando claro que ele não é o melhor cara do mundo quando se trata de relações interpessoais. No entanto, nunca é passada aquela ideia de pessoa isolada, que nega os demais em prol de uma ideia maluca da sua cabeça (a qual é muito presenta em cientistas malucos; geralmente, o personagem é um completo babaca), o que nos conecta de vez com o personagem. No entanto, tudo muda quando os efeitos dos D-mails começam a aparecer, tudo muda quando ele precisa a largar o seu estilo despreocupado com o mundo e começar a tomar decisões que vão alterar a sua vida e a vida de todos aqueles que ele ama. Inclusive as duas que ele mais ama. Mayuri e Kurisu são personagens chaves na história à medida que são elas, ou fatos que acontecem com elas, que guiam as tomadas de decisão de Okabe: ora a morte da Mayuri faz que Okabe decida ir de volta à linha Beta, ora Kurisu o faz entender de outra maneira a situação e o ajuda a superar os desafios dessa árdua caminhada. É ao longo dela, portanto, que temos o desenvolvimento desses dois como um casal e como figuras isoladas com um aumento considerado do "screen time" de ambos juntos, o que demonstra a inteção do roteiro em enfatizar eles como um casal. Mas lembram-se do que eu disse antes? Nunca é apenas uma camada. Não somente temos a intenção do casal pelo simples fato de ambos parecerem, e, quem sabe, serem feitos um para o outro, mas sim porque é desse desenvolvimento que o anime prepara o choque que tanto Okabe como nós iremos sentir: o da decisão entre quem irá viver e quem irá morrer. Vejam como aquelas ideias colocadas anteriormente sobre o porto seguro se conectam diretamente ao que acabara de ser exposta: é Kurisu quem serve de porto seguro, para a trama e para Okabe. É ela quem o ajuda nos momentos mais desesperadores, quem sorri para ele quando o mesmo só consegue ver uma linha que leva a um final desastroso. É, portanto, do desenvolvimento de um simples casal que o roteiro retira um rico arco de um dos personagens. Aliás, cito o romance dele com a Kurisu como o principal pois de fato ele o é, porém, cada personagem em específico da obra serve de desenvolvimento para o Okabe e cada linha temporal que ele volta ou avança apresenta uma direta alteração nele. Percebam como o anime dedicou um episódio inteiro apenas para ele e Ruka poderem ter seus conflitos e suas sub-tramas resolvidas. Nada é deixado para trás em Steins;Gate, bem como nada é de graça. Percebam como outro episódio é dedicado à explanação sobre a realidade da Moeka e sobre como ela foi induzida a realizar o ato que desencadeou toda a jornada de Okabe. As pontas das linhas da animação sempre se encontram devidamente amarradas.
No entanto, para completar o arco do personagem e separar, de uma vez por todas, Steins;Gate dos demais animes, temos a mensagem principal do anime. Percebam que eu sequer toquei nela ao longo da escrita, e isso se dá justamente porque o anime contém diversas mensagens, cada uma em sua devida camada de entretenimento. No entanto, foi após terminar o episódio 24, sentar e pensar um tanto sobre a obra que eu consegui enxergar o que o autor realmente quis passar para quem assiste a animação: muito mais do que uma obra sobre o tempo, sobre pulos, viagens e temáticas temporais, sobre um casal destinado a ficar junto, sobre como os humanos não devem brincar com o tempo achando que não haverão consequências futuras, Steins;Gate é sobre memórias. Não somente memórias, mas como essas memórias podem afetar uma pessoa. Como essas memórias moldam que nós, humanos, somos, como essas memórias são uma dádiva e uma maldição: esquecer elas pode ser doloroso, porém viver com elas pode ser tão doloroso quanto. Todos esses pontos convergem no que, para mim, foi o melhor momento do show: o episódio 22. Foi um dos únicos três momentos dentre os que eu já experimentei assistindo animes em que o pranto foi inevitável. Porque não somente é o ápice perfeito para um casal perfeito, não somente é um momento que todos pensávamos até então, não somente é um turbilhão de emoções: é sobre como esses momentos mágicos e líricos podem ser, em fato, um laço à realidade que vivemos que terá de ser partido de maneira dolorosa e melancólica. A dor de conhecer uma pessoa melhor do que ela mesma e ela sequer saber direito quem você é. A dor de ter que guardar as memórias vividas. A dor de ter que lidar com memórias que, como o nome sugere, são, agora, apenas memórias. Como bem dito por Kurisu, a Teoria da Relatividade é muito romântica. Mas muito triste.
Nada do que foi colocado seria tão efetivo se não tivéssemos uma brilhante trilha sonora de fundo. Em específico, devo citar a música que coloquei no início do texto. Essa é a OST que aparece no episódio 22, e justamente por ser o episódio mais emotivo e doloroso da série, essa OST carrega consigo um peso, uma clara dor, uma clara sensação de algo que ficou no passado. Ou melhor, em outra linha temporal. Algo que você amou e se agarrou com todas as forças, porém o destino inevitavelmente fez você perdê-lo. No geral, Steins;Gate tem muitas das melhores OSTs das animações, sempre cumprindo com o papel de reforçar o mood da situação.
Em suma, Steins;Gate é uma animação única pois consegue fazer muito bem tudo aquilo que se propõe a fazer: apresenta personagens incríveis e únicos, plots e twists de levar você do céu a terra em questão de segundos (os quais vão completamente te hipnotizar e forçá-lo a terminar o show sem pausas), arcos emocionais, principalmente o de Okabe, ímpares e cumpre a difícil missão de apelar o mínimo possível às convenções de obras do tipo. Se pudesse resumir o anime em uma palavra seria a palavra "único", pois diversas das características citadas não se encontram em outros animes ou, caso se encontrem, são minimizadas pela pressa do roteiro em querer demonstrar logo os plots da série. Não posso deixar de falar, antes de terminar o texto, sobre o passo do anime. Mesmo muitos criticando a primeira metade, ela, para mim, é o exemplo perfeito de como uma história deve ser feita. Sem pressa, demonstrando os personagens e dando a eles peso, importância, expressão, unicidade e humanidade. Steins;Gate é uma obra-prima do início ao fim e mesmo que possa apresentar algumas peças que, por se tratar de uma animação relativamente curta (lembremos que outras animações que fizeram algo parecido com Steins;Gate tiveram 40~50 para tal), podem faltar, as peças que se encontram montando o quebra-cabeça compensam completamente as que podem faltar. É como olhar uma Pixel Art a distância: um ou outro bloquinho faltando não retira a primazia do todo.
Minha nota perfeita é muito mais sobre como o anime me impactou do que seu número de acertos e erros, e é por isso que Steins;Gate segue sendo uma das quatro notas 10 na minha lista e meu terceiro anime preferido. Estonteante, imprevisível e apaixonante, certamente é um anime que te fará pensar sobre conceitos complexos, como viagens e saltos temporais, e, ao mesmo tempo, conceitos completamente humanos, como perda, memórias e escolhas.
Se tivesse acesso a uma máquina do tempo, buscaria alguma linha temporal em que o meu eu não se apaixonou completamente por Steins;Gate, porém, devo concordar com Okabe sobre como tudo parece convergir para um inevitável fim.
Escrita ao longo dos dias 14, 15 e 16 de maio de 2020, 16 anos antes da Terceira Grande Guerra.
Um dos poucos momentos na história da animação em que a perfeição foi alcançada. O final do episódio 24, junto com o episódio 22, são os melhores momentos que eu tive ao assistir uma animação japonesa ao longo das centenas assistidas.
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